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28 de jan de 2012

Soldado conhecido como “o demônio” diz que não se arrepende de ter matado 255 pessoas

 

Soldado conhecido como “o demônio” diz que não se arrepende de ter matado 255 pessoas

Um jovem cristão que se define como “um cowboy do Texas” se alistou na Marinha e logo passou a fazer parte da equipe de elite Seals. Em pouco tempo tornou-se o atirador mais mortal da história americana. Essa é a história que Chris Kyle conta em sua biografia,  American Sniper [Atirador de elite americano].

Seu relato foi para as livraria este mês e gerou uma discussão sobre como funciona a mente de um soldado que se orgulha em matar.

Quando as forças americanas foram para o Iraque em 2003, Chris Kyle recebeu um rifle de sniper e pediram que ajudasse um batalhão de fuzileiros a entrar em uma cidade iraquiana.

Uma multidão veio até os soldados. Através da mira telescópica, ele viu uma mulher com uma criança no colo, aproximando-se da tropa. Ela tinha em sua mão uma granada pronta para ser detonada.

“Esta foi a primeira vez que precisava matar alguém. Eu não sabia se seria capaz de fazê-lo, fosse homem ou mulher”, lembra Chris.

“Tudo passou correndo pela minha mente. Era uma mulher, em primeiro lugar. Em segundo lugar, pensei “isso é certo”, é justificável?” Antes de chegar a uma conclusão ele pensou também. “Ela já tomou a decisão por mim. Ou meus compatriotas americanos morrem ou eu a derrubo”. Então ele puxou o gatilho.

Kyle permaneceu no Iraque até 2009. Segundo dados oficiais do Pentágono, matou 160 pessoas. Sua própria contabilidade indica um número muito maior: 255 mortes.  Ele entrou para a história do exército americano como seu “maior franco-atirador”.

Durante seu tempo no Iraque, ele foi batizado de “O demônio” pelas forças inimigas, que chegaram a oferecer uma recompensa de US$ 20.000 por sua cabeça.

Hoje, casado e com dois filhos, ele já se aposentou do exército. Em seu livro recém-publicado  ele afirma não ter arrependimentos.

“É um sentimento estranho”, admite. “Ver o corpo de um morto … sabendo que foi você que causou isso”. Mas o comentário seguinte surpreende. “Cada uma das pessoas que eu matei… Acredito realmente que elas eram más… Quando estiver diante de Deus terei de dar conta de um monte de coisas, mas não por ter matado qualquer uma dessas pessoas… eram selvagens”.

Um estudo sobre snipers feito em Israel demonstra que a religião influencia na maneira como um franco-atirador vê seus inimigos.

“Matar alguém que está muito distante, mas continua sendo uma pessoa”, diz a antropóloga Neta Bar. ”Eu diria que é algo íntimo.”

Ela estudou as atitudes de 30 atiradores israelenses que lutaram nos territórios palestinos entre 2000 e 2003. Uma de suas conclusões é que, enquanto muitos soldados israelenses chamavam os militantes palestinos de “terroristas”, snipers geralmente se referiam a eles como seres humanos.

“A palavra hebraica para o ser humano significa ´filho de Adão´. Esta foi  a palavra que usaram muito mais do que qualquer outro termo quando falavam sobre as pessoas que mataram”, explica.

“Ali está alguém cujos amigos amavam e tenho certeza que era uma pessoa boa, porque fazia isso por ideologia”, disse um franco-atirador que assistiu através das lentes do rifle uma família chorando sobre o corpo de um homem que ele tinha acabado de matar. ”Mas da nossa parte estamos impedido a matança de inocentes, por isso não nos arrependemos”, concluiu ele.

Na maioria das forças militares, atiradores de elite são sujeitos a rigorosos testes e treinamento, sendo escolhidos pela aptidão.  Mas os estudos de Neta Bar apontam que muitos deles só apresentam problemas anos depois da guerra, após retornarem ao convívio social normal.

Para franco-atiradores da polícia, que trabalham no meio da sociedade e não em uma zona de guerra, as dúvidas, ou mesmo o trauma, podem surgir muito mais cedo.

Brian Sain, um policial e franco-atirador no Texas, diz que muitos policiais e atiradores de elite do exército têm conflitos interiores por terem matado de forma “tão íntima”.

“Não é algo que você pode compartilhar com a sua esposa. Não é algo que você pode dizer ao seu pastor”, diz Sain, um membro do Spotter, uma associação americana que apoia snipers traumatizados.

Fonte: Traduzido e adaptado de BBC

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Dia em Memória às Vítimas do Holocausto é lembrado pela ONU e pelo Vaticano

 


Dia em Memória às Vítimas do Holocausto é lembrado pela ONU e pelo Vaticano

A data de 27 de janeiro é mundialmente lembrada como o “Dia em Memória às Vítimas do Holocausto”, pois marca o aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um discurso dizendo que este ano a ONU lembra a data dando ênfase às crianças. Ele disse: “Hoje, ao recordar todos àqueles que perderam sua vida no Holocausto — desde crianças até adultos –, peço que todas as nações protejam os mais vulneráveis, independente de raça, cor, gênero ou religião. As crianças são especialmente vulneráveis ao pior da humanidade. Devemos mostrar-lhes o melhor que este mundo tem para oferecer.”

Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aproveitou para fazer uma ligação com o que Israel tem vivido em relação ao Irã nos últimos tempos. Para ele, a maior lição do Holocausto é que Israel “deve forjar quantas alianças forem possíveis no mundo” para agir contra qualquer ameaça existencial. E acrescentou: “não devemos enterrar nossa cabeça na areia. O regime iraniano pede abertamente a destruição de Israel, e planeja a destruição de Israel e age pela destruição de Israel. A lição é que as nações do mundo devem ser despertadas”.

Na data de hoje, muitas homenagens pacíficas foram realizadas em vários lugares do mundo, inclusive em Auschwitz.  Também foi lançado pelas Nações Unidas o aplicativo, IWitness, que dá acesso a testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio ocorrido na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra. O projeto tem o apoio da Universidade do Sul da Califórnia e seu banco de dados foi organizado pelo Instituto Shoa, fundado pelo diretor de cinema Steven Spielberg, que é judeu. Além de depoimentos, também podem ser lidos quase 52 mil documentos sobre essa página triste da história.

Kiyo Akasaka, subsecretário-geral das Nações Unidas para as Comunicações e Informação Pública, entende que usando a tecnologia, “os estudantes vão poder aprender mais sobre o Holocausto e o seu significado histórico hoje em dia. Em breve, eles vão descobrir a relação com as suas vidas e comunidades”.

O padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, ao lembrar da data escreveu em um editorial oficial: “[Há] 67 anos, em 27 de janeiro de 1945, teve fim a infâmia de Auschwitz. O Dia da Memória foi instituído nesta data, ligada ao local simbolicamente mais terrível da tragédia do Holocausto. Não podemos e não devemos esquecer. Se existiram homens capazes de chegar a tão absurda atrocidade, ninguém nos assegura que no futuro isso não possa se repetir”.

Para ele, o holocausto e sua lembrança são também um ‘lugar teológico’ inevitável. “É o lugar da pergunta mais radical sobre Deus e o mal. É o lugar da última seriedade de estar diante de Deus, das profundas perguntas que lhes fazemos, do silêncio diante do mistério”. E finalizou dizendo: “O Papa polonês [João Paulo II] e o Papa alemão [Bento XVI], em Auschwitz, lembraram das vítimas. Nós também continuaremos a fazer isso neste dia, em solidariedade, em primeiro lugar, ao povo de Israel e a todas as vítimas do absurdo ódio homicida, negação de sua dignidade, de qualquer povo ou língua a que tenham pertencido e pertencem”.

Fonte: O Repórter, Estadão e ONU

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“O Diabo no Banco dos Réus”: Ateus lançam campanha na internet contra filme cristão

 

 

“O Diabo no Banco dos Réus”: Ateus lançam campanha na internet contra filme cristão

Grupos ateus estão atacando o filme “O Diabo no Banco dos Réus”, considerado por muitos o melhor longa cristão do ano passado. Um desses grupos chegou a enviar uma mensagem por e-mail avisando os produtores que foi o primeiro “ataque em massa” no site IMDb (Internet Movie Database). Dentro de três dias, a classificação do filme caiu de sete para quatro pontos no IMDb, o maior e mais influente site sobre cinema da Internet.

Comentários depreciativos como “propaganda religiosa”, “lavagem cerebral cristã”, “idiotice cristã”, e “eliminem os cristãos” permeiam a seção de comentários do filme.

“Foi um ataque direto a todos os crentes. Em apenas um dia, mais de 400 pessoas optaram pela menor nota apesar de nem terem visto o filme”, disse um porta-voz da RiverRain Productions. “Avisamos o IMDb sobre este ataque, mas eles não fizeram nada. Outros filmes cristãos, como Corajosos e Desafiando Gigantes, também sofreram esses ataques. Esta é uma forma de manchar a reputação e desacreditar esses filmes. ”

De acordo com a página do filme no Facebook, o ataque no IMDb veio de “um grupo de ateus que baixaram o filme ilegalmente”, pois ele ainda não saiu em DVD nos EUA. Eles estão cientes que essa “onda” de críticas deve se espalhar por outros sites e deve continuar por algum tempo. Sem dúvida os próximos lançamentos serão boicotados e ridicularizados como parte  dessa campanha.

O diretor e os produtores de “O Diabo no Banco dos Réus” estão pedindo dos cristãos uma atitude de perdão: “Temos que mostrar-lhes o amor”, diz o diretor do filme Tim Chey, ”Jesus disse que se eles me odeiam, vão odiar vocês.”

Tudo começou, aparentemente, porque “O Diabo no Banco dos Réus” foi mencionado pelo jornal Los Angeles Times numa matéria. O jornal destacou que o filme teve 100 mil downloads ilegais em cerca de 50 sites ilegais.

“É um dos filmes independentes mais baixados da história, o que, na verdade é um elogio”, diz Chey. “Estou feliz por espalharmos a Palavra a tantas pessoas.”

