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6 de set de 2013

Em reunião sobre o pastor Marcos Pereira, deputados federais colocam delegado do caso em saia justa, diz jornalista

 

O encontro feito entre deputados federais, liderados pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para tratar das investigações do caso Marcos Pereira tornou-se uma saia justa para o delegado Márcio Mendonça, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), segundo o jornalista João Antonio Barros.

No encontro, os parlamentares bateram na tecla de que a manipulação das testemunhas na investigação do caso era uma falha grave, e o delegado Mendonça admitiu que houveram equívocos na condução do caso.

Mendonça afirmou que nunca foi até o apartamento do pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) para interrogar os vizinhos ou o porteiro do prédio. No inquérito, o delegado escreveu que esse era o local onde Marcos Pereira promovia orgias sexuais.

Os deputados também questionaram o delegado sobre uma suposta ligação entre José Junior, coordenador da ONG AfroReggae e delator de Marcos Pereira, e o traficante Elias Pereira da Silva, conhecido como Elias Maluco. Segundo o jornal O Dia, Márcio Mendonça afirmou que desconhecia tal ligação, mas iria apurar os fatos

Para os parlamentares, as falhas na investigação são evidentes, pois algumas das testemunhas de acusação aceitaram dar depoimento à Polícia apenas depois de receberem ofertas de moradia e emprego no AfroReggae.

O secretário José Mariano Beltrame estava acompanhado da chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, e afirmou aos parlamentares que não poderia fazer mais nada pelo caso, pois o inquérito já havia sido entregue ao Ministério Público e à Justiça.

Um dos presentes no encontro, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) teria informado que após a reunião com Beltrame, o grupo de parlamentares se reuniram com o procurador de Justiça Marfan Vieira.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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No Irã, jovem muçulmana se converte ao cristianismo após sonhar com Jesus: “Era a vontade de Deus”

Um grupo de missionários ligados à Missão Portas Abertas esteve recentemente no Irã, em contato com os cristãos do país para ensiná-los de forma mais aprofundada sobre o cristianismo e a Bíblia Sagrada, e voltou com um testemunho marcante de uma jovem convertida.

A jovem Sheeften contou aos missionários que há uma década tinha sonhado com Jesus, mas não tinha entendido o significado daquele sonho – que a levou a conversão – até o encontro com os missionários.

“Há exatamente dez anos, eu tive um sonho. Eu vi Jesus vindo à minha direção com um colar. Ele o colocou em meu pescoço. Baixei a cabeça para olhar melhor e vi que era uma cruz com um coração ao centro onde estava escrito o número dez. Na época, eu não sabia o que isso significava, mas, daquele momento em diante, soube que Jesus existia”, declarou a jovem numa carta.

Segundo Sheeften, sua família é muçulmana e “bastante devota”, e seu contato com o cristianismo aumentou depois que se matriculou na faculdade para estudar psicologia. “Uma das disciplinas estudadas era sobre as religiões do mundo. Como tarefa, precisávamos escrever acerca de uma dessas religiões. É claro que escolhi aprofundar meus estudos sobre o cristianismo. Eu não sabia muito bem por onde começar, então decidi ligar para uma central de informações e perguntei onde poderia encontrar uma igreja. Eles me indicaram uma congregação em minha cidade a qual fui visitar. Naquele dia, entreguei minha vida ao Senhor Jesus”, testemunhou.

Apesar de sua decisão ter sido definitiva, a jovem sofreu pressões de sua família para negar sua fé: “Somente nos últimos meses ela aceitou o fato de que agora sou cristã. Meu pai ainda não vê isso com bons olhos, mesmo assim, estou feliz por meu marido também ser cristão”.

Sheeften afirma que sua opção limitou o contato com sua terra natal: “Nós não podemos voltar à igreja onde me converti a Cristo porque é muito perigoso para nós, já que antes éramos muçulmanos. Em nosso grupo de oração doméstico nós instruímos outros cristãos e eu aconselho pessoas da igreja que sofrem com problemas no casamento, depressão e, muitas vezes, tendências suicidas”, revelou a jovem, mostrando-se ativa em sua congregação.

