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21 de set de 2013

Eu Escolhi Esperar: Profissão Repórter fala sobre sexo na juventude e mostra casais que optaram pelo sexo depois do casamento;

 

O movimento Eu Escolhi Esperar foi um dos protagonistas do programa Profissão Repórter, da TV Globo, na última terça-feira, 17 de setembro.

A temática do jornalístico dirigido por Caco Barcellos era a maneira como os adolescentes lidam com o sexo, e sua iniciação no assunto.

Como a religião em muitos momentos está diretamente atrelada aos ensinamentos sobre sexo, casos de adolescentes e jovens que aderiram ao Eu Escolhi Esperar foram mostrados para ilustrar uma opção diferente da comum.

Nelson Junior, palestrante do movimento, afirmou que “a cada dez jovens cristãos hoje, sete não são mais virgens”, antes de acrescentar que “sexo é um tabu, virgindade é um tabu”.

“A gente tenta ajudar o jovem a entender as implicações de cada escolha”, pontuou Junior, que cobra R$ 15,00 por pessoa que participa de suas palestras.

Um dos casais entrevistados, Shirlei e Maicon, que optaram por casar virgens mesmo após quatro anos de namoro, afirmou estar feliz pela escolha. “Eu estava sozinho e comecei a pensar como vale a pena esperar. [...] Deus prepara o melhor sempre”

Maicon relatou que no trabalho recebeu o apelido de “donzela” por sua escolha, mas que mesmo assim se manteve firme em sua escolha. A cunhada dele, Heloine Fernandes, afirmou à repórter Jackeline Salomão que fez escolha diferente e optou por praticar o sexo em seus relacionamentos, antes do casamento.

Em outro exemplo de privação do sexo por questões religiosas, o jornalista Felipe Bentivegna entrevistou o seminarista Anderson Souza, que mesmo tendo perdido a virgindade aos 14 anos, optou por ser padre.

A influência para o envolvimento com a religião veio da mãe, que o levava para as programações da igreja. “Tomei amor e não quero mais largar”, disse Souza. “Eu já estou aprendendo a abdicar dessas coisas [sexo] assim. Me libertando disso”, acrescentou.

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Ativistas lançam campanha nas redes sociais para incentivar beijos gay durante cultos com pastor Marco Feliciano

 

As provocações por parte dos ativistas gays ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) após a polêmica do beijo gay durante sua pregação no Glorifica Litoral no último fim de semana deverão aumentar nos próximos dias.

Uma campanha iniciada por Gustavo Don pede aos ativistas que “curtiram” sua página, Beijos para Feliciano, enviem fotos suas se beijando durante pregações do pastor para serem publicadas na rede social. A Beijos para Feliciano possui mais de 38 mil adeptos.

“Nada melhor do que expressar o nosso amor contra o ódio e o preconceito. Envie sugestões de fotos, sua ou de famosos, artes digitais, pinturas, etc”, pede o autor da campanha.

Um blog chamado AcidBlackNerd comentou a campanha e criticou a iniciativa: “Já que os militantes radicais já estão recorreiramente invadindo cultos religiosos não vai demorar muito até que esses ambientes sejam aos poucos invadidos por militantante beijoqueiros que não respeitam nada nem ninguém”, publicou.

O texto ainda afirma que quando uma página ativista “conclama as lésbicas para irem se beijar em cultos, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como ‘menos que humanos’ não merecem os mesmos direitos que os demais humanos”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor da igreja Assembleia de Deus vai ao Rock in Rio evangelizar metaleiros contra o “rock do diabo”

 

“Toma a palavra de Deus para dar uma meditada”. É com essa frase que o pastor José Roberto Barbosa, da igreja Assembleia de Deus, aborda o público do Rock in Rio enquanto entrega panfletos com o logo do Rock in Rio 2013 e os dizeres: “Jesus Cristo, a melodia do meu coração”.

Barbosa saiu de Maceió, acompanhado de mais dois missionários, para realizar o trabalho de evangelizar durante o festival de música no Rio de Janeiro. Os missionários, segundo explicou Barbosa, chegaram ao rio na noite dessa quarta-feira para trabalhar nos próximos quatro dias de encerramento do Rock in Rio. A ação dos missionários alagoanos acontecerá exatamente no período do evento dedicado aos fãs do heavy metal. Nesta quinta-feira (19), por exemplo, as principais atrações são Metallica, Alice in Chains e Sepultura.

- Viemos exclusivamente para isso, sou eu e mais dois missionários, alugamos um apartamento aqui perto, e estamos nessa missão – detalha o pastor, que afirma ter confeccionado 30 mil panfletos para distribuir durante o evento.

Em entrevista ao Terra, o pastor explicou que seu objetivo é mostrar às pessoas que “Jesus Cristo preenche o vazio dos homens”. Ele comentou também sobre sua oposição às músicas tocadas no evento, ressaltando que o problema não é o ritmo, mas sim as letras e mensagens transmitidas pelas canções.

- Na minha igreja tem todos os instrumentos: bateria, guitarra, tem tudo. O problema está nas letras, que não podem ser direcionadas para algo negativo. A letra da música não pode falar do diabo, da escuridão, incitar as drogas ou a violência – explicou o pastor, que afirma não estar sofrendo rejeição ao entregar os panfletos aos “metaleiros” que chegavam à Cidade do Rock.

- A receptividade é boa, o índice de rejeição é de apenas 20% – garantiu.

