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21 de set. de 2013

“Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo?”, questiona jornalista, após cantora lançar clipe “Wrecking Ball” em que aparece nua.

 

A cantora Miley Cyrus chocou admiradores e a opinião pública como um todo ao protagonizar, durante o Video Music Awards (VMA), cenas extremamente ousadas e sugestivas.

A perplexidade se formou pelo contraste do episódio com a imagem que a cantora mantinha junto aos fãs quando surgiu interpretando a personagem Hannah Montana, da Disney.

Poucos dias depois, Cyrus lançou uma nova música com um clipe ainda mais polêmico. Em “Wrecking Ball”, a cantora aparece nua num cenário de demolição e com gestos tão sugestivos quanto os que ela apresentou no VMA.

A onda de choque causada pela cantora levou diversas pessoas a se questionarem sobre o que estaria acontecendo com a cantora teen que encantava crianças e adolescentes mundo afora.

Jennifer LeClaire, editora do Charisma News, um dos maiores portais cristão de notícias dos Estados Unidos, publicou um artigo questionando se Miley Cyrus teria vendido sua alma ao diabo.

“Miley está apelando para um choque de valores para criar um frenesi na mídia, e acabou indo muito além do que qualquer coisa que Madonna ou Lady Gaga tenha feito em suas performances mais perversas”, opinou LeClaire.

“Pense nisso por um minuto: Miley Ray Cyrus nasceu em uma família cristã. Na verdade, seu nome verdadeiro é Destiny Hope Cyrus. A ex-estrela de Hannah Montana foi apresentada como cristã e batizada em uma Igreja Batista do sul. Ela usava um anel de pureza, quando era mais jovem, sinalizando seu compromisso para praticar a abstinência até o casamento. Agora ela está estampando manchetes por mostrar os mamilos e muito mais. Então o que deu errado? O que aconteceu, não aconteceu da noite pro dia. Você pode ver o lento declínio da personalidade doce de Miley nos últimos cinco anos”, disse a editora, referindo-se às polêmicas que a cantora se envolveu e a constante mudança de aparência.

Respondendo à pergunta do título de seu artigo, Jennifer LeClaire diz que “não acho que Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo, como alguns podem reclamar”, e completa: “Mas, claramente, Miley já vendeu para o espírito do mundo”.

Concluindo seu artigo, a editora diz que não tem “todas as respostas” para o que poderia ser chamado de crise de identidade da cantora, e afirma: “Uma coisa é certa: ninguém forçou Miley para esfregar-se em um homem casado com o dobro de sua idade na frente de jovens na MTV, e ninguém a obrigou a se despir e dançar em um bola de demolição também. Miley foi levantada com valores cristãos. Ela está fazendo suas próprias escolhas. Ela está enganada. Minha oração é que Miley seja como o filho pródigo e volte ao abraço do pai. Deus está apenas esperando para vê-la vir correndo sobre a colina. Vamos orar para que Miley encontre seu caminho para casa em breve. Nós, pelo menos podemos concordar com isso?”, questiona.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Jogador Daniel Alves elogia Neymar e afirma que Deus o tocou e disse: Você vai ser o jogador

 

 

A Seleção Brasileira venceu Portugal por 3×1 ontem, 11/09, num jogo amistoso disputado em Boston, Estados Unidos, com uma grande apresentação de Neymar, que participou do primeiro gol e marcou o segundo.

A repercussão da boa atuação do jogador nos jornais europeus contou com uma entrevista do lateral direito Daniel Alves, companheiro de Neymar no Barcelona e na Seleção, à revista Eurosport.

Dani Alves, como é conhecido, rasgou elogios ao atacante: “Eu acho que é um dos poucos jogadores que, quando nasceu, Deus o tocou e disse: ‘Você vai ser o jogador’”, afirmou, fazendo referência à frase consagrada por Romário.

Para o lateral direito, Neymar “está em uma grande equipe e o mundo do futebol o conhecerá e verá o que ele é capaz”.