Embora a maioria dos diretores pudesse expressar tristeza por sua perda de lucro, Chey acredita que até pirataria é parte do agir de Deus. “A história e o título do filme chamam atenção do público secular. Eles vão assistir esperando um filme de terror e acabam sendo atingidos com a mensagem do Evangelho… Isto é evangelismo”, comemora.

Sobre o ataque coordenado dos ateus, ele é enfático: “Deixo a vingança para o Senhor. O mundo é cego. Eles pegam o único filme em Hollywood que traz luz para um mundo “sombrio “. Mas nossa batalha não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados do inimigo “, lembra o diretor.

Tim Chey conta que ele já foi um cético, sua conversão para uma vida com Jesus Cristo aconteceu depois dos trinta anos de idade. Devido à sua experiência anterior, não se preocupa e avisa que “essas ameaças” contra seu filme não irão intimidá-lo.

“Tivemos mais de 72 pessoas aceitando a Cristo depois de uma exibição do filme numa igreja. Isso é que me alegra. Disse à minha mulher que já valeu por todos os ataques”, explica o diretor. Ele lembra ainda do apóstolo Paulo, que também sofreram ataques e julgamento críticos por causa sua fé em Jesus Cristo.

“O Diabo no Banco dos Réus” estreou no cinema em agosto de 2011. Alcançou a maior média de bilheteria de um filme independente no país e foi filme cristão mais visto nos Estados Unidos no ano passado.

O drama é estrelado por Malcolm McDowell, Rebecca St. James, Corbin Bernsen, Shannen Fields (Facing the Giants), Tom Sizemore, Ros Gentle e Bart Bronson. O grupo de louvor Hillsong também participou no filme, que foi rodado em Sydney, Austrália.

O longa conta a história de Luke O’Brien, um zelador que estuda direito à noite. Ele decide processar Satanás (Malcolm McDowell), pedindo US$ 8 trilhões de dólares. No último dia, antes que Luke receba do juiz uma decisão à revelia, Satanás aparece para se defender. Na equipe legal de Satanás estão 10 dos melhores advogados do país. O mundo inteiro assiste na TV quem vai ganhar o julgamento do século.

O filme é descrito como “um thriller jurídico de alto conceito. Uma batalha espiritual que se passa em um tribunal”. Já está disponível no Brasil, sendo distribuído pela Graça Filmes.

Traduzido e adaptado de Christian Post e Charisma News

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Mulher processa igreja evangélica depois de ser “vítima do Espírito Santo”

 

Mulher processa igreja evangélica depois de ser “vítima do Espírito Santo”

Cheryl Jones é moradora da cidade de Saint Louis, Michigan, e foi visitar a igreja Disciples Christian Fellowship no mês passado. Em determinado momento do culto, uma senhora “recebeu” o Espírito Santo e caiu para trás, causando-lhe ferimentos.

Jones resolveu fazer uma denúncia formal, mencionado que não havia ninguém da igreja para aparar ou ajudar a senhora que perdeu o controle ao ser tomada pelo Espírito. Ela culpa a igreja por não conseguir protegê-la.

Ela afirmou no processo que, quando a mulher caiu na igreja, derrubou muitas pessoas e acabou ficando em cima dela. Jones alega que bateu cabeça, pescoço, costas e nádegas e ficou inconsciente por alguns momentos.

Alguns dias depois, continuava sentindo dor física, e alegou ter desenvolvido um trauma  mental e emocional. Por isso, decidiu processar a igreja por descuido e negligência e pediu US$ 50.000. O dinheiro seria para pagar um tratamento médico até curar seus ferimentos. Alegou ainda que a igreja tem geralmente dois diáconos que ajudam as pessoas que perdem o controle durante o culto, mas naquele dia, ninguém foi ajudá-la.

“Eles deveriam ter avisado tanto minha cliente quanto as outras pessoas ali deste perigo em potencial. Em especial se eles não vão ter diáconos ou outros membros para ajudar essas pessoas quando caem”, disse Brian Millikan, o advogado de Cheryl Jones. Ele afirma ainda que as pessoas “caírem pelo Espírito Santo” é algo que acontece muitas vezes nas igrejas pentecostais.

Jonathan Turley, professor de direito penal na Universidade George Washington, disse ao site ABC News que quando as pessoas são “cheias do Espírito Santo” entram em tamanho frenesi que eles podem ignorar seu potencial de risco. Mas questiona o quanto uma igreja pode ser responsabilizada por não antecipar essas situações que podem, de fato, causar lesões.

“A idéia de ser tocado pelo Espírito Santo é render-se. Ao fazer isso, essas pessoas estão rendendo-se a um colapso involuntário”, disse Turley. ”As igrejas parecem tratar esta questão como se o Espírito Santo tirasse a capacidade dos indivíduos em continuar de pé.”

Já houve muitos desses casos nos tribunais americanos. As pessoas geralmente alegam que a igreja falhou em protegê-las de uma lesão ou que foram atingidas dentro do templo.

O caso de Jones ainda não foi julgado, mas o Tribunal de Apelações do Michigan recentemente confirmou a decisão do júri em cobrar US$ 40.000 de uma igreja depois de afirmar que é “dever da igreja disponibilizar pessoas para aparar os congregantes que eventualmente caem”.

Em 2008, a americana Shin Lim Kim tentou processar sua igreja por não ter mais pessoas para aparar as pessoas que “iam sendo abençoadas ou derrubadas pelo espírito”. Ela afirma que, ao tentar ajudar outra membro da igreja que caía no Espírito Santo, acabou caindo junto. Ela machucou uma vértebra da coluna e pediu no processo US $ 125.000. Porém os tribunais decidiram a favor da igreja, achando que eles não eram responsáveis ​​pelos ferimentos de Kim.

Fonte: Traduzido e adaptado de Christina Post

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27 de jan de 2012

Depois da polêmica, Playboy portuguesa será fechada

A versão portuguesa da revista Playboy perdeu sua licença e terá que fechar as portas após publicar um ensaio que chocou o mundo todo com uma homenagem ao escritor José Saramago, que morreu no dia 18 de junho. O ensaio da revista coloca a imagem de Jesus Cristo, representado por um modelo, ao lado de moças seminuas em poses provocantes.

Segundo a revista, a ideia era recriar uma das obras mais importantes de Saramago, O Evangelho Segundo Jesus Cristo, como um pornô leve. A Playboy Enterprises, que controla os direitos da marca no mundo todo, anunciou em comunicado enviado à imprensa, que a filial portuguesa vai perder sua licença e terá que fechar as portas. O site Gawker reproduziu o comunicado, assinado pela vice-presidente de relações públicas da empresa, Theresa Hennessy, na íntegra:


"Nós não vimos ou aprovamos a capa e o ensaio da edição de julho daPlayboy Portugal. É uma quebra chocante dos nossos padrões e nós não teríamos permitido isso se tivéssemos visto antes. Como resultado disso e de outros problemas com a editora portuguesa, estamos iniciando o processo de romper o nosso contrato."

 

Fonte: Folha.com

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Cristãos perseguidos

Imagine um país onde a filiação religiosa deva constar no documento de identidade de todos os cidadãos, onde sua crença implique restrições para ocupar postos de trabalho, ter acesso à educação e se casar.

No Egito, predominantemente islâmico, isso acontece e as principais vítimas da intolerância religiosa são os cristãos, que representam 10% da população. Na semana passada, o mundo testemunhou um derramamento de sangue no país. Vinte e cinco pessoas – a maioria fiéis coptas, como são chamados os cristãos que não seguem o Alcorão – morreram no domingo 9, no Cairo, em confronto com outros civis e o Exército. Tanques passavam por cima dos manifestantes sem dó.

Carregando cruzes e imagens de Jesus, milhares de pessoas estavam nas ruas em um protesto inédito contra a opressão histórica patrocinada pelos muçulmanos. Os representantes do cristianismo se revoltaram depois de mais um incêndio sofrido por uma igreja copta. “A primavera no mundo árabe parece que acordou muita gente, inclusive os coptas”, diz o sacerdote católico Celso Pedro da Silva, professor emérito da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo.


Com o estado de insegurança que domina o Egito após a queda do ex-presidente Hosni Mubarak, em fevereiro, grupos muçulmanos tentam demarcar mais territórios em meio à indefinição do poder público. E os coptas, historicamente marginalizados pelo governo, estão levantando a voz. Há severas restrições – só para citar uma fonte de discriminação – para a construção e reformas de templos cristãos, patrulha que não ocorre entre os muçulmanos. Em solo egípcio há apenas duas mil igrejas perante as 93 mil mesquitas.

Na quinta-feira 13, o papa Bento XVI manifestou-se no Vaticano: “Uno-me à dor das famílias das vítimas e de todo o povo egípcio, desgarrado pelas tentativas de sufocar a coexistência pacífica entre suas comunidades.” O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu proteção à minoria copta e afirmou estar profundamente preocupado com o Egito.
A intolerância religiosa contra os cristãos não ocorre só no Egito. Um levantamento feito, em maio, pela Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos mostra quanto a violência anticristã está disseminada mundo afora. Na China, segundo a comissão, pelo menos 40 bispos católicos estariam presos ou desaparecidos.

Na Nigéria, cerca de 13 mil pessoas teriam morrido em conflitos violentos entre muçulmanos e cristãos desde 1999. Mais: na Arábia Saudita, lugares de cultos não muçulmanos são proibidos e livros escolares seguem pregando a intolerância a outras etnias. Irã e Iraque também são citados. No primeiro, mais de 250 cristãos teriam sido presos arbitrariamente desde meados de 2010. Já o país vizinho registra uma das maiores quedas no número de cristãos da sua história – em oito anos, esse grupo caiu pela metade e soma, hoje, 500 mil. “Os atos de violência têm como objetivo pressionar a população a abandonar suas terras”, explica Keith Roderick, secretário-geral da Coalizão para a Defesa dos Direitos Humanos.