- É um direito dele, né, não estou aqui para ser catequizado, de qualquer forma, vim para ver o Metallica. Ponto – comentou o estudante mineiro Joacir Santos ao pegar o panfleto.

- Vou pensar se vou dar uma lida nisso aqui – completou o jovem.

Já ao UOL o missionário revelou que  já passou “por uma fase roqueira e tentei preencher de várias maneiras. Mas o rock não me preencheu. Hoje é dia de rock pesado, mas sinto que o pessoal com quem falei é otimista”, comentou ele.

Barbosa afirmou que sua proposta é para ajudar a “preencher o vazio nos corações dos roqueiros”, mas ressaltou que quem “sou um agente, quem converte é Jesus”.

Por Dan Martins e Renato Cavallera, para o Gospel+

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Assembleia de Deus dos Últimos Dias exibe programa em defesa do pastor Marcos Pereira e mostra trabalhos sociais: “A prisão não abala a igreja”;

 

Assembleia de Deus dos Últimos Dias exibe programa em defesa do pastor Marcos Pereira e mostra trabalhos sociais: “A prisão não abala a igreja”; Assista

A Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) segue publicando materiais em defesa de seu fundador, pastor Marcos Pereira, condenado por estupro em primeira instância.

No programa Os Mistérios dos Últimos Dias, os filhos do pastor, evangelista Filipe Madureira e a cantora Nívea Silva, ressaltam os trabalhos sociais de Marcos Pereira, afirmando que as ações nas comunidades são realizadas há “24 anos” no Rio de Janeiro.

Cenas da sessão em que o pastor recebeu o título de cidadão benemérito do Rio de Janeiro na Assembleia Legislativa (Alerj) foram mostradas como exemplo de reconhecimento estatal ao trabalho desenvolvido por ele nas comunidades.

“Pastor Marcos Pereira é o nosso grande irmão… Ele tem ajudado a governos, porque quando ele faz esse trabalho magnífico, ele nos ajuda para fazermos leis justas, ele nos ajuda porque vive em oração constante, buscando a Deus, ele ama o povo, ele ama o seu país, e eu tenho um amor muito grande”, disse a deputada Benedita da Silva, em declaração ao programa.

As visitas do pastor aos morros e aos presídios também foram usadas no programa como ilustração do trabalho sócio-espiritual que Marcos Pereira desenvolvia.

O programa foi gravado na quinta-feira, 12 de setembro, dia em que a sentença do pastor Marcos Pereira, de condenação a 15 anos de prisão, havia sido anunciada. “Por volta das 17h00, tivemos a triste notícia de que o nosso pastor, Marcos Pereira da Silva, foi condenado. Triste porque a separação da carne dói, mas nós sabemos que a prisão não abala a igreja, mas é a igreja que abala a prisão. Por isso, nós estamos firmes, confiantes que a última palavra é do Senhor [...] de que essa sentença será anulada”, disse Nívea Silva.

Assista:

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Apresentadora Eliana se disfarça de cantora gospel para promover encontro de irmãos em seu programa

 

A apresentadora Eliana gravou um quadro de seu programa no SBT com disfarce de cantora gospel.

A ideia do quadro era promover o encontro de dois irmãos que não se viam há quase 30 anos.

 

O disfarce fez parte da estratégia para convidar ambos a comparecerem à gravação de um suposto documentário sobre uma banda gospel, da qual a apresentadora seria a vocalista.

Usando lentes e peruca para ficar morena, a apresentadora também usou óculos e figurino diferente do que costuma usar em seu programa.

A atração irá ao ar no próximo domingo, dia 22 de setembro, dentro do programa Eliana, no SBT, às 15h00.

Apresentadora retirando o disfarce

Apresentadora retirando o disfarce

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Telespectadores da novela Amor à Vida aprovam piadas sobre religião feitas pelo vilão gay Félix.

 

A novela Amor à Vida, exibida pela TV Globo na faixa das 21h00, começou com a promessa de que a personagem Valdirene se tornaria evangélica, mas chega ao capítulo 100 sem a conversão da periguete e com outras referências à religião.

O vilão da trama, Félix, é um homossexual vivido por Mateus Solano e tem consagrado bordões construídos a partir de referências bíblicas, como “Eu cobrei pedágio na travessia do mar Vermelho”, “Só posso ter colado chicletes no cabelo de Jesus Cristo” e “Fiz furinhos na Arca de Noé”, por exemplo.

As piadas de Félix tem sido bem vistas pelo público, segundo informações da jornalista Keila Jimenez, responsável pela coluna Outro Canal, no site do jornal Folha de S. Paulo.

Jimenez informa que na Central de Atendimento ao Telespectador da Globo (CAT), as mensagens recebidas são de elogios e aprovação às piadas do vilão.

Amor à Vida tem cumprido seu papel no que se refere à audiência: tem conseguido média de 35 pontos no Ibope, superando a média de 30 pontos da antecessora Salve Jorge, escrita por Glória Perez.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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“Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo?”, questiona jornalista, após cantora lançar clipe “Wrecking Ball” em que aparece nua.

 

A cantora Miley Cyrus chocou admiradores e a opinião pública como um todo ao protagonizar, durante o Video Music Awards (VMA), cenas extremamente ousadas e sugestivas.

A perplexidade se formou pelo contraste do episódio com a imagem que a cantora mantinha junto aos fãs quando surgiu interpretando a personagem Hannah Montana, da Disney.