Neymar acertou sua transferência do Santos para o Barcelona durante a preparação para a Copa das Confederações, que posteriormente foi vencida pelo Brasil. Na opinião de Daniel Alves, a competição serviu para mostrar a verdadeira face da Seleção Brasileira: “Acho que muita gente agora aposta na vitória do Brasil, mas três ou quatro meses atrás não fariam isso. Essa é a real importância da Copa das Confederações para nós”, resumiu.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Praticante de MMA, senador Magno Malta critica projeto que prevê proibição de transmissão de lutas na TV aberta

 

O senador Magno Malta (PR-ES) é um entusiasta confesso do Mixed Martial Arts (MMA), modalidade esportiva que mescla diversas artes marciais e embala lutas de eventos como o Ultimate Fighting Championship (UFC).

Malta é praticante do esporte e incentivador da prática, usando-o como ferramenta de recuperação de dependentes químicos no projeto social Vem Viver, localizado em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo.

Na última sexta-feira, 11 de setembro, o senador participou de um congresso da modalidade no Rio de Janeiro e se posicionou contra o projeto de lei do deputado federal José Mentor (PT/SP), que visa limitar as transmissões de eventos como o UFC a emissoras de TV por assinatura.

Segundo Malta, o projeto é irresponsável por estigmatizar artes marciais como violentas: “Violência são políticos viverem bêbados publicamente nas esquinas e as novelas com cenas fortes em horários impróprios . O deputado José Mentor e sua iniciativa irresponsável, indecente, não mereceram apoio na audiência pública no Congresso Nacional”, disse o senador.

Para Magno Malta, o esporte é sinônimo de superação e dedicação: “O MMA é a união de várias práticas e por isso é a modalidade esportiva que mais cresce no mundo. No Espírito Santo, depois que os capixabas Erick Silva e Marcelo Guimarães mostraram para o mundo que todos jovens podem alcançar o sonho da vitória, as academias estão lotadas de crianças, jovens e até mulheres que buscam mais qualidade de vida”, observou, lembrando dos benefícios à saúde oferecidos pela prática esportiva.

Segundo a assessoria de imprensa do senador, Malta lembrou ainda os efeitos da prática esportiva nas pessoas beneficiadas pelo projeto Vem Viver: “São pessoas hiperativas que buscaram o caminho errado, trouxeram sofrimento para os familiares, mas agora, através do esporte, estão centralizando energia no esporte e conquistando o sonho de subirem no degrau da glória, da recuperação moral e emocional”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros é contra o envolvimento de líderes religiosos na política

 

Que a mistura entre política e religião não é bem vista pelos brasileiros já se sabe. O ditado popular que diz que os temas não devem ser discutidos é uma prova de que o povo não gosta quando um interfere no outro.

Agora, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) confirmou isso: seis em cada dez brasileiros são contrários à candidatura de líderes religiosos a cargos eletivos. Em números mais específicos, 57,8% dos entrevistados disseram serem contra, enquanto 38,7% se mostraram favoráveis.

A postura parece ser semelhante quanto a candidatos que são apoiados por igrejas: 66,2% disseram que não votariam neles, enquanto que 28,5% responderam que aceitariam a indicação.

Na política brasileira atual, o maior ícone de líderes religiosos que se tornaram políticos, ou políticos que se elegeram a partir do apoio de igrejas é a bancada evangélica, que reúne 76 deputados federais e dois senadores.

A pesquisa da CNT foi realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, e entrevistou duas mil pessoas, de 135 cidades do Brasil, em 21 estados diferentes, segundo informações do site da revista Exame.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Justin Bieber diz ter chorado durante culto na igreja Hillsong NYC: “Sermão incrível”

 

O cantor pop Justin Bieber publicou uma mensagem em seu Twitter no último domingo, afirmando ter chorado durante um culto na Hillsong NYC, uma filial da igreja australiana na cidade norte-americana.

Bieber, apesar das inúmeras polêmicas em que se envolve, sempre se identificou como um cristão, e chegou argumentar aos críticos que não é perfeito, e que seus deslizes não influenciavam sua fé.

A mensagem no Twitter elogiava também o sermão pregado pelo pastor da igreja: “Muito amor para meu amigo Carl Lentz NYC pelo sermão incrível na igreja esta manhã. Te amo, cara. Chorei hoje. Obrigado”, escreveu o artista.

twitter justin bieber

Posteriormente, o pastor Lentz e sua esposa, Laura, publicaram fotos de Justin Bieber nos bastidores do templo, que costuma receber 5.500 pessoas em média a cada culto.