Infelizmente tem funcionado. O Oriente Médio, berço do cristianismo, era constituído, no início do século XX, por cerca de 20% de seguidores de Jesus Cristo. Estimam os especialistas que o povo cristão atualmente não represente nem 2% dos habitantes daquela região. O papa Bento XVI chama a investida dos muçulmanos de “conquista à base da espada”. No ano passado, o Sumo Pontífice manifestou-se a favor da libertação de uma paquistanesa cristã condenada à forca por blasfêmia, no Paquistão, país onde mais de 30 pessoas foram assassinadas com essa justificativa. Asia Bibi, então com 45 anos, teria dito ao ser insultada por mulheres muçulmanas:

“O que Maomé fez por vocês? Jesus, pelo menos, sacrificou-se por mim.” Graças à pressão internacional, a pena não foi cumprida, mas Asia aguarda novo julgamento. Ela é a primeira mulher na história a receber uma pena de morte por conta de perseguição religiosa. Um título que nenhum país deveria se orgulhar.

(IstoÉ)
Nota: A mesma liberdade religiosa que os muçulmanos pleiteiam nos países ocidentais deveriam promover em seus países de origem. A intolerância só intensifica o ódio e promove a violência. As Cruzadas católicas provaram isso e a atitude desses países islâmicos corrobora a barbaridade. Agindo à margem da verdadeira religião – que deve promover a paz e o amor entre as pessoas – esses “religiosos” apenas dão margem à argumentação neoateísta segundo a qual religião não presta. Esse tipo de religião, de fato, não presta.[MB]

 

 

Fonte: criacionismo

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Ah, se Paulo fosse ao Caldeirão do Huck…

 

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Pare o mundo que eu quero descer! Famosa cantora “glospel” disse no Twitter que, ao visitar o Caldeirão do Huck, sentiu-se como Paulo no Areópago… Ela ignorou “pequenas” diferenças entre os episódios, pois o imitador de Cristo não pregou a convivência ecumênica nem apresentou uma mensagem que os atenienses queriam ouvir. Ele disse o que todosprecisavam ouvir: “[Deus] anuncia agora a todos os homens, em todo o lugar, que se arrependam” (At 17.30).
A cantora “glospel”, deslumbrada por aparecer de novo na maior emissora brasileira, estava sorridente e saltitante. Quanto ao apóstolo Paulo, ao chegar a Atenas, “o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” (At 17.16). Esse é o sentimento de um imitador de Cristo. À semelhança de seu Mestre, via os pecadores como ovelhas que não têm pastor (Mt 9.36).

Quem conhece o Evangelho chora diante da idolatria prevalecente no Brasil. Mas os propagadores do evangelho do arco-íris estão com o sorriso de orelha a orelha por causa dos milhões de CDs vendidos. O leitor percebeu como a comparação da “levita” foi infeliz?

Ah, se Paulo estivesse no lugar dela… Ele não teria perdido a oportunidade de “disputar” com o apresentador (At 17.17), pois teve a coragem de enfrentar os filósofos epicureus e estoicos, que“contendiam com ele” e zombavam: “Que quer dizer este paroleiro?” Eles o acusaram de ser um “pregador de deuses estranhos. Porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição” (v.18). E o levaram ao Areópago.

Mas a famosa cantora não teve ousadia para discordar do falso evangelho ecumênico propagado pela Rede Globo. Ao ouvir a frase: “O Caldeirão é uma mistura de religiões”, ela respondeu: “Tem espaço pra todo mundo”.

É, meu amigo, o evangelho-show, também conhecido como evangelho do arco-íris, é muito diferente do verdadeiro Evangelho! Paulo não foi ao Areópago para se apresentar. Ele apresentou o Salvador do mundo. E, por isso, dividiu as opiniões (At 17.32-34).

Alguém poderá argumentar: “Não exagere, irmão Ciro. Não seja tão inflexível. A cantora falou da água da vida, que é Cristo”. Sim, ela realmente falou. Mas não de maneira contundente, clara, confrontadora. E, logo em seguida, sua frase foi suavizada mais ainda, ao ser inserida no bojo do sincretismo religioso, pelo apresentador. Teria ela coragem de discordar e dizer o que disse Paulo aos atenienses: “Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos”(At 17.22)?

Como se vê, o nome da cantora é igual ao do apóstolo, porém a sua mensagem é muito diferente. Esse “outro evangelho” pregado por celebridades gospel não confronta o pecado. Ele é light, agradável, apaziguador, simpático, suave e, por isso, recebe aplausos das pessoas mundanas.

Mas Paulo, no caldeirão das superstições e filosofias, em Atenas, pregou sem medo: “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (At 17.30,31).

Fonte: Padom

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26 de jan de 2012

Autor do livro “Deus, um delírio” afirmou que espera ver a morte completa da religião

 

Um dos ateus mais conhecidos do mundo, o biólogo e escritor Richard Dawkins, fez declarações polemicas sobre a religião em uma entrevista dada durante o Festival de Literatura em Jaipur, na Índia.

Dawkins tem 71 anos e é autor do best-seller “Deus, um delírio”. Na última segunda feira o biólogo deu declarações afirmando que espera que aconteça logo “a morte completa da religião organizada”, ele afirmou esperar que isso aconteça ainda durante sua vida.

Segundo o The Times of India o biólogo falou ainda da ausência do escritor Salman Rushdi no festival, fato que ele chamou de uma “desgraça lamentável”. Rushdi não viajou para a Índia para participar do festival porque está recebendo ameaças de morte de grupos religiosos fanáticos.

Salman Rushdi é autor do polêmico livro “Versos Satânicos”, no qual critica os muçulmanos pela perseguição a fiéis de outras crenças. Esse livro é o motivo pelo qual em 1989 o aiatolá Khomeini, do Irã, ofereceu dinheiro ao muçulmano que matasse Rushdie.

Residente na Grã-Bretanha o escritor precisou passar alguns anos sob proteção da polícia por causa das ameaças. Apesar de a fatwa (manifestação de uma autoridade religiosa com base Islã) do aiatolá iraniano ter sido suspensa, nas vésperas do festival de Jaipur líderes muçulmanos voltaram a defender a morte de Rushdie.

Dawkins comparou a perseguição sofrida pelo colega com um episódio que ocorreu no século 16, quando católicos escreveram a uma autoridade do Vaticano para saber se poderiam matar a rainha Elizabeth I por ter levado milhões de fiéis para a Igreja Anglicana. O cientista disse que, na ocasião, o Vaticano respondeu que seria um ato “louvável”.

Dawkins criticou ainda um suposto salvo-conduto que os líderes religiosos têm para pregar o ódio, e disse que, por isso, é preciso combater “o vírus da fé”.

Fonte: Gospel+

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Igreja evangélica gay realiza festa de jovens solteiros com “dublagem gospel de drag queen”

O surgimento de igrejas evangélicas voltadas para o público homossexual faz com que estratégias usadas pelas igrejas convencionais sejam usadas pelas igrejas consideradas inclusvas, a fim de promover suas doutrinas e eventos.

A igreja inclusiva Comunidade Cristã Nova Esperança está planejando um evento para atrair jovens gays evangélicos que estejam solteiros, para promover um encontro em que estes encontrem parceiros.

Segundo informações do site CenaG, o objetivo da igreja é reunir essas pessoas e oferecer gratuitamente palestras, aconselhamentos, balada com música eletrônica gospel e dublagem gospel de Drag Queen.

A programação do Encontro de Solteiros gay promovido pela Comunidade Cristã Nova Esperança, tem ainda, ministração da palavra com o pastor Muraoka e espaço aberto para que os solteiros se apresentem.

Fonte: Gospel+

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Igreja Universal: pastores ungem “canetas para passar em concurso público”

 

A Igreja Universal do Reio de Deus (IURD) é notória por lançar várias campanhas abençoando objetos como rosas e pulseiras. A denominação costuma também ungir objetos com o objetivo de que seus fiéis conquistem supostas bençãos em áreas específicas.

Um vídeo publicado no Youtube mostra dois pastores da igreja fazendo uma convocação para uma dessas campanhas. A campanha anunciada pelos pastores é destinada a pessoas que querem passar em concursos públicos, para isso o pastor diz que o candidato deve levar uma caneta para ser ungida na igreja e que dessa forma nada dará errado.

“Todos os concurseiros, traz a caneta pra nós ungirmos sábado agora (sic) ”, convoca o pastor que diz ainda que quem já fez a prova deve levar o comprovante de inscrição para ser ungido. Ele pede ainda para que o espectador avise aos amigos e conhecidos sobre a unção.

O pastor afirmou: “Vamos fazer uma prece poderosa! Olha, Deus tem toda a sabedoria, se Deus iluminar você e te der a direção, nada vai dar errado, vai dar tudo certo” (sic).

Depois de anunciar sobre a unção das canetas os pastores pediram ainda para que os fiéis levassem uma garrafa de água à igreja, para que eles pudessem colocar nela o “elemento do milagre.”

Os pastores fazem parte da Igreja Universal de Brasília, Templo maior – Asa Sul.

Veja o vídeo da convocação feita pelos pastores:

Fonte: Gospel+

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Em entrevista exclusiva, Lanna Holder fala sobre homossexualidade, Bíblia e a Cidade de Refúgio

Em entrevista exclusiva, Lanna Holder fala sobre homossexualidade, Bíblia e a Cidade de Refúgio

Em 2011 muitos se surpreenderam com a informação de que a missionária Lanna Holder, famosa por pregar em diversas igrejas do Brasil sobre sua libertação do homossexualismo, estaria abrindo uma igreja inclusiva na cidade de São Paulo.

Com o nome de Cidade Refúgio o ministério é liderado por Lanna Holder e sua atual companheira, Rosania Rocha, uma cantora evangélica com que a missionária começou a se relacionar escolhendo se divorciar de seu ex-esposo e assumir publicamente essa relação.

O ministério não recebe a compreensão de boa parte dos evangélicos, mas em entrevista à Juliana Brito, repórter do Gospel Prime, as pastoras da Cidade Refúgio dizem que não se incomodam com as críticas, pois apenas quem vive essa situação sabe que a “opção sexual não pode ser mudada”.