Poucos dias depois, Cyrus lançou uma nova música com um clipe ainda mais polêmico. Em “Wrecking Ball”, a cantora aparece nua num cenário de demolição e com gestos tão sugestivos quanto os que ela apresentou no VMA.

A onda de choque causada pela cantora levou diversas pessoas a se questionarem sobre o que estaria acontecendo com a cantora teen que encantava crianças e adolescentes mundo afora.

Jennifer LeClaire, editora do Charisma News, um dos maiores portais cristão de notícias dos Estados Unidos, publicou um artigo questionando se Miley Cyrus teria vendido sua alma ao diabo.

“Miley está apelando para um choque de valores para criar um frenesi na mídia, e acabou indo muito além do que qualquer coisa que Madonna ou Lady Gaga tenha feito em suas performances mais perversas”, opinou LeClaire.

“Pense nisso por um minuto: Miley Ray Cyrus nasceu em uma família cristã. Na verdade, seu nome verdadeiro é Destiny Hope Cyrus. A ex-estrela de Hannah Montana foi apresentada como cristã e batizada em uma Igreja Batista do sul. Ela usava um anel de pureza, quando era mais jovem, sinalizando seu compromisso para praticar a abstinência até o casamento. Agora ela está estampando manchetes por mostrar os mamilos e muito mais. Então o que deu errado? O que aconteceu, não aconteceu da noite pro dia. Você pode ver o lento declínio da personalidade doce de Miley nos últimos cinco anos”, disse a editora, referindo-se às polêmicas que a cantora se envolveu e a constante mudança de aparência.

Respondendo à pergunta do título de seu artigo, Jennifer LeClaire diz que “não acho que Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo, como alguns podem reclamar”, e completa: “Mas, claramente, Miley já vendeu para o espírito do mundo”.

Concluindo seu artigo, a editora diz que não tem “todas as respostas” para o que poderia ser chamado de crise de identidade da cantora, e afirma: “Uma coisa é certa: ninguém forçou Miley para esfregar-se em um homem casado com o dobro de sua idade na frente de jovens na MTV, e ninguém a obrigou a se despir e dançar em um bola de demolição também. Miley foi levantada com valores cristãos. Ela está fazendo suas próprias escolhas. Ela está enganada. Minha oração é que Miley seja como o filho pródigo e volte ao abraço do pai. Deus está apenas esperando para vê-la vir correndo sobre a colina. Vamos orar para que Miley encontre seu caminho para casa em breve. Nós, pelo menos podemos concordar com isso?”, questiona.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Jogador Daniel Alves elogia Neymar e afirma que Deus o tocou e disse: Você vai ser o jogador

 

 

A Seleção Brasileira venceu Portugal por 3×1 ontem, 11/09, num jogo amistoso disputado em Boston, Estados Unidos, com uma grande apresentação de Neymar, que participou do primeiro gol e marcou o segundo.

A repercussão da boa atuação do jogador nos jornais europeus contou com uma entrevista do lateral direito Daniel Alves, companheiro de Neymar no Barcelona e na Seleção, à revista Eurosport.

Dani Alves, como é conhecido, rasgou elogios ao atacante: “Eu acho que é um dos poucos jogadores que, quando nasceu, Deus o tocou e disse: ‘Você vai ser o jogador’”, afirmou, fazendo referência à frase consagrada por Romário.

Para o lateral direito, Neymar “está em uma grande equipe e o mundo do futebol o conhecerá e verá o que ele é capaz”.

Neymar acertou sua transferência do Santos para o Barcelona durante a preparação para a Copa das Confederações, que posteriormente foi vencida pelo Brasil. Na opinião de Daniel Alves, a competição serviu para mostrar a verdadeira face da Seleção Brasileira: “Acho que muita gente agora aposta na vitória do Brasil, mas três ou quatro meses atrás não fariam isso. Essa é a real importância da Copa das Confederações para nós”, resumiu.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Praticante de MMA, senador Magno Malta critica projeto que prevê proibição de transmissão de lutas na TV aberta

 

O senador Magno Malta (PR-ES) é um entusiasta confesso do Mixed Martial Arts (MMA), modalidade esportiva que mescla diversas artes marciais e embala lutas de eventos como o Ultimate Fighting Championship (UFC).

Malta é praticante do esporte e incentivador da prática, usando-o como ferramenta de recuperação de dependentes químicos no projeto social Vem Viver, localizado em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo.

Na última sexta-feira, 11 de setembro, o senador participou de um congresso da modalidade no Rio de Janeiro e se posicionou contra o projeto de lei do deputado federal José Mentor (PT/SP), que visa limitar as transmissões de eventos como o UFC a emissoras de TV por assinatura.

Segundo Malta, o projeto é irresponsável por estigmatizar artes marciais como violentas: “Violência são políticos viverem bêbados publicamente nas esquinas e as novelas com cenas fortes em horários impróprios . O deputado José Mentor e sua iniciativa irresponsável, indecente, não mereceram apoio na audiência pública no Congresso Nacional”, disse o senador.

Para Magno Malta, o esporte é sinônimo de superação e dedicação: “O MMA é a união de várias práticas e por isso é a modalidade esportiva que mais cresce no mundo. No Espírito Santo, depois que os capixabas Erick Silva e Marcelo Guimarães mostraram para o mundo que todos jovens podem alcançar o sonho da vitória, as academias estão lotadas de crianças, jovens e até mulheres que buscam mais qualidade de vida”, observou, lembrando dos benefícios à saúde oferecidos pela prática esportiva.

