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21 de set de 2012

Yousef Nadarkhani: Pastor condenado à morte no Irã é libertado após passar 3 anos preso (DEUS SEJA LOUVADO EM POR SUA VIDA)

 

O pastor iraniano Yousef Nadarkhani, que estava preso há quase três anos sob acusação de apostasia e sofria a ameaça de ser executado, foi libertado nesse sábado e teve as acusações de apostasia, que poderiam levá-lo à execução, retiradas pelas autoridades do Irã.

A libertação do pastor foi confirmada por vários canais de notícias, e o Ministério Portas abertas confirmou que fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia, mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso.

Nadarkhani se apresentou ao tribunal no início da manhã do sábado e, após seis horas de audiência, foi inocentado do crime de apostasia. Pela acusação de evangelizar muçulmanos o pastor foi sentenciado a três anos de prisão e, como já estava na prisão durante esse período, sem ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.

O pastor iraniano foi preso em 2009 porque não quis que os filhos estudassem o Alcorão. Ele se converteu a Cristo aos 19 anos de idade e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã. Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica e evangelizar muçulmanos, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.

Nadarkhani ficou preso durante três anos, e seu caso teve uma grande repercussão internacional, que certamente influenciou em sua libertação. Um dos países que se mobilizou pela libertação do pastor foi o Brasil, com grande participação do senador Evangélico Magno Malta, que se encontrou em várias ocasiões com o embaixador do Irã, para intervir em favor do pastor.

Redação Gospel+

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Bispo da Universal “entrevista” demônio para provar que igreja não visa lucros

 

O bispo Adilson Silva usou uma sessão de libertação para tentar provar que a ideia de que a Igreja Universal do Reino de Deus visa lucrar com os dízimos dos fiéis é falsa.

Em um culto em um dos templos da Universal  ele “entrevista” um demônio que supostamente espalha idéias de que a denominação é uma empresa e existe para gerar lucros e tirar dinheiro dos fiéis.

Silva resolve então fazer um “desafio”. Ele dá o microfone na mão da pessoa e diz: “se nós somos uma farsa, se o bispo Macedo é um bandido, se eu sou mais um ladrão, se nós somos tudo que você faz as pessoas pensarem que nós somos, você vai falar para as pessoas agora a respeito disso”. E deu a ordem: “ou você conta os podres, ou você fica de joelhos”.

O homem então cai de joelhos e a multidão de fiéis presente aplaude a cena.

O vídeo foi postado no blog de Edir Macedo com o nome “A verdade fica de pé”.

Não é a primeira vez que a Universal entrevista demônios que passam recados específicos durante sessões de libertação.

Em fevereiro deste ano a Universal divulgou um vídeo no You Tube em que conversa com uma pessoa que dá sinais de estar possessa por um espírito maligno.

Na “conversa”, o “demônio” afirma ser da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago e diz que os que participam da igreja estariam em pecado.

Na época, a Veja publicou que isso foi mais um episódio da ‘guerra’ entre a Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Mundial,  e teria sido produzida por meio de manipulação.

Valdemiro, que já fez parte dos quadros da Universal, vem promovendo intenso crescimento de sua denominação. Com fiéis e até pastores migrando para a nova denominação, a igreja de Edir Macedo sentiu o abalo, chegando a registrar a diminuição no número de frequentadores.

Veja o vídeo:

 

Por Jussara Teixeira para o Gospel+

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Pastor Ciro Sivori afirma que “adoradores extravagantes” banalizaram o louvor, mas suas “máscaras caíram”

 

O pastor assembleiano e escritor Ciro Sanches Zibordi publicou em seu blog dois artigos de uma série intitulada “Caíram as máscaras dos ‘adoradores extravagantes’”, em que critica o setor do movimento gospel adepto de longos louvores com temática de adoração.

Em seu primeiro artigo, o pastor Zibordi faz uma crítica aberta ao movimento, e afirma que seus protagonistas inverteram valores dos rituais litúrgicos nas igrejas: “Dessacralizaram o louvor com música, ao trazerem para os templos os agressivos estilos mundanos, criados para outros fins, e não para o louvor do Senhor. Com suas prolongadas músicas, feitas para os seus shows, convenceram boa parte da juventude cristã de que o ‘louvor’ é a parte mais importante do culto, tornando a exposição da Palavra enfadonha e substituível”.

O artigo de Zibordi foi motivado por outro artigo, escrito pelo bispo Walter McAlister, da Igreja Cristã Nova Vida, que critica a atitude de uma entidade de classe representante de alguns artistas cristãos que se propôs a cobrar valores de direitos autorais pela execução das músicas nas igrejas.

O pastor Zibordi também criticou a postura e afirmou ainda que “as máscaras dos ‘adoradores extravagantes’ já tinham caído há muito tempo. Não é de hoje que homens e mulheres de Deus se opõem ao Movimento Gospel, suas extravagâncias e sandices”, observou.

-Não sou contra a venda de CDs e DVDs. Também não reprovo os pregadores e cantores que, ao participarem de eventos, recebem uma oferta das igrejas ou instituições que os convidam. Entretanto, cobrar pela execução de uma composição dentro de um templo evangélico é um ignominioso e aberrante despropósito. Analogamente, é como se os escritores viessem a cobrar pela leitura de seus livros em público! Isso mostra que os tais “adoradores extravagantes” se consideram, mesmo, astros do mundo, e não astros neste mundo (Fp 2.15). E quem os defende a todo custo é porque já se conformou com este mundo tenebroso (Rm 12.1,2) – argumentou o pastor Ciro Zibordi.