Lanna e Rosania atenderam prontamente nossa repórter e explicaram o que pensam sobre os versículos bíblicos que condenam a prática e afirmam: “A gente entende na realidade, que se a gente for guardar um mandamento da lei, a gente tem que guardar toda ela”, disse a pastora que explica que seu ministério não é uma igreja gay, mas um ministério inclusivo que aceita todas as pessoas.

Sobre fazer um ministério apenas para dar respaldo para a opção sexual delas, Lanna Holder diz que não, que relutou muito para abrir uma igreja que se não fosse a vontade de Deus elas não teriam levado esse projeto adiante. “A igreja inclusiva não é um respaldo para eu viver a minha homossexualidade, até por que eu deixei bem claro para os cristãos os evangélicos do mundo inteiro, que eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver”, disse ela.

Leia:

Gospel Prime – Lanna, no âmbito pentecostal sua carreira foi singular, sendo a primeira mulher a pregar no Gideões, como você sente em relação a isso?

Lanna Holder - Uma boa pergunta. Bem… Na realidade, esse disparate de visão, saindo de uma visão completamente fundamentalista e indo pra uma visão totalmente inclusiva, na realidade faz menção ao verdadeiro chamando no qual eu me encontro na atualidade.

É aquela sensação de que agora eu tenho consciência daquilo que eu estou pregando; aquilo que eu vi acontecendo na minha vida durante muito tempo, no sentido de ter lutado tantos anos contra a minha orientação sexual e até mesmo ter pregado contra isso alegando aquilo que eu aprendi, que a homossexualidade era um influencia demoníaca; e com o passar do tempo o passar dos anos, aquilo que eu pregava começou a ser questionável pra mim mesmo.

Se era uma influência demoníaca, porque eu continuava sentindo os mesmos desejos? Percebendo que a minha natureza e a minha orientação sexual continuavam sendo as mesmas, embora eu tenha vivido uma abstinência, pelo fato de estar casada na época; e hoje estando com esse chamado, com esse novo ministério inclusivo, é literalmente dar ouvidos a voz do Senhor para a colheita da última hora. É assim que a gente se sente, atuando na vida daqueles que foram excluídos durante tanto tempo, e não imaginavam que teriam esse lugar no meio gospel no meio evangélico. Então é assim que eu me sinto na atualidade.

GP – Na opinião de vocês as igrejas deveriam abordar de forma mais direta a questão da homossexualidade? Como as igrejas estão tratando esse assunto?

Rosania - Na minha opinião sim, apesar de eu achar meio complicado por causa da visão que eles -igrejas tradicionais- têm a respeito. É uma coisa que você tem que estar vivendo na sua pele, pra você conseguir administrar na vida de outra pessoa. Eu pelo menos até entendo, não entendo completamente o jeito de agir, mas a postura deles com relação a isso.

Um pastor em certa vez me falou: “Eu realmente não sei como agir, com essas pessoas”, então eles até querem, mas não sabem como agir. Então eu acho que, ao mesmo tempo em que eles deveriam incluir mais, acredito ser meio complicado para eles fazerem isso, por não entenderem, não sentirem realmente na pele, a situação de cada uma daquelas pessoas.

Lanna - Eu veria pelo seguinte lado, se esse lidar, se esse abrir, fosse no sentido de compreender que na maioria dos casos, não generalizando, mas que na maioria dos casos a orientação sexual não pode ser mudada; é a mesma coisa de você impor a um heterossexual que se ele torne homossexual, ele não vai conseguir, a mesma coisa é você impor a um homossexual que ele se torne heterossexual se a orientação sexual dele é homoafetiva.

Rosania - Mesmo porque se fosse uma escolha né? Ninguém escolheria ser homossexual…

Lanna - Até porque ninguém quer ser alvo de criticas, de preconceito de exclusão, e infelizmente é o que mais acontece em nosso meio. Maioria das pessoas que são homossexuais, que conheceram o evangelho que nasceram no evangelho, procurou outra religião por não serem aceitos dentro da igreja…

Rosania - Exatamente, muitos buscaram o espiritismo ou outras religiões…

GP – Em varias passagem – Lv. 18.22, I Co. 9-19 e Rm. 1.26-27 – a bíblia condena o ato homossexual. Sendo conhecedoras da Bíblia, como vocês se posicionam diante desses versículos?

Lanna - Olha a gente entende da seguinte forma: a Bíblia tem duas formas de ser interpretada, ou na visão fundamentalista, ou na visão inclusiva. Isso em ambos os critérios e questões; por exemplo, existem aqueles que acreditam que a igreja não vai passar pela grande tribulação, que a igreja vai ser arrebatada antes e eles tem como provar biblicamente.

Existem aqueles que acreditam que a igreja vai ser arrebatada durante a grande tribulação, e eles também tem como provar a sua interpretação, e existem aqueles que acreditam q a igreja vai passar pela grande tribulação e eles tem como provar os seus argumentos. Da mesma forma antes não se aceitavam lideres divorciados e eu não sei qual é a raiz teológica que já se aceitam lideres religiosos que já estão no segundo terceiro casamento, e nem por causa disso a Bíblia mudou, a Bíblia é a mesma; a visão bíblica que é alterada com o passar dos séculos.

No mesmo capitulo de Levítico que fala que é proibido um homem se deitar com outro homem – poucas pessoas sabem que a homossexualidade feminina não é falada no antigo testamento, só no novo testamento, no antigo testamento só se fala da homossexualidade masculina – então quando Levítico fala sobre a homossexualidade masculina, no mesmo contexto também fala que era abominável comer carne de porco, no mesmo contexto fala que era pecado um homem se deitar com uma mulher no seu período menstrual, no mesmo contexto diz que era abominável uma pessoa vestir uma roupa com tecido misturado; então são coisa que hoje em dia pra gente é normal, e só a questão da homossexualidade continua sendo um tabu, porquê? Porque tudo aquilo que a Bíblia fala naquele contexto, fala de tudo que era contra a cultura judaica.

O que a gente entende na realidade, que se a gente for guardar um mandamento da lei, a gente tem que guardar toda ela. Até como Paulo diz: “Não adianta você guardar toda a lei e falhar num mandamento, se não você vai ser condenado por toda ela”. Então se a resposta dos fundamentalistas esta em Levítico, então eles tem que guardar toda a lei.

Nós entendemos literalmente o que é pecado a luz da Bíblia, de forma alguma deixamos de dizer que é pecado aquilo que é pecado.

GP – Se alguém chegasse a vocês buscando uma libertação da homossexualidade, o que vocês diriam? É possível ser liberto dessa pratica/orientação?

Rosania - Quando as pessoas nos procuram, a gente é bem direto em falar que o relacionamento dele com Deus vêm em primeiro lugar, independente se ele é heterossexual se ele é gay, não importa o que ele venha a ser. Aqui na igreja, por exemplo, nós focalizamos isso, o teu relacionamento a tua santidade ao Senhor.

Porque muitos deles estão sem Deus, e totalmente sem orar sem ler a Bíblia, assim jogados mesmo literalmente à vida de luxurias; então o primeiro passo que a gente sempre fala é se apegar a Deus, ver o que Deus tem pra você. Por que muito nasceram para serem eunucos, tanto o gay como o heterossexual ele faz a escolha dele, se ele quer ficar sozinho o resto da vida ou se ele quer ficar com alguém é escolha dele.

Lanna - A gente não impõe a homossexualidade às pessoas quem vem à cidade do refugio.

Rosania - Inclusive nós temos pessoas dentro da igreja que decidiram por uma abstinência sexual, ele gosta de um homem ou de uma mulher, do mesmo sexo, mas ele decidiu somente por servir ao Senhor.

GP – Então a igreja Comunidade Cidade do Refugio, não para homossexual, é para todos, independente da orientação sexual?

Rosania - Exatamente… É o que a gente quer mostrar para as pessoas… Batem conosco de frente, por que a gente não veio falando da bandeira gay…

Lanna - É não somos uma igreja de militância gay, não, nós somos a igreja do Senhor Jesus.

Rosania - É se você lá dentro da igreja, você vai ver que temos as bandeira de São Paulo, do Brasil de Israel e a nossa bandeira da Cidade de Refugio, mas não temos uma bandeira toda colorida, não fazemos uma acepção de pessoas. Temos famílias de heterossexuais na igreja, com filhos, eles vem e sentem a presença de Deus, e interagem com a gente normalmente como seres humanos entende?!

Lanna - A nossa Bíblia é a mesma Bíblia, nós pregamos a mesma santidade, a mesma separação, a mesma regeneração a mesma transformação; nós literalmente ensinamos a pessoa viver a sua orientação sexual em paz, sem aquela coisa de todo dia acordar e dizer eu sou gay, por que quem é heterossexual não acorda e diz eu sou heterossexual, não, ele acorda e vai viver sua vida em paz.

GP – Então a promiscuidade gay, esta diretamente ligada ao preconceito das pessoas?

Lanna - Com certeza! Os homossexuais eles sempre viveram a vida deles nos guetos, por que eles não eram aceitos. Agora uma coisa que não se fala a nível de mídia, é que a promiscuidade entre os heterossexuais é maior que entre os homossexuais; isso são dados que não são divulgados, por que as pessoas que atacam os homossexuais não tem a intenção de promover a verdade, eles se baseiam em mentias pra dissolverem a imagem dos homossexuais, e terminam generalizando um grupo de pessoas; quando na verdade o homossexual ele trabalha ele dorme, paga imposto, vota, tem pais tem mães aqui na igreja que são homossexuais que assim com nós, tem os seus filhos…

São pessoas como outras quaisquer, mas com uma orientação sexual diferente. E a maioria delas com um detalhe, se pudessem escolher, talvez escolheriam ser diferentes pra não sofrer todas essas afrontas, esses confrontos de palavras, esses xingamentos, essas agressões físicas, como a gente tem visto muito por ai.

GP – Com vocês se posicionam, diante das declarações do Pastor Silas Malafaia?

Rosania - Eu particularmente, não vejo nada que eles falam na internet, eu aderi aquele mandamento de só ver coisas boas, por que eu estou fazendo uma grande obra e não vou descer daqui pra poder ficar olhando essas coisas.