Segundo a assessoria de imprensa do senador, Malta lembrou ainda os efeitos da prática esportiva nas pessoas beneficiadas pelo projeto Vem Viver: “São pessoas hiperativas que buscaram o caminho errado, trouxeram sofrimento para os familiares, mas agora, através do esporte, estão centralizando energia no esporte e conquistando o sonho de subirem no degrau da glória, da recuperação moral e emocional”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros é contra o envolvimento de líderes religiosos na política

 

Que a mistura entre política e religião não é bem vista pelos brasileiros já se sabe. O ditado popular que diz que os temas não devem ser discutidos é uma prova de que o povo não gosta quando um interfere no outro.

Agora, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) confirmou isso: seis em cada dez brasileiros são contrários à candidatura de líderes religiosos a cargos eletivos. Em números mais específicos, 57,8% dos entrevistados disseram serem contra, enquanto 38,7% se mostraram favoráveis.

A postura parece ser semelhante quanto a candidatos que são apoiados por igrejas: 66,2% disseram que não votariam neles, enquanto que 28,5% responderam que aceitariam a indicação.

Na política brasileira atual, o maior ícone de líderes religiosos que se tornaram políticos, ou políticos que se elegeram a partir do apoio de igrejas é a bancada evangélica, que reúne 76 deputados federais e dois senadores.

A pesquisa da CNT foi realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, e entrevistou duas mil pessoas, de 135 cidades do Brasil, em 21 estados diferentes, segundo informações do site da revista Exame.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Justin Bieber diz ter chorado durante culto na igreja Hillsong NYC: “Sermão incrível”

 

O cantor pop Justin Bieber publicou uma mensagem em seu Twitter no último domingo, afirmando ter chorado durante um culto na Hillsong NYC, uma filial da igreja australiana na cidade norte-americana.

Bieber, apesar das inúmeras polêmicas em que se envolve, sempre se identificou como um cristão, e chegou argumentar aos críticos que não é perfeito, e que seus deslizes não influenciavam sua fé.

A mensagem no Twitter elogiava também o sermão pregado pelo pastor da igreja: “Muito amor para meu amigo Carl Lentz NYC pelo sermão incrível na igreja esta manhã. Te amo, cara. Chorei hoje. Obrigado”, escreveu o artista.

twitter justin bieber

Posteriormente, o pastor Lentz e sua esposa, Laura, publicaram fotos de Justin Bieber nos bastidores do templo, que costuma receber 5.500 pessoas em média a cada culto.

A denominação tem se destacado na cidade conhecida como capital do mundo pela maneira simples e direta de se comunicar. Em seu site, a missão da Hillsong NYC é definida como “atingir e influenciar o mundo através da edificação de uma grande igreja, centrada em Cristo e baseada na Bíblia, mudando mentalidades e capacitando as pessoas para liderar e impactar todas as esferas da sociedade”.

Confira as fotos de Justin Bieber ao lado do pastor da Hillsong NYC:

Justin Bieber ao lado do pastor Carl Lentz e seu filho

Justin Bieber ao lado do pastor Carl Lentz e seu filho

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pesquisador diz que, apesar do crescimento, igreja evangélica se tornará relevante no Brasil quando “aprender a dialogar com a sociedade”

 

O pesquisador Johnny Bernardo, colunista deste portal, concedeu uma entrevista recentemente falando sobre as mudanças no cenário evangélico nacional e as implicações disso na sociedade brasileira.

Na entrevista ao jornal Nosso Tempo, do Rio de Janeiro, Bernardo afirmou que o crescimento do movimento evangélico brasileiro é, em parte, movido por suas características de independência, competitividade e superficialidade.

“O Censo 2010 do IBGE aponta para 42,5 milhões o número de evangélicos brasileiros, mas não leva em conta o fato de que não há, pelo menos nas igrejas neopentecostais, uma consciência definida do que é ser Igreja, sendo comum frequentadores orbitarem entorno de terreiros de umbanda e templos da Universal, por exemplo. É um problema não identificado pelo IBGE”, pondera o pesquisador.

Segundo Johnny, “a sociedade, de modo geral, é afetada pelo crescimento das igrejas evangélicas brasileiras, pelo o fato de que as opções de culto ou religiosidade são consideravelmente maiores do que, por exemplo, na primeira metade do século XX, quando o catolicismo romano reinava absoluto”.

Esse crescimento numérico de fiéis que professam a fé evangélica é movido, em parte, pelo uso das mídias de massa nas últimas décadas, como rádio e televisão, e mais recentemente a internet. Para Johnny, o uso dessas mídias, “ao mesmo tempo em que contribui com a divulgação da Palavra”, expõe uma certa falta de objetivo, pois “as programações evangélicas aos poucos perdem seu sentido original”: “Os recursos audiovisuais têm sido usados como mecanismos de comercialização da fé, sem compromisso pastoral. Tornou, digamos, um método adaptável por qualquer organização religiosa”, lamenta.

De acordo com Johnny Bernardo, “nas últimas décadas a igreja evangélica brasileira tem se caracterizado como uma Igreja de templos, de liturgias”, o que estaria tornando as denominações em corporações voltadas pra si mesmas: “Em outras palavras, ao invés de se fazer presente na sociedade, a Igreja tem se retraído cada vez mais. Tal nos leva a refletir sobre que tipo de crescimento evangélico a mídia se refere”, questiona.