A denominação tem se destacado na cidade conhecida como capital do mundo pela maneira simples e direta de se comunicar. Em seu site, a missão da Hillsong NYC é definida como “atingir e influenciar o mundo através da edificação de uma grande igreja, centrada em Cristo e baseada na Bíblia, mudando mentalidades e capacitando as pessoas para liderar e impactar todas as esferas da sociedade”.

Confira as fotos de Justin Bieber ao lado do pastor da Hillsong NYC:

Justin Bieber ao lado do pastor Carl Lentz e seu filho

Justin Bieber ao lado do pastor Carl Lentz e seu filho

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pesquisador diz que, apesar do crescimento, igreja evangélica se tornará relevante no Brasil quando “aprender a dialogar com a sociedade”

 

O pesquisador Johnny Bernardo, colunista deste portal, concedeu uma entrevista recentemente falando sobre as mudanças no cenário evangélico nacional e as implicações disso na sociedade brasileira.

Na entrevista ao jornal Nosso Tempo, do Rio de Janeiro, Bernardo afirmou que o crescimento do movimento evangélico brasileiro é, em parte, movido por suas características de independência, competitividade e superficialidade.

“O Censo 2010 do IBGE aponta para 42,5 milhões o número de evangélicos brasileiros, mas não leva em conta o fato de que não há, pelo menos nas igrejas neopentecostais, uma consciência definida do que é ser Igreja, sendo comum frequentadores orbitarem entorno de terreiros de umbanda e templos da Universal, por exemplo. É um problema não identificado pelo IBGE”, pondera o pesquisador.

Segundo Johnny, “a sociedade, de modo geral, é afetada pelo crescimento das igrejas evangélicas brasileiras, pelo o fato de que as opções de culto ou religiosidade são consideravelmente maiores do que, por exemplo, na primeira metade do século XX, quando o catolicismo romano reinava absoluto”.

Esse crescimento numérico de fiéis que professam a fé evangélica é movido, em parte, pelo uso das mídias de massa nas últimas décadas, como rádio e televisão, e mais recentemente a internet. Para Johnny, o uso dessas mídias, “ao mesmo tempo em que contribui com a divulgação da Palavra”, expõe uma certa falta de objetivo, pois “as programações evangélicas aos poucos perdem seu sentido original”: “Os recursos audiovisuais têm sido usados como mecanismos de comercialização da fé, sem compromisso pastoral. Tornou, digamos, um método adaptável por qualquer organização religiosa”, lamenta.

De acordo com Johnny Bernardo, “nas últimas décadas a igreja evangélica brasileira tem se caracterizado como uma Igreja de templos, de liturgias”, o que estaria tornando as denominações em corporações voltadas pra si mesmas: “Em outras palavras, ao invés de se fazer presente na sociedade, a Igreja tem se retraído cada vez mais. Tal nos leva a refletir sobre que tipo de crescimento evangélico a mídia se refere”, questiona.

“A Igreja somente será relevante na medida em que aprender a dialogar com os vários segmentos da sociedade, compartilhar seus problemas e frustrações”, diz Johnny Bernardo, que enxerga nesse ponto, um fator de cisão entre as diferentes linhas teológicas: “Há de se desenvolver, nos próximos anos, uma significativa diferenciação entre protestantes históricos e pentecostais. A tendência é de que o protestantismo histórico se torne cada vez mais liberal, aberto a novas tendências e discussões da sociedade; diferente do pentecostalismo, que será caracterizado como um movimento conservador, tradicionalista, fundamentalista. É uma inversão, dado o fato de que o protestantismo histórico, nos primeiros 25 anos do século XX, foi conhecido como um movimento extremamente conservador, fundamentalista”, pontua.