Eu estou muito feliz com que estou vendo Deus fazer, nada que ele ou qualquer outra pessoa venha dizer, vai mudar o meu pensamento, por que eu tenho experiência com Deus nisso que eu estou te dizendo. Agora eu não vejo nada, não sei de nada…

Lanna - Olha, eu já diria o seguinte, até o tolo quando se cala se faz sábio. E infelizmente existem circunstancias que pessoas usam palavras que demonstram muito conhecimento, mas pouca sabedoria; e qualquer conhecimento baseado em questões que não são verídicas, pra mim são conhecimentos sem relevância.

GP – A PLC 122 – esta sendo encarada como uma mordaça para os cristãos, e todos aqueles que são contra á pratica homossexual. Vocês são contra ou a favor desse projeto de lei?

Lanna - A gente acredita da seguinte maneira, assim como nós somos igualados aos imorais aos devassos, aos pedófilos… Até os pedófilos tem leis os seu favor, até as prostitutas tem leis que lhes favorecem – essas leis que lhes favorecem são direitos- então eu acredito que todas as pessoas na sociedade, elas tem direitos, e infelizmente a gente é uma nação que embora nós declaremos um país livre, mais homossexuais são assassinados nos Brasil, do que nos países árabes onde a homossexualidade é punida condena de morte.

E o que é fato é que precisamos um projeto de lei que defenda e que proteja os direitos dos homossexuais; existem algumas clausuras, na PLC 122, que nós acreditamos que elas podem ser revistas, mas não descartamos a necessidade de uma lei que defenda os homossexuais.

Rosania - Existem países, nos EUA, por exemplo, que é inadmissível um homossexual ser olhado diferente, ele pode dar queixa; muito menos atacado ou morto na rua, isso é um absurdo! Isso é um direito humano! Então quando esses pastores se levantam pra falar contra a lei, eles tem que ver como estamos dizendo aqui, tudo tem que ser revisado, não tem que generalizar um fato e lutar contra a lei por que é de ser humano que nós estamos falando.

GP – Rosania como você se sente quando as igrejas tradicionais deixam de louvar a Deus com as músicas que você gravou, por causa da sua orientação sexual?

Rosania - Eu sinto que eles estão perdendo com isso, por que cada música que eu gravei tem uma historia com Deus, e antigamente eu não era uma pessoa bem vista, louvando ao Senhor? Por que eu não posso servir a Deus como uma adoração sincera? Entendeu?!

Então eu acho que eles estão perdendo, porque cada uma dessas músicas, inclusive a Lutando e Vencendo foram músicas feitas em oração em joelho foi o próprio Deus que nós deu aquela canção, que é uma parceria que eu tenho com o Elizeu Gomes. Então eu acho que… O que eu posso dizer? Eles perdem, e enquanto eles deixam de cantar, muitas outras pessoas estão começando a cantar.

Enquanto eles tiram, algumas pessoas nem todas, as minhas musicas eles estão cantando musicas de quem eles nem conhecem… Eu já tive o privilegio de conviver com vários cantores, não estou desfazendo de nenhum, mas assim, que sabe eles estão cantando hinos de pessoas ali que não são tão verdadeiros, como eu que tive coragem de botar a minha cara pra bater, pra poder estar diante dos homens em espírito e em verdade mesmo, e não vivendo uma falsidade.

Então quer dizer, é a gente que faz o nosso louvor, e não a música ou de quem é a musica que você esta cantando. Eles podem estar cantando músicas de uma pessoa que esta vivendo uma mentira, só não se revelou, mas Deus esta recebendo o louvor não esta? Por que o teu coração esta diante dEle, não importa a musica que você esta cantando.

GP – A pessoa já nasce homossexual?

Rosania - Na minha concepção sim. Quando eu fui rever os meus conceitos, quando eu tive o meu envolvimento com a Lanna, era como se eu estivesse me descobrindo, como se eu estivesse me complementado, tanto ministerialmente como na minha vida pessoal e sentimental.

Então eu sei que as pessoas não vão entender, quando eu falo sobre isso, vai acontecer o mesmo de sempre, vão atacar inclusive já estão nos mandando para o inferno, já estão nós julgando e condenando né?! Então assim, eu sei na minha pele o que aconteceu comigo; então quando eu fui revisar, eu vi que eu era diferente. Quando eu voltei a minha infância, eu vi como eu era uma garota diferente das outras garotas.

Eu nunca planejei um casamento de vestido de noiva, aquela coisa de família, eu sempre fui diferente e ficava achando estranho porque eu era daquele jeito. Mas eu nunca fui averiguar entendeu?! Mas com certeza eu acho que se nasce não se vira gay! Não existe isso de virar gay!

Lanna - Nós acreditamos que existem três causas para a homossexualidade. Ou procede do nascimento, ou por uma causa de trauma na infância, por exemplo, existem pessoas que sofrem aqueles abusos na infância e esse abuso pode trazer uma consequência na orientação sexual da pessoa.

E ai acreditamos que pode haver até cura. E acreditamos também que na terceira opção, que é: pessoas que são heterossexuais que na fase adulta, elas têm um relacionamento homoafetivo, uma experiência homossexual, e encontra mais prazer numa relação homossexual e do que numa experiência heterossexual, e ai optam pela homossexualidade. Ai sim existe a opção.

GP – Então como vocês encaram testemunhos, de pessoas que alegam terem sido libertas da homossexualidade? Como testemunhos como de Dennis Jernigan, cantor e compositor da musica cristã contemporânea.

Lanna - Olha, eu conheci muitas historias iguais a dele, inclusive a minha. Muitas pessoas davam a minha história como uma referência de homossexual que se tornou hétero. Como existem tantas outras pessoas com essa mesma historia; inclusive pessoas de nome, como o fundador do Movimento Moses, fundador do Movimento Exodus, nos EUA, e um grande pastor do Hillsong lá da Austrália, foram pessoas de nomes de referência de transformação de homossexualidade, mas que depois confessaram que não conseguira mudar a sua sexualidade.

Então quer dizer, nos lugares onde eles estavam, como aconteceu comigo aqui no Brasil, foi um escândalo né?! Eles eram referência. No caso desse cantor que você falou, eu acredito que cada pessoa tem a sua experiência com Deus, agora afirmar que ele não foi, nós jamais faríamos isso, por que nós não duvidamos do testemunho de ninguém. Agora dizer que o que aconteceu com ele, pode acontecer com outros, ai é um mérito que só Deus pode dar, não nós. Se realmente aconteceu, é somente Deus e ele quem sabem; por que eu te diria que em 99% isso não acontece… ou então ele não era gay…

Rosania - Ah eu acho impossível… ou então ele não era gay, ele estava só se divertindo, ele estava experimentando por curiosidade, um gay de verdade ele não mudaria… Olha eu falo assim, eu nunca vi um… então talvez no dia que eu ver, eu mudo o meu pensamento, entendeu?! Mas eu também acho impossível pelas minhas tentativas, pelo meu desejo ardente de ser o que as pessoas esperavam de mim, tanto que eu busquei e não consegui; então por isso eu acho impossível uma pessoa que é gay se transformar hétero.

Eu tenho amigos que casaram, já estão a mais de dez doze anos casados, tem filhos, e eu vejo no olhar de uma dessas pessoas, que ele é completamente triste, ele não se encaixa, por mais que ele faça a obra de Deus, ele é uma pessoa totalmente triste, amargurado.

Lanna - A gente não esta falando isso por que a gente não crê, é por que eles alegam isso… Eu creio tanto no poder de Deus que você pode dormir mulher e acordar homem, rsrs, Ele pode fazer o que Ele quiser… agora existem coisas que Deus não faz, não muda, por que Ele já fez daquela maneira…

Rosania - Ele não vai desfazer para fazer de novo… e acho que eu sou a vontade de Deus!

GP – Lanna, você se aproximou do evangelho com o intuito de buscar transformação, e se sentiu obrigada a professar uma libertação que na realidade não existiu, para se sentir inserida no contexto em que vivia. O que nos garante que você esta pregando uma verdade, e não esta professando algo que apenas sirva de respaldo para sua orientação sexual?

Lanna - Veja bem, na época que eu pregava sobre a homossexualidade, eu pregava aquilo que eu aprendi, eu pregava até pelo anseio de conseguir viver na minha vida aquilo que eu havia aprendido, que um dia eu iria viver essa tal transformação, que um dia eu iria viver essa tal mudança essa tal cura essa tal libertação; então aquilo que eu pregava era quilo que eu ansiava viver.

Embora eu sempre bata na mesma tecla, era a única área da minha vida que eu não via Deus trabalhar, por que eu vi Deus me libertar da idolatria, eu vi Deus me libertar das drogas eu vi Deus me libertar do álcool, eu vi Deus me libertar da promiscuidade eu vi Deus mudar a minha vida numa serie de questões, em geral, a única coisa que eu vi que permanecia da mesma forma era a minha sexualidade. Então o que eu fui realmente forçada a fazer, era casar.

Porque conforme eu fui dando o meu testemunho, até por uma questão de incentivo da minha família que queriam que eu testemunhasse a minha transformação, como meu testemunho passou a ser conhecido, ai já passou haver a cobrança ministerial de “se você diz que você é liberta da homossexualidade, então você tem que se casar”. Então a busca pelo casamento, foi até uma questão de é minha ultima tentativa, com o casamento quem sabe Deus não me transforma! Então veio o casamento, veio o filho, e aquilo dentro de mim era algo latente e cada dia mais gritante; virou aquela panela de pressão, que você deixa a pressão subir ela começa a gritar e se você não fizer o procedimento correto ela vai explodir.

Então foi exatamente assim que aconteceu na minha vida. A igreja inclusiva não é um respaldo para eu viver a minha homossexualidade, até por que eu deixei bem claro para os cristãos os evangélicos do mundo inteiro, que eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver.