“A Igreja somente será relevante na medida em que aprender a dialogar com os vários segmentos da sociedade, compartilhar seus problemas e frustrações”, diz Johnny Bernardo, que enxerga nesse ponto, um fator de cisão entre as diferentes linhas teológicas: “Há de se desenvolver, nos próximos anos, uma significativa diferenciação entre protestantes históricos e pentecostais. A tendência é de que o protestantismo histórico se torne cada vez mais liberal, aberto a novas tendências e discussões da sociedade; diferente do pentecostalismo, que será caracterizado como um movimento conservador, tradicionalista, fundamentalista. É uma inversão, dado o fato de que o protestantismo histórico, nos primeiros 25 anos do século XX, foi conhecido como um movimento extremamente conservador, fundamentalista”, pontua.

Johnny Bernardo cita como argumento para seu prognóstico as mudanças sofridas por duas importantes denominações pentecostais ao longo dos últimos anos: “A Igreja Pentecostal Deus é Amor é um exemplo de que, com uma possível ausência de seu líder máximo e fundador, David Miranda, deverá caminhar para novas mudanças, como abertura aos meios de comunicação, diminuição da rigidez doutrinária. Há algumas mudanças em processo, como a veiculação da imagem do fundador nas fachadas das filiais, e em meios de comunicação. Recentemente a Internet foi liberada aos membros, e já há uma preocupação com a formação acadêmica (teológica e secular), por parte de alguns líderes e membros da IPDA. É uma tendência comum às igrejas pentecostais, como a Assembleia de Deus que, com a chegada da televisão ao Brasil, a proibiu aos membros, mas que aos poucos liberou o acesso ao recurso. Os costumes também passam por um processo de liberalização, embora com certa resistência localizada”, enumera.

Uma eventual unidade entre as diferentes linhas de pensamento e denominações evangélicas no Brasil é vista como uma situação utópica pelo pesquisador: “As diferenças doutrinárias, de costumes, de organização etc., são elementos que dificultam uma possível aproximação entre as várias vertentes evangélicas brasileiras, notadamente entre históricas e pentecostais em relação as neopentecostais, ou mesmo entre igrejas protestantes históricas e pentecostais”, diz Johnny Bernardo.

Apesar disso, há um fator que pode promover essa união, segundo ele: “Observa-se uma contínua aproximação no que se refere aos desafios da pós-modernidade, como as políticas homossexuais que procuram restringir a liberdade de expressão evangélica, com projetos como a PLC 122/2006, além de políticas ligadas à legalização do aborto, da prostituição e do uso de drogas, como a maconha, por exemplo. A tendência é de uma possível articulação religiosa, em um âmbito nacional e interdenominacional, e que envolverá representantes evangélicos e católicos. É o único caminho dado à expansão ideológica e de influência de grupos de defesa do homossexualismo, nos três poderes”, conclui.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor lamenta postura de cristãos que ironizaram a morte de Champignon: “Como podem falar do inferno com tanta naturalidade?”

 

A morte do baixista Champignon, ex-integrante do Charlie Brown Jr., foi muito lamentada por seus colegas de profissão e amigos pessoais nas redes sociais. Entretanto, alguns internautas que não mantinham um relação de proximidade com o músico fizeram comentários com teor de julgamento ou ironia, pelo fato de Champignon ter cometido suicídio.

Um dos colegas de profissão do músico, o cantor e ator Leo Jaime, chegou a criticar essa postura ainda no calor da notícia, e afirmou que “não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido”.

O mesmo comportamento incomodou o pastor e blogueiro Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança. Num artigo falando especificamente sobre comentários publicados por cristãos sobre o caso, Vargens demonstrou tristeza pela forma como muitos fiéis falaram friamente sobre a condenação ao inferno.

“Por favor me responda sinceramente como é que pode crentes em Jesus falar do inferno com tanta naturalidade, sem contudo derramar uma lágrima sequer? Confesso que fico estarrecido com  o sarcasmo de alguns, bem como a frieza de outros, que aparentemente estão felizes com o falecimento de Champignon”, escreveu Renato Vargens.

O pastor citou um trecho de um discurso de Jonathan Edwards sobre o inferno e a atitude dos cristãos em relação à pregação de que o caminho oposto à salvação é a perdição. Em sua fala, Edward diz que “se nós que cuidamos das almas soubéssemos como é o inferno e conhecêssemos a situação dos condenados à perdição, ou se por algum outro meio nos tornássemos conscientes de quão pavorosa é a condição deles; se ao mesmo tempo soubéssemos que a maioria dos homens foi para lá e víssemos que nossos ouvintes não se dão conta do perigo – nestas circunstâncias, seria moralmente impossível que evitássemos mostrar-lhes com muita seriedade a terrível natureza de tal desgraça e como estão extremamente ameaçados por ele. Nós até mesmo lhe clamaríamos em alta voz”.

Vargens retoma lamentando a postura desses cristãos que, aparentemente, não refletem sobre a complexidade do assunto e o real tamanho das consequências de ser condenado ao inferno: “Os que falam do inferno sem lágrimas nos olhos e com frieza na alma apontam para o fato de que não entenderam a mensagem do Evangelho. Ouso afirmar que se entendêssemos de toda nossa alma o que significa o inferno não seríamos tão maldosos em nossos comentários, antes pelo contrário, choraríamos diante do Eterno, simplesmente pelo fato de sabermos que uma alma se perdeu”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Arquidiocese do Rio de Janeiro lança campanha de doações para pagar dívidas de R$ 90 milhões geradas pela JMJ

 

 

Há cerca de 40 dias, o papa Francisco finalizou sua passagem pelo Brasil. Sua passagem pelo país teve como principal motivo a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento que reuniu milhares de fiéis e, segundo a Igreja Católica, levou os fiéis de volta às igrejas. Porém, além da renovação da fé de muitos fiéis, a JMJ deixou uma grande dívida para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, que agora organizou uma campanha de doações com objetivo de arrecadar dinheiro para quitar gastos do evento.