Na carta, Sheeften afirma que apesar da perseguição, tem se mantido firme, e após dez anos, consegue entender como a vontade de Deus se realiza: “Não é fácil ser cristão no Irã, por isso estou tão contente em ter você aqui comigo hoje, me encorajando e orientando sobre coisas nossas. Eu acredito que é isso que o Senhor queria dizer a mim com o número dez: que, ao somar dez anos, desde aquele dia, eu estaria aqui com você, conhecendo mais de Deus, compartilhando ideias e pensamentos com alguém que também é cristão e que pode me ajudar a aconselhar melhor meus irmãos”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor evangélico desmascara bandido que tentava aplicar golpe do falso sequestro

Um pastor evangélico da cidade mineira de Varginha desmascarou a tentativa de um criminoso de aplicar o golpe do falso sequestro, e gravou a conversa para alertar outras vítimas em potencial. O pastor Marcos Fernando recebeu a ligação de um homem afirmando ter sequestrado sua filha e, ao perceber se tratar de um golpe “deu corda” ao bandido para ver até onde a conversa chegaria.

- Deu para perceber que era um falso sequestro porque a minha filha estava em casa, mas imaginei que poderia ser uma brincadeira de mau gosto. Quando eu prolonguei a conversa, vi que era algo mais sério e aí tive o instinto de apertar o “REC” do celular e gravar a conversa – contou o pastor, em entrevista concedida à EPTV.

Na conversa, o bandido tenta extorquir R$ 10 mil do pastor, pedindo para que ele faça um depósito bancário do valor para libertar sua filha. Ao fim da ligação, o pastor frustra o bandido, afirmando só ter deixado a conversa se estender para mostrar que “nem todo mundo é otário”.

- Eu não vou fazer depósito nenhum. Eu só dei corda porque nem todo mundo é otário – disse ele ao criminoso ao final da ligação.

Segundo o pastor, sua intenção inicial era enviar a gravação à polícia, mas que desistiu de fazer isso porque não acreditou que o caso fosse levado à frente. Porém, ele afirma que decidiu apenas enviar a conversa à imprensa, para alertar outras famílias.

- Tinha o desejo de passar isso para as autoridades, para tomarem uma providência, mas entendendo que essas autoridades têm outras preocupações mais importantes, eu sabia que isso não seria levado à frente. Mas sei que divulgando, serve de alerta às outras famílias.

Veja a transcrição da conversa:

Voz de mulher: “Pai”
Vítima: “Oi minha filha, onde você tá?”
Criminoso: “Você que é o pai doutor?”
Vítima: “O que que tá acontecendo meu amigo?”
Criminoso: “É assalto meu camarada!”
Vítima: “Solta a minha filha, que negócio é este?”
Criminoso: “Pra mim soltar a sua filha, eu queria uma pequena recompensa financeira em dinheiro de R$ 10 mil. Quanto você tem?”
Vítima: “Rapaz, eu acho que devo ter, sei lá, uns quatro, quatro e pouco”
Criminoso: Não quero machucar ninguém, não quero fazer nenhum mal a ninguém. Eu só quero o dinheiro e soltar ela. E você vai anotar uma conta e vai jogar na conta do meu advogado, entendeu?”
Vítima: “Calma aí, calma aí. Vou arrumar uma caneta. Por favor não faz nada com ela não”.
Criminoso: “Faz o depósito pra mim lá”
Neste momento, em outra ligação, a vítima simula estar no banco:
Vítima: “Tem umas cinco pessoas na fila”
Criminoso: “Cinco? Tá bom”
Vítima: “É o seguinte. Eu não vou fazer depósito nenhum. Eu só dei corda, porque nem todo mundo é otário!”

Por Dan Martins, para o Gospel+

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SAÚDE - Vídeo da internet aumenta suspeita sobre riscos da Coca-Cola à saúde

 

No vídeo, gravado na Rússia, um homem tira em poucos minutos a ferrugem de um para-choque usando apenas uma esponja e Coca-Cola. As imagens levantam a questão sobre os perigos da bebida à saúde. Segundo um toxicologista, a Coca limpa a peça enferrujada porque é ácida, o que pode causar problemas ao sistema digestivo. A grande quantidade de açúcar e sódio do líquido também é responsável por obesidade, diabetes, cáries e hipertensão. Ainda há uma discussão sobre o poder viciante da Coca-Cola e muito mistério em torno de uma suposta fórmula secreta.