Eu vivi a minha sexualidade quatro anos fora da igreja, por que eu acreditava que Deus não me aceitava como eu era; fui entregar pizza fui pintar casa, fui trabalhar com faxina fui vender carro nos EUA, então eu não preciso da igreja pra sobreviver. Eu não faço da igreja um meio de promoção, pelo contrario, eu preferia ficar entregando pizza do que ter essa corja de crentes nas minhas costas, 24 horas por dia, me lançando na cara o que eles acham que tem direito de lançar, eu preferiria.

Só que Deus me chamou pra fazer o que eu estou fazendo hoje, e é por que Deus me chamou que eu estou aqui, por que se dependesse de mim, eu preferiria o mais fácil, e o mais fácil com certeza é estar lá nos EUA entregando pizza sem dar ouvido ao que eles falam de mim.

Quando eu falo de corja, eu falo no sentido de como Jesus se referiu aos religiosos da época. Porque tem muitos crentes que acompanhavam o meu trabalho e o trabalho da Rosania, que hoje nos ligam e dizem “olha a gente não entende, mas a gente vai orar por vocês, a gente ama vocês do mesmo jeito”; então a gente tem respeito a essas pessoas, o maior problema é que essa corja são aqueles que gostam de meter a língua de julgar, de difamar de apontar, sabe?! Infelizmente! Mas Deus tem nos dado esse privilégio de ter pessoas que são respaldo, até em nível de intercessão nas nossas vidas, muitas pessoas, não são poucas, a gente até se impressionou, a gente achou que ia ser pior a não aceitação, mas foi o contrario, a não aceitação foi menor. As pessoas que tem nos estendido as mãos, pessoas que não podem dar nomes por que tem ministérios, mas por traz nos bastidores ligam e falam “olha, eu não posso falar na mídia, mas nós estamos aqui pra ajudar no que vocês precisarem; a gente conhece o caráter de vocês e gente sabe que vocês são pessoas de Deus…”, então a gente tem essas pessoas sim.

GP – Então vocês acreditam que levantar uma igreja inclusiva, foi por intermédio divino e não por um desejo pessoal?

Rosania - Definitivamente… Nossa a gente tem certeza!

Lanna - A gente lutou muito tempo para não abrir, a gente não queria, e se a gente fosse abrir, nem seria no Brasil. Se fosse nós escolhendo, seria nos EUA nem seria aqui. Então nós somos hoje literalmente, resultado da insistência de Deus, definitivamente!

GP – As igrejas são preconceituosas quando dizem que homossexualidade é pecado? Não é uma questão de crença?

Rosania - Eu acho que ela esta precisando estudar mais, rsrs… Eu acho que o povo precisa estudar mais, ler mais a palavra de Deus. Pega num ponto que vem há anos e anos matando as pessoas, não só nesse ponto, outras coisas mais. A saia cumprida, não podia raspar a perna, um monte de coisas; não estou falando mal das igrejas não, às vezes vocês estão atacando dizendo que estamos cuspindo no prato em que comemos… Mas acreditamos que isso Deus não vai levar em conta, por isso estou tranqüila, Deus esta recebendo o meu louvor… Agora poxa, vamos ser sinceros né?!

Lanna - Eu acho que ela esta sendo exclusivista.

Fonte: immensefavour

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Site lança jogo de RPG com temática cristã chamado “Caminho Estreito”

 

 

Os Role-Playing Games, mais conhecido como RPG’s, são jogos de interpretação de personagem normalmente jogados em grupo, conhecidos como RPG de mesa, ou jogados sozinhos em suas versões eletrônicas.

Esse tipo de jogo é, normalmente, visto com desconfiança por muitos cristãos já que grande parte deles possui uma temática sombria ou relacionada a seres sobrenaturais. Porém o site Internautas Cristãos lançou um jogo de RPG para computador com temática cristã, o “Caminho Estreito”. No jogo o personagem, chamado Desesperado, enfrenta diversos obstáculos como soldados, orcs e demônios para chegar à “Cidade da Eterna Liberdade”.

O visual do jogo lembra bastante o clássico “A Lenda de Zelda”, RPG da Nintendo que fez muito sucesso nos videogames da empresa, principalmente no fim dos anos 80 e nos anos 90. A jogabilidade de “Caminho Estreito” é bastante similar também a jogos como Chrono Trigger e os primeiros Final Fantasy.

O jogo tem várias referências bíblicas como versículos e até mesmo as armas do personagem, que são a “Espada do Espírito”, a “Armadura da Justiça” e o “Escudo da Fé”. O jogo está disponível para download gratuito no site dos seus criadores.

Leia a sinopse do jogo disponível no site:

“O game conta a história do jovem Cristão (inicialmente chamado de Desesperado) que mora na Cidade da Condenação, mas foge de lá com medo das tropas da Lei, que querem entregá-lo ao tribunal da Ira do Todo-Poderoso.

Ele ouve falar que há um local conhecido como Reino das Bem-Aventuranças, governado por um soberano chamado Príncipe da Paz, o qual recebe pecadores. Então ele parte em viagem rumo a esse reino, mas encontra muitos desafios pela frente. Os emissários do Senhor das Sombras o espreitam a cada instante do caminho buscando uma forma de desencaminhá-lo ou fazê-lo desistir da jornada.

Armado com a espada do Espírito e o escudo da fé, enfrente demônios, orcs, ladrões, ateus, místicos e o próprio Diabo numa aventura incrível rumo à Cidade da Eterna Liberdade.”

Fonte: Gospel+

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Após apóstolo Renê Terra Nova raspar a cabeça, vários fiéis de sua igreja repetem o ato.

 

Após o apóstolo Renê Terra Nova ter raspado a cabeça em “sinal de humilhação e cumprimento de um voto diante de Deus”, vários fiéis da igreja Ministério Internacional da Restauração adotaram a prática, segundo informações do Genizah.

Há um vídeo na internet em que é registrado um mutirão para raspar a cabeça de outros apóstolos, pastores e fiéis. Um dos que se voluntariaram para seguir o voto de Terra Nova, chora ao ter os cabelos raspados. Entre os adeptos que adotaram o corte de cabelo estão o apóstolo Marcel Alexandre, eleito vereador da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, e Waldir Kowaltschuk.

No vídeo é possível ouvir a empolgação dos fiéis, que acompanham a cerimônia ao som de música gospel, e gritam palavras de exaltação a Deus. Há inclusive, uma fila organizada para que os fiéis sejam atendidos após os líderes.
A justificativa para acompanhar o apóstolo Terra Nova está em seguir a liderança e firmar “um voto para com Deus em unidade com o seu líder Renê Terra Nova”, descreve o texto que identifica o vídeo no Youtube.

Renê Terra Nova apareceu de cabeça raspada no dia 02/01, durante o culto “Rede de Homens”. Na ocasião, explicou sobre seu voto e a importância de se humilhar.

Assista ao vídeo dos apóstolos, pastores e fiéis raspando a cabeça:

Fonte: Gospel+

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Promova na REDE SOCIAL…

 

 

Ajude ao blog a noticiar o que esta acontecendo no país e no mundo, e deixe a sua família, seus amigos e colegas informados com as verdades de Deus e o seu trabalhar.

Que o Senhor te faça um verdadeiro missionário do século XXI.

(A Direção do Blog)

esta pessoa 01

26-01-2012

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25 de jan de 2012

o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos…


CAIM: o "homem diabo", ele quer colocar até um rabo tbm para se parecer mais ainda com o diabo!...

 

O ANTES E O DEPOIS de: MARIA: a "Mulher Vampira"

O que leva uma pessoa a se transformar tanto assim? Já pensou se um dia essas pessoas se arrependerem de terem se deformado?   Sim pq, nesses casos acima, não seria só tranformação e sim, DEFORMAÇÃO!

Será tarde demais; por isso, antes de fazer alguma modificação física definitiva que venha nos transformar ou ainda, nos deformar,precisamos ter consciência que, em certos casos não terá volta, sendo assim, seria conveniente que, se quiser fazer uma tatuagem, ou colocar um alargador de orelhas, por explo, tanto a tatuagem qto o alargar a orelha serão definitivos, não tem como tirar a tatuagem e nem como a orelha voltar ao normal depois, portanto, pense bem, é melhor fazer algo que vc possa tirar qdo vier a se arrepender, não acha? Como no caso da tatuagens, tem as de henna que saem depois, se é que vc sente tanta necessidade disso. 

Já pensou, fazer um implante de titânio ou silicone na testa para criar chifres? Colocar vários piercings no rosto, isso dói a bessa! Além do alto custo que se tem com essas transformações/deformações. Ela fez também implantes dentários para criar “presas” para ter um aspecto de vampira!...

A moça da foto era advogada e teve que parar de exercer a profissão por causa de sua aparência atual de “MULHER VAMPIRA”.

 

Mais imagens…

Paul Lawrence "Enigma" é um performer, ator, músico e dono de circo.

Rick Genest "Zombie boy". É uma celebridade na internet e estrela várias campanhas de moda, e apareceu noclipe "born this way" da Lady Gaga.


Maria José Cristerna a "mulher vampira"

Dennis Avner o "Homem Tigre"

Outros que infelizmente não encontrei fotos antes da transformação

Erik Sprague conhecido como "The Lizardman"

Lucky Diamond Rich é a pessoa mais tatuada do mundo. Ele tem realmente tattoos por toda parte, até mesmo nas pálpebras, ouvidos ou gengivas.

Julia Gnuse, a mulher mais tatuada do mundo. Ela nasceu com uma doença chama "Porfiria" que ataca a sua pele e sua vesícula regularmente deixando cicatrizes. Para cobrir suas cicatrizes, começou a se tatuar.

Elaine Davidson é brasileira, mas vive na Escócia. Ela entrou para o Guinesse Book como a mulher com o maior número de piercings.

 

Fontes: Deisi Sanches/puccabloga

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Bispo da Igreja Universal incentiva fiéis a assistirem minissérie sobre Rei Davi na Record

Bispo da Igreja Universal incentiva fiéis a assistirem minissérie sobre Rei Davi na Record

O bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, escreveu em seu blog que é importante que os cristãos assistam à minissérie que estreia nesta terça-feira, 24, na Rede Record, sobre a vida do Rei Davi.