Intitulada “Agora é Sua Vez de Contribuir”, a campanha recém-lançada pela instituição católica, tem como objetivo levantar fundos para sanar a dívida, que beira a casa dos R$ 90 milhões, segundo o portal iG. A campanha está sendo divulgada na página oficial da Arquidiocese nas redes sociais. Com cartazes lançados em sua página oficial no Facebook, a instituição divulgou o número da conta corrente do Instituto da JMJ, pedindo qualquer contribuição.

Muitos seguidores da página na rede social chegaram a afirmar que a campanha não era verdadeira, mas, em comunicado oficial, a organização católica confirmou a veracidade da campanha.

A nota afirma que a mudança de planos durante a Jornada, transferindo eventos de Guaratiba para Copacabana, bem como a diminuição do número de peregrinos estrangeiros esperados para o evento, fez os gastos estourarem.

- Em Guaratiba estava quase tudo pronto quando mudamos pra Copacabana. Um evento preparado em um ano e meio pra mudar em dois dias supõe toda uma despesa muito grande, também, que aconteceu, e não prevista anteriormente – afirmou Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, segundo o G1.

A campanha, bem como a confirmação da dívida, gerou polêmica na internet. Na página da Arquidiocese no Facebook, um espanhol questionou os gastos e a iniciativa para arrecadar fundos, comparando a JMJ do Rio de Janeiro com a edição do evento promovida na Espanha.

- Desde quando é preciso pagar por uma JMJ? Em Madrid (a penúltima edição), geramos benefício em toda cidade de mais de 150 milhões de euros, não houve déficit. Será que no Rio teve corrupção do governo? – criticou Josué Báscones.

Para pagar as dívidas criadas pela realização da JMJ, a Igreja já vendeu um edifício, onde funciona o Hospital Quinta D’or, em São Cristóvão, por R$ 46 milhões. Os cerca de R$ 90 milhões restantes das dívidas estão sendo renegociadas com os fornecedores. Foi também aberta uma auditoria interna para apurar os gastos.

- Essa auditoria está sendo feita pra poder exatamente sabermos o que aconteceu, o que está acontecendo, pra que saber onde foi aplicado cada centavo e quais são as verdadeiras necessidades – declarou Dom Orani.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Renato Pelado, ex-baterista do Charlie Brown Jr., lamenta a morte de Champignon: “Acho que faltava Deus na vida dele”

 

 

A morte do músico Champignon, ex-integrante da banda Charlie Brown Jr foi muito lamentada por artistas e colegas de profissão, que publicaram mensagens de condolência e desejos de consolo da parte de Deus para a família dele.

No entanto, um destes colegas, o baterista Renato Pelado, que fez parte da formação original do Charlie Brown Jr ao lado de Champignon e Chorão (vocalista da banda morto em março deste ano) e tocou com o baixista por treze anos, concedeu uma entrevista ao G1 dizendo que sentia que havia faltado Deus na vida do amigo.

Pelado comentou que a postura de Champignon, mesmo quando se distanciaram, foi de amizade: “A última vez que eu vi ele, por incrível que pareça, foi no enterro do Chorão. O que nos separou foi a banda, eu segui outro caminho, segui o caminho de Deus. Ele me apoiou, nunca ficou me pressionando, respeitou minha escolha. É lamentável, estou muito surpreso”.

Segundo Renato Pelado, ele tentou agendar um encontro com o amigo na última vez que conversaram por telefone: “A gente era amigo, eu liguei para ele e pedi para que quando estivesse em Santos me encontrar”.

O baterista, que atualmente é membro da igreja Bola de Neve, lamentou o ocorrido e a falta de Deus na vida do amigo: “Ele deixou alegria, a técnica, a lembrança ficará sempre no coração. Uma pena que tudo afetou ele. Eu chego a conclusão de que o sucesso não é isso, sucesso é outra coisa. É um engano, você acha que está fazendo sucesso, mas no fundo está vazio, eu acho que faltava Deus na vida dele. Eu fujo do tumulto, achei minha paz”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Em meio à guerra civil na Síria, cristãos são perseguidos por muçulmanos, que classificam a Bíblia como “mais perigosa que armas químicas”

 

A guerra civil na Síria protagonizada por opositores ao presidente Bashar Al Assad e seus defensores tem sido noticiada pela imprensa mundial desde o início, e mais recentemente pelo iminente ataque dos Estados Unidos ao país, após a descoberta do uso de armas químicas por parte do governo contra a população.

Porém, a guerra como um todo esconde a perseguição aos cristãos do país feita pelos muçulmanos que se dividem entre pró e contra o governo.

Um vídeo publicado recentemente por um grupo islâmico mostra uma grande quantidade de Bíblias apreendidas pelos ativistas. O narrador do vídeo classifica o material como “mais perigoso que armas químicas”, e diz que a evangelização feita no país é uma espécie de manipulação, pois a estratégia dos cristãos é baseada em ajudas sociais: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”, diz o homem.