Após o bispo Walter McAlister publicar outro artigo desculpando-se com os cantores cristãos que não endossam a prática de cobrança pelos direitos autorais das músicas executadas durante os cultos, Ciro Zibordi reiterou suas críticas aos “adoradores extravagantes” num segundo artigo: “Não retiro nada do que escrevi no artigo anterior [...] Reitero, por conseguinte, que os ‘adoradores extravagantes’ precisam rever os seus conceitos a respeito da adoração e do louvor à luz da Palavra de Deus”, finalizou.

Por Tiago Chagas para o Gospel+

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Erro do Twitter troca foto do perfil de Jean Wyllys por imagem de igreja evangélica

 

Um erro de sistema no Twitter trocou as imagens dos perfis dos usuários que utilizam a rede social. Entre os usuários que tiveram suas imagens trocadas, estava o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (Psol-RJ).

Em seu site, o deputado publicou uma nota afirmando que tratava-se de um ataque hacker, e mencionou que sua imagem havia sido trocada por uma da Igreja Bola de Neve: “Detectamos, neste exato momento, uma invasão à conta do deputado federal Jean Wyllys na rede social Twitter, canal utilizado pelo próprio deputado para divulgação das atividades do mandato”.

No mesmo texto, o deputado afirmou que os supostos hackers não haviam conseguido enviar nenhuma mensagem em seu nome: “Os invasores trocaram as imagens do perfil por imagens relacionadas à igreja evangélica Bola de Neve, substituindo a foto original pelo logotipo da referida igreja, porém não conseguiram enviar nenhuma mensagem através da conta, graças à ação rápida da assessoria parlamentar. Estamos investigando a invasão, porém já tomamos as medidas necessárias para que não se repita”.

Após descobrir que tratava-se de um erro do próprio Twitter, o deputado inseriu uma observação no texto, com um link para uma matéria do site do jornal O Globo, em que o veículo noticiava o problema com o microblog.

Entre as personalidades que tiveram problemas similares, estavam o prefeito do Rio de Janeiro e candidato à reeleição Eduardo Paes, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o jornal Folha de S. Paulo,a revista Época, a TV Cultura e o programa Acesso MTV, além dos jornalistas Ricardo Noblat e Reinaldo Azevedo. O grupo de louvor da Igreja Batista da Lagoinha, Diante do Trono, a dupla sertaneja Maria Cecília e Rodolfo, a Banda Eva e o grupo For Fun também tiveram o mesmo problema.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Homossexuais ameaçam tirar a roupa para que Malafaia não receba título em Salvador.

 

Homossexuais ameaçam tirar a roupa para que Malafaia não receba título em Salvador

Grupos de militantes homossexuais e organizações evangélicas estão em um embate na Bahia por causa de um título honorífico concedido ao pastor Silas Malafaia.

A Câmara Municipal de Salvador já aprovou a concessão do título, mas entidades de homossexuais enviaram um comunicado à presidência da Câmara pedindo que ele seja revogado. E caso não consigam que seu pedido seja acatado, decidiram  fazer um protesto com centenas de homossexuais nus em frente à Câmara.

Por outro lado, a Associação Batista de Salvador, a Sociedade Bíblica na Bahia e outras entidades evangélicas, agiram e também protocolaram uma solicitação pedindo a manutenção do título a Malafaia.

Os militantes gays, incluindo a Associação dos Travestis de Salvador (ATRAS), estão reunindo o apoio de artistas e personalidades que simpatizam com o movimento homossexual e que poderiam ajudar com sua influência a barrar a entrega do título.

Segundo o periódico baiano A Tarde, o fundador do grupo gay da Bahia (GGB) acredita que o título concedido a Malafaia seria uma “agressão à cidadania dos homossexuais”. “Estamos cobrando de Caetano Veloso seu apoio a esta campanha já que em  1985 ele declarou que o GGB é o orgulho da Bahia, então queremos que ele consiga o apoio de Gilberto Gil, Preta Gil,  Ney Matogrosso, Marina Lima e demais artistas e Vips (sic) de cabeça feita para impedir esta agressão à cidadania de mais de 10% da população baiana e brasileira representada pelos homossexuais”.

Além de interporem o requerimento junto à Câmara Municipal, os homossexuais protocolaram um pedido de apoio à da Comissão da Diversidade Sexual contra a Homofobia da OAB/BA.

Adicionalmente, iniciaram um abaixo assinado nas redes sociais. Denominado Petição Pública contra Título de Cidadão Soteropolitano a Malafaia, o abaixo assinado já conta com cerca de 800 assinantes, segundo A Tarde.

As organizações evangélicas, por sua vez, alegam que “seu pensamento e ideias [de Malafaia] se constituíram como patrimônio cultural imaterial para esta cidade por enriquecer a cultura evangélica em suas múltiplas dimensões sociais, culturais e simbólicas”.

Eles querem não só a entrega do título ao líder religioso, mas que seja reconhecida a contribuição cultural do povo evangélico soteropolitano.

Um dos líderes evangélicos,  Gustavo Mercês qualificou o ato de tirar a roupa como “procura de holofotes, principalmente em uma época eleitoral”.

Ele também bradou contra a perseguição aos evangélicos. “É um absurdo ainda ouvir declarações preconceituosas contra nossos patrimônios culturais, contra nossas ideias, costumes e crenças. Não é apenas Silas Malafaia que está sendo perseguido, mas o povo evangélico como um todo. Chega de discriminação”, disse.

Por Jussara Teixeira para o  Gospel+

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