A trama custou R4 25 milhões aos cofres da emissora e vai contar os principais fatos que aconteceram na vida do pastor de ovelhas que se tornou o Rei de Israel. Serão 29 capítulos transmitidos sempre às terças e quintas-feiras a partir das 23h.

Para Cardoso é importante que os cristãos assistam essa minissérie, pois serão relatadas múltiplas experiências da vida e fé de Davi com riqueza de detalhes mostrados nas Escrituras. A trama foi escrita por Vivian de Oliveira e tem a Bíblia como base.

“Ao seguir a trajetória de Davi, você se encontrará no caminho de um homem que conheceu a Deus intimamente. Acompanhar a sua história é aproximar-se de Deus”, disse o bispo da IURD.

Citando o Salmos 27:4 que diz “Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo”, Renato Cardoso explica que Davi sempre desejou ter contato com o Senhor.

“Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”, escreveu.

Os 29 capítulos vão mostrar as histórias que começam desde o capítulo 16 de 1 Samuel, passando por todo o livro de 2 Samuel e encerrando em 1 Reis capítulo 2. “Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”.

Fonte: Arca Universal

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Divididos pela “questão gay”, presbiterianos iniciam nova denominação

Divididos pela “questão gay”, presbiterianos iniciam nova denominação

Os presbiterianos conservadores dos Estados Unidos lançaram uma nova denominação na quinta-feira (19/1), alegando que a Igreja Presbiteriana está muito consumida por seus conflitos internos para conseguir gerar congregações saudáveis.

A nova denominação reformada “destina-se a fomentar um novo modo de ser da igreja, do mesmo modo que as principais denominações tradicionais fizeram quando começaram”, esclareceram os líderes da Aliança Evangélica Ordem dos Presbiterianos (ECO, na sigla em inglês).

Líderes da ECO explicaram durante a conferência de lançamento, que têm várias queixas contra a Igreja Presbiteriana. Além do excesso de burocracia, existe a questão do constante declínio no número membros e a tendência para se tornar um “grande tenda religiosa”, que deseja acomodar todos, comprometendo sua interpretação das Escrituras.

“Sua tenda tornou-se tão ampla que está caindo, pois não tem um mastro no centro”, disse John Crosby, presidente da ordem de pastores da ECO. “O mastro central (necessário) é a autoridade bíblica, conforme é entendida pela comunidade ortodoxa e que tem implicações sobre a sexualidade”. O pastor Crosby, esclarece que o novo movimento foi uma reação à decisão dos 2.300.000 membros da Igreja Presbiteriana (PCUSA) de permitir pastores gays.

Mark Hawke, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana em Olathe, Kansas, disse que “a questão fundamental é a maneira como você interpreta as Escrituras”.

“O problema é que as pessoas estão indo para o inferno”, disse John Ortberg, líder do grupo dissidente e pastor da Menlo Park Presbyterian Church, na Califórnia, durante seu sermão no lançamento da ECO.

Mais de 2.000 pessoas, oriundas de 500 igrejas, participaram do culto de lançamento da ECO, em Orlando, Flórida. Segundo a Presbyterian Outlook, uma revista independente, uma enquete indicou que a maioria ainda não decidiu se vai deixar de vez a sua antiga denominação (PCUSA).

A criação da ECO surge após a votação em nível mundial feita pelos presbiterianos no ano passado sobre acabar com a antiga proibição de ordenar pastores  gays. Embora a homossexualidade não seja mencionada nos documentos de fundação da ECO, seu compromisso declarado com a teologia conservadora e a inerrância da Bíblia indica que o clero gay não será aceito.

Centenas de igrejas presbiterianas já optaram nos últimos anos em deixar as denominações presbiterianas liberais, optando por se aliar outra denominação conservadora, a Igreja Presbiteriana Evangélica. Ao contrário dessa denominação, a ECO diz que está “totalmente empenhada” em permitir a ordenação de pastoras.

Em uma declaração conjunta, várias igrejas conservadores afirmaram que não deixarão sua denominação, mesmo reconhecendo que existem tensões sobre a ordenação de pastores gays.

Essa é uma tendência que tem atingido outras denominações no mundo todo. A “questão gay” já dividiu igrejas anglicanas na Inglaterra e em diferentes países da África e Ásia. Outras denominações, como a Igreja Unida de Cristo e a Igreja Evangélica Luterana na América também está dividida sobre o assunto. A questão fez parte dos comentários recentes do Papa Bento XVI, chefe de mais de 1 bilhão de católicos romanos, que descreveu a questão gay como uma das várias ameaças ao casamento tradicional, que comprometem “o futuro da humanidade.”

Traduzido e adaptado de Urban Christian News e Huffington Post

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Igreja cria “rebatismo” para membro que troca de sexo

Igreja cria “rebatismo” para membro que troca de sexo

Nadia Bolz Weber é uma pastora diferente da maioria. Cheia de tatuagens no corpo, ela se define como uma “luterana sarcástica” e “encrenqueira pós-moderna” em seu blog.

Esta semana ela postou o relato de uma inovação na igreja que lidera, a House for all Sinners and Saints [Casa para todos os pecadores e santos]. A postura teológica da pastora é luterana, mas é norteada por uma mentalidade “inclusiva”, ou seja, aceita e incentiva o estilo de vida dos homossexuais.

Um dos membros da igreja, Asher O’Callaghan que é transgênero,  recentemente  passou por um processo de mudança de sexo.  Usando a liturgia luterana, a pastora fez uma espécie de “rebatismo”, ou seja, abençoou-o para que ele possa usar com liberdade seu novo nome, que condiz mais com seu novo corpo.

Asher, que anteriormente era uma mulher chamada Mary Christine Callahan, ouviu da pastora, diante da congregação, a leitura da carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 3, versos 27 e 28: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”.

Depois, com imposição de mãos, a pastora fez uma oração onde mencionava as situações em que Deus mudou o nome das pessoas na Bíblia: Abraão, Sara, Jacó, Pedro e Paulo. Em uma breve explanação, disse que a partir daquele momento, depois de ter “despertado” o homem que habitava em seu corpo, Asher deveria “usar este nome em nome de Cristo. Compartilhá-lo em nome da misericórdia. Oferecê-lo em nome da Justiça”.

Com a anuência de sua congregação, Mary passará a ser reconhecida por todos na igreja como Asher. Embora não explique como ou porque resolveu fazer esse “rebatismo”, a pastora Nadia escreveu apenas que um procedimento parecido já era realizado em uma igreja episcopal anglicana igualmente inclusiva.

Fonte: Patheos

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24 de jan de 2012

Aumenta o massacre de cristãos na Nigéria… (POR DEUS AMADOS, VAMOS ORAR POR NOSSOS IRMÃOS)

 

Aumenta o massacre de cristãos na Nigéria

Abubakar Shekau, líder da seita islâmica Boko Haram disse recentemente que seu objetivo era exterminar todos os cristãos da Nigéria. Chegou, inclusive, a desafiar o presidente Jonathan Goodluck, afirmando que ele não tinha poder para evitar a insurgência do grupo.

O presidente  tem sido severamente criticado por não conseguir parar a onda de terror do grupo e há crescentes boatos que o grupo está infiltrado na polícia, militares e em todas as áreas do governo.

A “Boko Haram” que na língua Hausa significa “a educação ocidental é pecado” foi formada em 2002, e tem sua inspiração nos Talibãs do Afeganistão. Eles têm cometido constantes assassinatos de cristãos na região norte do país, de maioria muçulmana. Seu objetivo é implantar a sharia (lei islâmica) como regra acima da própria Constituição.

Na última semana, os ataques já deixaram mais de 200 mortos e deve aumentar, uma vez que há dezenas de pessoas gravemente feridas nos hospitais. Nem a Polícia nem a Cruz Vermelha puderam divulgar números de maneira oficial, pois continuam recolhendo e organizando dados. Nesta segunda-feira, policiais encontraram carros e vans cheios de explosivos na cidade de Kano, três dias depois que a seita islâmica realizou um ataque mortal no local.

Embora tenha se divulgado que os ataques na sua maioria foram contra a polícia militar e o governo, a verdade é que seus alvos principais são os cristãos. Além de matar homens, mulheres e crianças, eles têm queimado igrejas. A seita culpa os que não são muçulmanos de amaldiçoarem o país.

Em um vídeo postado no Youtube recentemente, o líder da Boko Haram justificou os atos do seu grupo “Essa catástrofe é causada pela incredulidade, a agitação é a incredulidade, a injustiça é a incredulidade, a democracia é a incredulidade e a constituição é a incredulidade.”

Vários membros do grupo extremista morreram ou foram presos nos confrontos com a polícia, mas isso não diminuiu seu furor.  Com mais de 150 milhões de habitantes, a Nigéria é o país mais populoso da África. Formado por mais de 200 grupos tribais, sua população sofre tensões constantes por suas diferenças políticas e territoriais. Mas não há registro de um conflito religioso que deixou tantos mortos em tão pouco tempo.

A expectativa é que o número de cristãos mortos e igrejas incendiadas só aumentem. Há registros de agências internacionais que uma grande quantidade de cristãos está abandonando suas casas no norte e rumando para o sul tentando preservar suas vidas.

Fonte: REUTERS

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Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”

Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”

Um tribunal decidiu que Dorota Rabczewska, uma das mais famosas estrelas da música pop da Polônia é culpada de ofender os sentimentos religiosos e condenada a pagar uma indenização  de 1.450 dólares.

A cantora, que usa o nome artístico de Doda, foi considerada culpada por afirmar publicamente que os escritores da Bíblia estavam bêbados e chapados ao escreverem as Sagradas Escrituras.

Doda, 27, fez essa declaração em uma entrevista para o jornal Gazeta Dziennik Prawna. Na mesma ocasião afirmou: “mais pessoas acreditam em dinossauros do que na Bíblia,” e acrescentou: “É difícil acreditar em algo escrito por alguém que estava embriagado com vinho e fumado maconha. ”

De acordo com o site Nerve.com estas palavras enfureceram os grupos católicos na Polônia, que abriram um processo contra ela. Ryszard Nowak, presidente da Comissão de Defesa, entidade que afirma lutar contra as seitas no país, levou o caso a julgamento.