Uma legenda do material pede que a nação islâmica acorde para se prevenir à evangelização que vem sendo feita no país. De acordo com informações publicadas pelo WND, há rumores de que cristãos estão sendo sequestrados e executados no país por se recusarem a abandonar a fé e converter-se ao islamismo.

O jornal Daily Mail publicou o relato de um cristão que presenciou um dos ataques de intolerância religiosa: “Eu vi os militantes agarrando cinco moradores e ameaçando-os dizendo: ‘Ou você se converte ao islamismo, ou você vai ser decapitado’”.

Assista abaixo ao vídeo:

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor Marco Feliciano ironiza denúncias de corrupção contra o Psol de Jean Wyllys: “Me perseguiram e agora foram denunciados por desvio de verbas”

 

 

Uma denúncia de corrupção e crime eleitoral supostamente praticados pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), legenda que abriga o deputado federal Jean Wyllys, foi tema de uma publicação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em seu perfil no Twitter.

Feliciano ironizou o fato de que o partido é um de seus principais opositores na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e agora, está envolto em denúncias de corrupção: “Fiquei sabendo hoje que um dos partidos que mais me perseguiram e que encarnam o moral aqui na Câmara foi denunciado por desvio de verbas de uma ONG. Usaram o dinheiro da ONG para fazerem a campanha dos seus deputados. E pasmem a denuncia foi feita por uma parlamentar deste mesmo partido”, publicou o pastor.

A fala de Feliciano foi comentada pelo pastor assembleiano Abner Ferreira, em tom de ironia: “Marco Feliciano, tem notícias do mensalão do PSOL? O PSOL virou PSIU… Ninguém comenta nada… rsrs”.

A denúncia foi tema de reportagem do Jornal Nacional, que ouviu o deputado Jean Wyllys, citado nas investigações como um dos beneficiados pelo esquema de boca de urna supostamente montado pelo partido nas eleições de 2010. O ex-BBB negou que tivesse conhecimento do caso: “Não tinha conhecimento disso. Para mim, esta referência à boca de urna é uma novidade”.

O desvio

A principal acusada do esquema de corrupção é a deputada estadual Janira Rocha, presidente estadual do PSOL no Rio de Janeiro e líder da bancada do partido na Assembleia Legislativa (Alerj). Gravações feitas durante reuniões da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindsprev) mostram a deputada admitindo que se beneficiou de um esquema de caixa dois com o desvio de dinheiro do sindicato.

No áudio obtido pela Polícia, Janira demonstra preocupação com a possibilidade de vazar um documento que a comprometesse: “Qual é o problema? Todo mundo sabe que foi dinheiro para minha campanha, o problema é que tem um documento, em papel timbrado, de uma regional do sindicato, de uma dirigente do sindicato, dizendo, entendeu? Que o dinheiro do sindicato foi para a minha campanha. A gente pode botar no relatório que o dinheiro foi para atividades políticas, mobilizadoras. Não pode dizer que foi para a construção de PSOL, foi para a disputa, para eleger deputado. Isso não pode, isso é crime”, diz a deputada.

Numa entrevista à TV Globo, Janira se negou a comentar as acusações: “Eu não tenho nada a temer. Eu não tive ainda acesso ao dossiê. Eu não vi. Eu não sei do que está dito dentro, a não ser as questões que estão colocadas na imprensa. Eu acho que as gravações refletem uma determinada conjuntura, reflete um debate em que eu estava fazendo, uma discussão que eu estava fazendo – inclusive publicamente”.

“Psol é um PT mixuruca”

Um dos principais críticos aos partidos de esquerda no Brasil, o jornalista Reinaldo Azevedo, de Veja, publicou em sua coluna no site revista um artigo sobre o caso.

“Entre os papéis que compõem um dossiê elaborado por ex-assessores seus [de Janira Rocha], que tentaram extorqui-la, evidências de financiamento irregular de boca de urna das campanhas dos deputados federais Chico Alencar e Jean Wyllys. O primeiro chamou a coisa de ‘papelucho’, indignado, claro! O outro, num tom baixo e profundo, diz não saber de nada. O PSOL é o partido que comandou a invasão da Câmara de Vereadores do Rio porque, sabem como é, não suporta corrupção. Reitero: no partido, Janira é peixe graúdo”, pontuou o jornalista.

O ataque ao Psol foi reiterado pelo jornalista, que classificou o partido como “um PT mixuruca, com complexo de moralidade”, e afirmou que a aplicação da lei deve ser feita em sua íntegra: “Ela [Janira Rocha] recebeu doação ilegal, de maneira confessa e inequívoca, o que resulta, segundo a lei, em cassação de mandato. Mas não só ela. Também o registro do PSOL, se a lei for cumprida, tem de ser cassado”, escreveu Azevedo, citando o Inciso IV do o Artigo 31 da lei 9.096, que regulamenta a atuação dos partidos.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Ladrão desiste de estupro após vítima recitar versículo de João 3:16 e orar por ele; Agressor foi morto pela polícia horas depois

Uma tentativa de estupro foi interrompida quando a mulher recitou a passagem de João 3:16 e orou pelo agressor, livrando-se assim do abuso sexual.

O caso aconteceu na Florida, Estados Unidos, e segundo a polícia, Charlie Christopher Bates foi morto horas depois numa perseguição policial.

A tentativa de estupro se deu quando Charlie invadiu o apartamento de sua vítima, e com uma arma, forçou-a a se despir e acariciá-lo. Quando ele estava prestes a consumar o ato, a vítima recitou um dos versículos mais conhecidos da Bíblia e passou a orar pelo agressor.