 

 

Ou click no Link ----> http://noticias.r7.com/videos/video-da-internet-aumenta-suspeita-sobre-riscos-da-coca-cola-a-saude/idmedia/5229c78b0cf2c792a9fde04d.html

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4 de set de 2013

Pastores sofrem mais com depressão e ansiedade do que qualquer outro profissional, revela estudo

 

Pastores sofrem mais com depressão e ansiedade do que qualquer outro profissional, revela estudo

Pesquisas sobre o estado de saúde emocional de pastores após anos de ministério são feitas com regularidade para medir o tamanho do estresse vivido pelos líderes evangélicos. O estudo mais recente, feito com 1.726 pastores, descobriu que o cargo expõe os ministros a um risco de depressão e ansiedade muito maior do que outras atividades profissionais.

Segundo o relatório da Clergy Health Initiative (CHI), a pesquisa constatou que os pastores com depressão chegaram a 8,7% do total de entrevistados, e os casos de ansiedade a 11,1%. A média das demais profissões para ambos os casos nos Estados Unidos é de 5,5%.

“Pastores podem ter criado uma vida para si que é tão fortemente entrelaçada com o seu ministério, que sua saúde emocional depende do estado do seu ministério”, declarou Jean Proeschold-Bell, diretor de pesquisa da CHI. “Então, é possível que quando os pastores sentem que seu ministério está indo bem, eles experimentam emoções positivas potentes o suficiente para protegê-los de sofrimento mental. Naturalmente, o inverso também é verdadeiro”, complementou.

O estudo indica que a depressão e ansiedade em pastores são causadas ​​principalmente devido a atividades estressantes que eles são obrigados a realizar, como aconselhamentos, atendimento das demandas comuns das igrejas e o preparo das mensagens semanais, segundo informações do Christian Post.

“É comum que os profissionais de saúde pública peçam aos pastores que ofereçam programas de saúde para os seus fiéis. Estes resultados dizem-nos que temos de reverter o curso e estudar uma forma de atender a saúde mental dos próprios pastores”, afirmou Jean.

O diretor da pesquisa também aconselha que os pastores usem um tempo fora do ministério, formando novas amizades de fora da igreja ou até buscando aconselhamento profissional se necessário.

“É preocupante que uma elevada percentagem de líderes religiosos sofra com a depressão, enquanto eles estão tentando inspirar congregações, comunidades e empreendimentos de mudança social, ou mesmo tentando fazer o aconselhamento de seus próprios companheiros. Estas são responsabilidades que você realmente quer uma pessoa mentalmente saudável esteja à frente, mas pode ser exatamente esses desafios e responsabilidades que podem estar causando essas altas taxas de depressão”, complementou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Vídeo – Assista a entrevista completa do Pastor Marcos Pereira ao Conexão Repórter: “Deus não lembra dos meus pecados”

 

O pastor Marcos Pereira, preso desde maio sob acusação de ter estuprado fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, concedeu uma entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT.

Na conversa com o jornalista Roberto Cabrini, Pereira disse que “a cadeia não tem como” segurá-lo, porque ele entende que não está preso, e sim, cumprindo a vontade de Deus.

“Eu me sinto privilegiado, porque homens como eu foram presos, evangélicos. Tem sido um privilégio estar aqui porque eu sinto as marcas de Cristo. Ele disse que nós seríamos perseguidos”, afirmou o pastor, que se queixou do tamanho da cela: “É pequena. Um banheiro e uma cama. Só”.

Pereira comentou que tem tido contato com “pessoas perigosas”, presas por diversos crimes. “Eu tenho pregado pra eles, e graças a Deus, tem sido muito bom. Inclusive chegou uma leva de uns oito novos que já me conheciam das ruas”, revelou.

Apesar das queixas quanto ao tamanho da cela e do relato de atividades evangelísticas que realiza lá dentro, Marcos Pereira revela ter uma visão bastante peculiar da prisão: “Não me sinto preso. Me sinto um homem que está fazendo a vontade de Deus. Se fui conduzido para um presídio, vou continuar fazendo o mesmo trabalho que faço”, disse o pastor.

Usando o arrebatamento como ilustração, Marcos Pereira demonstrou não se sentir preocupado com a possibilidade de ficar detido por muitos anos em caso de condenação: “A cadeia não tem como me segurar. Na hora que a trombeta tocar, o céu se abrir no Oriente e no Ocidente e o homem de branco descer, eu vou desaparecer”, afirmou.

Sobre José Junior, coordenador da ONG AfroRegge, Marcos Pereira afirmou que desde 2012 ele o “acusa sem prova e sem conteúdo”, e disse que não estuprou ou manteve relações sexuais consentidas com fiéis de sua denominação.

Vídeo: Conexão Repórter completo com o Pastor Marcos Pereira

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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