Johnny Bernardo cita como argumento para seu prognóstico as mudanças sofridas por duas importantes denominações pentecostais ao longo dos últimos anos: “A Igreja Pentecostal Deus é Amor é um exemplo de que, com uma possível ausência de seu líder máximo e fundador, David Miranda, deverá caminhar para novas mudanças, como abertura aos meios de comunicação, diminuição da rigidez doutrinária. Há algumas mudanças em processo, como a veiculação da imagem do fundador nas fachadas das filiais, e em meios de comunicação. Recentemente a Internet foi liberada aos membros, e já há uma preocupação com a formação acadêmica (teológica e secular), por parte de alguns líderes e membros da IPDA. É uma tendência comum às igrejas pentecostais, como a Assembleia de Deus que, com a chegada da televisão ao Brasil, a proibiu aos membros, mas que aos poucos liberou o acesso ao recurso. Os costumes também passam por um processo de liberalização, embora com certa resistência localizada”, enumera.

Uma eventual unidade entre as diferentes linhas de pensamento e denominações evangélicas no Brasil é vista como uma situação utópica pelo pesquisador: “As diferenças doutrinárias, de costumes, de organização etc., são elementos que dificultam uma possível aproximação entre as várias vertentes evangélicas brasileiras, notadamente entre históricas e pentecostais em relação as neopentecostais, ou mesmo entre igrejas protestantes históricas e pentecostais”, diz Johnny Bernardo.

Apesar disso, há um fator que pode promover essa união, segundo ele: “Observa-se uma contínua aproximação no que se refere aos desafios da pós-modernidade, como as políticas homossexuais que procuram restringir a liberdade de expressão evangélica, com projetos como a PLC 122/2006, além de políticas ligadas à legalização do aborto, da prostituição e do uso de drogas, como a maconha, por exemplo. A tendência é de uma possível articulação religiosa, em um âmbito nacional e interdenominacional, e que envolverá representantes evangélicos e católicos. É o único caminho dado à expansão ideológica e de influência de grupos de defesa do homossexualismo, nos três poderes”, conclui.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor lamenta postura de cristãos que ironizaram a morte de Champignon: “Como podem falar do inferno com tanta naturalidade?”

 

A morte do baixista Champignon, ex-integrante do Charlie Brown Jr., foi muito lamentada por seus colegas de profissão e amigos pessoais nas redes sociais. Entretanto, alguns internautas que não mantinham um relação de proximidade com o músico fizeram comentários com teor de julgamento ou ironia, pelo fato de Champignon ter cometido suicídio.

Um dos colegas de profissão do músico, o cantor e ator Leo Jaime, chegou a criticar essa postura ainda no calor da notícia, e afirmou que “não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido”.

O mesmo comportamento incomodou o pastor e blogueiro Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança. Num artigo falando especificamente sobre comentários publicados por cristãos sobre o caso, Vargens demonstrou tristeza pela forma como muitos fiéis falaram friamente sobre a condenação ao inferno.

“Por favor me responda sinceramente como é que pode crentes em Jesus falar do inferno com tanta naturalidade, sem contudo derramar uma lágrima sequer? Confesso que fico estarrecido com  o sarcasmo de alguns, bem como a frieza de outros, que aparentemente estão felizes com o falecimento de Champignon”, escreveu Renato Vargens.

O pastor citou um trecho de um discurso de Jonathan Edwards sobre o inferno e a atitude dos cristãos em relação à pregação de que o caminho oposto à salvação é a perdição. Em sua fala, Edward diz que “se nós que cuidamos das almas soubéssemos como é o inferno e conhecêssemos a situação dos condenados à perdição, ou se por algum outro meio nos tornássemos conscientes de quão pavorosa é a condição deles; se ao mesmo tempo soubéssemos que a maioria dos homens foi para lá e víssemos que nossos ouvintes não se dão conta do perigo – nestas circunstâncias, seria moralmente impossível que evitássemos mostrar-lhes com muita seriedade a terrível natureza de tal desgraça e como estão extremamente ameaçados por ele. Nós até mesmo lhe clamaríamos em alta voz”.

Vargens retoma lamentando a postura desses cristãos que, aparentemente, não refletem sobre a complexidade do assunto e o real tamanho das consequências de ser condenado ao inferno: “Os que falam do inferno sem lágrimas nos olhos e com frieza na alma apontam para o fato de que não entenderam a mensagem do Evangelho. Ouso afirmar que se entendêssemos de toda nossa alma o que significa o inferno não seríamos tão maldosos em nossos comentários, antes pelo contrário, choraríamos diante do Eterno, simplesmente pelo fato de sabermos que uma alma se perdeu”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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