Segundo depoimento prestado pela vítima à Polícia, nesse momento o comportamento de Charlie mudou, e ele deu uma camisa para que ela se cobrisse. Logo depois, vítima e estuprador oraram juntos, e a mulher rasgou uma página da Bíblia e entregou a ele, antes de sua fuga.

A porta-voz da Polícia da cidade de Tampa, Laura McElroy, afirmou que “as orações provavelmente salvaram a vida da mulher”.

Quando a Polícia foi acionada, iniciou uma perseguição policial numa rodovia federal, que resultou na morte de Charlie, que foi atingido por tiros disparados pelos policiais.

Charlie vinha sendo procurado pelo estupro de outras quatro mulheres na Universidade do Sul da Flórida, localizada a poucos quilômetros do local onde ele morreu, além de outros crimes.

A curiosidade está no fato de que, segundo o Urban Christia News, Charlie já havia desistido de estuprar uma mulher num condomínio um mês atrás. Ele agiu de forma semelhante, invadindo o apartamento no condomínio fechado, tomando joias e o celular da vítima, e ameaçando estuprá-la. Quando a vítima começou a orar, Charlie fugiu.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Ateu Richard Dawkins afirma que escândalos de pedofilia são tratados com exagero

 

A pedofilia é um crime repudiado pela maioria das pessoas, sejam elas religiosas ou não, e combatida em todo o mundo através de campanhas educacionais e criação de leis severas a respeito do assunto.

No entanto, um dos ateus mais conhecidos mundialmente, o biólogo Richard Dawkins, 72 anos, concedeu uma polêmica entrevista afirmando que existe exagero na forma como os casos de pedofilia tem sido tratados.

A revista Times publicou as declarações de Dawkins no último sábado, 07 de setembro. O ateu afirmou que se sentia incapaz de condenar o que ele classificou como “pedofilia leve”, e que ele teria experimentado na escola quando ele era uma criança, na década de 1950.

Dawkins disse que um de seus professores havia praticado a tal “pedofilia leve” nele, mas isso não teria deixado “danos permanentes”.

“Ele segurou no meu joelho e colocou a mão dentro da minha cueca”, relatou Dawkins. “Estou muito consciente de que você não pode condenar as pessoas de uma época em que os padrões eram diferentes da nossa. Assim como nós não olhamos para trás nos séculos 18 e 19 para condenar as pessoas por racismo, da mesma forma como condenaríamos uma pessoa moderna, eu olho para algumas décadas atrás, para minha infância, e vejo essas coisas como uma leve pedofilia, que não pode ser condenada pelos mesmos padrões que eu ou qualquer um faria hoje”, disse.

O biólogo pontuou que os casos mais famosos de pedofilia envolvem estupro e até assassinato e não deve ser comparado com os casos exemplificados por ele.

As declarações foram recebidas com assombro, e geraram reações. Peter Watt, diretor da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra Crianças, afirmou que a fala de Dawkins eram “terríveis”. “O senhor Dawkins parece pensar que, porque um crime foi cometido há muito tempo, devemos julgá-lo de uma maneira diferente. Mas sabemos que as vítimas de abuso sexual sofrem os mesmos efeitos, não importa se o crime foi cometido há 50 anos ou ontem”.

Segundo o Huffington Post, Peter Saunders, fundador da Associação Nacional de Pessoas Abusadas na Infância, comentou as declarações de Richard Dawkins, classificando o pensamento do biólogo como preocupante e inútil: “Abuso em todas as suas formas é sempre errado. Mal é mal e nós temos que desafiá-lo sempre e onde quer que ele ocorra”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Evangélica, a ex-Tiazinha, Suzana Alves, prega em congresso de adolescentes

Evangélica, a ex-Tiazinha, Suzana Alves, prega em congresso de adolescentes

A ex-modelo Suzana Alves, que ficou conhecida nacionalmente como a mascarada Tiazinha, no extinto programa “H”, se converteu e está pregando em igrejas evangélicas, dando seu testemunho de vida e fé. No último fim de semana sua participação em um congresso de adolescentes, onde teria foi listada como uma das preletoras, chamou a atenção da imprensa.

Atualmente casada com o ex-tenista Flávio Saretta, Suzana Alves teria pregado em um evento que aconteceu na Igreja Batista de Tambuá, em João Pessoa. Após o evento, a ex-modelo recebeu várias mensagens no Twitter, sobre seu testemunho.

- Seu testemunho mudou minha vida!!!! Agradeço muito a Deus e a você!!!! Deus te abençoe grandemente – escreveu uma seguidora de Suzana Alves, segundo o site Extra.

- Muito bom a sua presença conosco, amiga!! Seu testemunho rendeu frutos eternos! – afirmou outra internauta.

Suzana também publicou no Twitter uma foto da igreja onde esteve, com a legenda “Amor ao extremo: Jesus”, referindo-se ao nome do evento. Em seu perfil na rede social, a ex-modelo se apresenta como uma “serva de Cristo, aprendiz do seu amor”.

A conversão ao evangelho seria o motivo da mudança no estilo de vida de Suzana, que tem preferido se manter no anonimato nos últimos anos. Conhecida na década de 1990 por suas performances sensuais como Tiazinha, e por ter estampada a capa da revista Playboy, Suzana Alves é hoje proprietária de um centro de pilates, e se mantém longe da fama.

 

Por Dan Martins, para o Gospel+

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