Não é a primeira vez que Nowak processa um artista.  Adam Darski, ex-noivo de Doda e líder da banda de death metal  Behemoth já sofreu processo similar. Ele rasgou um exemplar da Bíblia durante um show em setembro de 2007 e disse que a Igreja Católica era “o culto aos maiores assassinos do planeta”.

O argumento de Nowak é que a declaração da cantora violou o Código Penal da Polônia, que diz: ”Aquele que ofende os sentimentos religiosos de outras pessoas, por ultrajar em público um objeto de adoração ou no espaço de execução pública dos ritos religiosos, estará sujeita a multa, restrição de liberdade ou prisão por dois anos”.

O julgamento começou em maio de 2011, e os advogados da cantora alegram que o processo não era válido, pois sua cliente tem o direito de liberdade de expressão .

O promotor discordou, dizendo ao tribunal que ela ofendeu os sentimentos religiosos de ”milhões de pessoas”, incluindo judeus, evangélicos, católicos e todos os que creem na Bíblia.

Doda argumentou que falou sobre maconha por ser algo “usado para curar”, porque durante os tempos bíblicos não existia aspirina e que o álcool a que se referiu era o “vinho sacramental”. Também pediu desculpas, dizendo que não tinha intenção de ofender ninguém.

No entanto, as explicações da cantora não convenceram  o Tribunal de Varsóvia que considerou Doda culpada por ofender os sentimentos religiosos. Ela pagou e multa e foi liberada.

No final do ano passado, o programa de Jô Soares veiculado na rede Globo mostrou uma entrevista com os músicos Moraes Moreira, Tom Zé e Henrique Dantas. Durante o programa, eles relataram que fumavam maconha em baseados feitos com as folhas de uma Bíblia.

O apóstolo René Terra Nova criticou o episódio em sua conta no Twitter, afirmando que Jô e seus convidados “zombaram da situação e menosprezaram o valor inenarrável da Bíblia Sagrada”.

Logo em seguida iniciou um movimento pela internet, exigindo que eles se desculpassem publicamente. Até agora nem Jô Soares nem os músicos se pronunciaram sobre o caso.

Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

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Católicos acrescentam elementos “exóticos” nas missas para conquistar mais fiéis…

Já existe missa árabe, missa afro, missa

sertaneja e missa gauchesca

As decisões do Concílio Vaticano II (1962-1965) geraram uma divisão dentro da Igreja Católica Romana. Embora alguns alegassem o abandono da tradição, com missas em latim e o sacerdote de costas para o povo, outras acreditavam que era hora de uma “abertura”. Mais tarde, com o avanço dos evangélicos e a considerável diminuição na frequência das missas por parte dos católicos, muitas foram às inovações.

Nem só das músicas e coreografias de padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo vive a Igreja Católica brasileira. Já existem celebrações com elementos culturais típicos de uma região ou grupo de pessoas. Surgiram assim missas tão diferentes como latina, gauchesca, afro, árabe e até sertaneja. “Na verdade, a eucaristia e os sacramentos são os mesmos. Todas essas celebrações fazem parte do que se convencionou chamar ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica. Apenas foram feitas adaptações, de acordo com as peculiaridades de cada região ou grupo” explica Antônio Aparecido Pereira, da Arquidiocese de São Paulo.

Há missas bem tradicionais, que fazem o fiel se sentir em alguma catedral da Idade Média. Na Paróquia São Paulo Apóstolo, na capital paulista, é possível ver no altar o padre Aldo de costas para os fiéis, em direção ao Oriente, anunciando o evangelho em latim. Essa missa segue o chamado “antigo Rito Romano”. O padre usa inclusive as vestimentas medievais típicas. Além da batina preta, o padre usa uma túnica branca por cima e uma estola sobre o pescoço.

Com o consentimento do Vaticano e a orientação do bispo ela é celebrada uma vez por semana. Essas missas foram autorizadas em 2007 pelo Papa Bento XVI numa tentativa de reaproximar os católicos insatisfeitos com as reformulações propostas pelo Concílio Vaticano II.

No sul do Brasil, há muito que já é comum a chamada “missas crioulas”, que foram idealizadas pelo padre Paulo Murab Aripe e tiveram início nos Centros de Tradição Gaúcha (os CTGs). As celebrações utilizam símbolos da cultura gauchesca e inclusive expressões típicas foram incorporadas às homilias. Cuia de chimarrão, espeto de churrasco e lampiões ornamentam o altar.

Os cânticos são entoados no ritmo dos violeiros, e quase todos os fiéis trajam bombachas e botinas, enquanto as mulheres usam os vestidos característicos.

Adriano Rizzi, responsável pelo CGT Capitão Ribeiro, na cidade de Capitão, Rio Grande do Sul, explica como acontece a missa no galpão: “Há sete anos introduzimos a ‘missa crioula’ às celebrações do CTG e, a cada vez, um novo elemento é apresentado. Certo dia, por exemplo, o padre dispensou o sermão e pediu para algum voluntário declamar o texto de um poeta da região”,

Em São João de Meriti, perto da capital do Rio de Janeiro, as missas conduzidas pelo Frei Athaylton Jorge Monteiro Belo, o frei Tatá, usam o atabaque para ditar o ritmo da celebração. Na Paróquia de São João Batista, o instrumento de percussão que muitas vezes foi associado à umbanda e ao candomblé é ponto central da missa. Além da música animada, as cores vibrantes das roupas e colares dos fiéis são características marcantes da missa afro. Durante o ofertório, as mulheres dançam ao som dos tamborins com cestas de frutas, legumes e pães, que são divididas por todos no final do ritual.

Frei Tatá explica “A missa afro ganhou força no Brasil na preparação da campanha da fraternidade sobre o sobre o negro, em 1988 [Centenário da Abolição da Escravatura]. Quando vim pra cá em 1997, ela já havia sido consolidada por frei David Raimundo dos Santos, da Educafro, que envolveu padres, religiosos e leigos da América Latina e Caribe, com alguns teólogos ligados à teologia da libertação”, explica.

Já os imigrantes descendentes de sírios e libaneses, que ainda preservam a língua árabe inclusive nas missas, procuram a paróquia Nossa Senhora do Paraíso, em São Paulo. Essa é apenas uma das igrejas greco-católicas melquitas do país. O rito melquita, assim como o maronita, possui uma estrutura muito parecida com o rito da Igreja Católica Latina Romana (primeiro a liturgia e depois a oferenda), que tem suas raízes nos rituais da época de Constantinopla e que foram elaborados por São João Crisóstomo.

“Na Nossa Senhora do Paraíso, como temos uma comunidade árabe, fazemos a missa em grego, árabe e português duas vezes por semana.”, explica o padre sírio. “A missa é mantida assim por tradição, porque os imigrantes, especialmente os mais velhos, gostam de assistir a missa na língua que aprenderam quando crianças, sentem-se mais próximos. Também aparecem curiosos e fiéis de outras paróquias, que acham esse tipo de ritual interessante”.

Em um telão na igreja é projetada a transcrição das partes da cerimônia feitas em árabe e grego. A leitura do Evangelho é feita em árabe e português e as partes responsoriais, em que os fiéis respondem ao sacerdote, são feitas por um coral, em grego.

Em Guarinos, interior de Goiás, as missas e cerimônias como casamentos, são feitas ao som de música caipira, numa verdadeira “missa sertaneja”. Valdivino Borges Junior, conhecido como padre Junior Periquito é o responsável pela adaptação das cerimônias da Santa Sé.

“É uma celebração da missa como as outras. A diferença é que ela está carregada de elementos sertanejos e agropecuários”, explica o sacerdote que alia à batina, o chapéu de vaqueiro e um berrante. Devido ao sucesso das celebrações, reuniu uma banda de quatro músicos e gravou, no ano passado, o primeiro CD e DVD “Missa Sertaneja – Pe. Junior Periquito”. Ele diz que hoje recebe dois ou mais convites por mês e como muitos de seus encontros são itinerantes, o Padre Periquito mantém um blog e um perfil no Twitter para avisar os fiéis dos locais de reunião.

Com informações do Canal Delas – IG
Fonte: Immense Favour

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23 de jan de 2012

Pastor Silas Malafaia afirma que crente que assiste BBB tem que se converter de novo…

 

Diante das diversas polêmicas envolvendo o Big Brother Brasil, vários líderes religiosos têm se manifestado sobre o assunto. E depois do Ministério das Comunicações ter se manifestado, em comunicado oficial, informando que pode até interromper os serviços da emissora, caso realmente tenham sido exibidas cenas de estupro no programa, as manifestações de líderes religiosos tem aumentado.

Em seu site Verdade Gospel o líder da Igreja Assembleia de Deus, Vitória em Cristo, pastor Silas Malafaia, falou sobre o assunto e chegou a dizer que se algum cristão assiste ao programa ele precisa “se converter de novo”.

“O Big Brother é um lixo. Como é que tem crente que ainda perde tempo com isso? Tem que se converter de novo”, afirmou o pastor.

Malafaia criticou também a grande audiência que o programa, classificado por ele como lixo, tem recebido: “Esse programa está promovendo a baixaria, a imoralidade, e tudo o que há de mais destrutivo para a sociedade. É explícito o incentivo a bebedeira, sensualidade, promiscuidade e infidelidade. Onde vamos chegar quando um programa baixo, ridículo e imoral como este, é um dos campeões de audiência no nosso país?”.

Além de Silas Malafaia outros pastores e lideranças religiosas tem se manifestado sobre o assunto. A Igreja Presbiteriana lançou um blog para tratar do assunto e o pastor Gilson Bifano, do portal Click Família, falou ao site de Malafaia afirmando que “é hora de todas as denominações se pronunciarem” e que os cristãos precisam “cobrar do governo, não a censura, mas um posicionamento”, segundo ele “o Ministério Público deve investigar o que houve e punir severamente a emissora”.

Fonte: Gospel+

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