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7 de out. de 2013

Pastor Marcos Pereira desiste de processo por injúria e difamação contra José Junior

O pastor Marcos Pereira desistiu de processar o coordenador do Afroreggae José Junior por tê-lo acusado de ser o mandante dos ataques à sede da ONG nas comunidades do Rio de Janeiro.

Preso e condenado por estupro, Pereira não compareceu à audiência no Fórum Central (foto) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A desistência da ação por injúria e difamação foi informada pelo advogado do pastor.

Além das acusações de envolvimento com os ataques aos prédios do AfroReggae, Junior afirmou que Pereira tinha ligações com o tráfico de drogas, associação para o tráfico, praticado lavagem de dinheiro e quatro homicídios, de acordo com informações do portal Terra.

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva de Marcos Pereira e do traficante Márcio Nepomuceno dos Santos, o Marcinho VP, por associação para o tráfico. O procedimento é padrão, apesar de ambos já estarem detidos, em diferentes presídios.

Segundo o MP, Marcos Pereira seria uma espécie de “pombo correio” dos traficantes, fazendo as funções de repassar ordens de traficantes presos para seus subordinados nas comunidades do Rio de Janeiro.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Carregando a frase “Jesus Salva” no carro, piloto brasileiro conquista vitória emocionante na Fórmula 3

 

A 11ª etapa da Fórmula 3 britânica, competição conhecida por ser uma das mais tradicionais categorias de acesso à Fórmula 1, foi marcada pela vitória de um piloto brasileiro e pela mensagem de fé que ele carrega em seu carro. Carregando a já característica frase “Jesus Saves” (Jesus Salva) em seu carro, o piloto Felipe Guimarães garantiu uma emocionante vitória na última curva do circuito de Nurburbring, na Alemanha.

Pupilo do ex-piloto de Fórmula 1, Alex Dias Ribeiro, de quem herdou o costume de carregar a frase religiosa em seu carro, o brasiliense Guimarães, de 22 anos, dedicou sua vitória a Deus.

- Foi uma das melhores corridas da minha vida. Vim no limite do carro a cada curva, a cada volta. Dei o máximo de mim porque confiava que poderia vencer. Deus me abençoou muito. Só tenho a agradecer a Ele – afirmou Guimarães, comemorando sua segunda vitória na temporada.

Na corrida que foi considerada a mais emocionante desta temporada da F-3 inglesa, segundo o G1, o piloto brasileiro garantiu sua vitória com uma ultrapassagem na última curva da última volta sobre o australiano Spike Goddard. Pela manhã, o piloto já tinha subido ao pódio com o terceiro lugar na 10ª etapa, e agora ocupa a quarta posição no campeonato, com 103 pontos.

Apesar da vitória do piloto brasileiro, o britânico Jordan King garantiu o título da categoria com uma prova de antecipação.

A bela vitória de Felipe Guimarães foi comentada por seu mentor Alex Dias Ribeiro, quer ressaltou a atitude do pupilo em seguir seus passos levando a mensagem religiosa em seu carro. Guimarães leva sua fé também no capacete, com a frase “Jesus ama você”.

- A minha satisfação com a vitória do Felipe é imensa e a alegria e gratidão a Deus que nos ensinou o caminho. Esta vitória é a abertura de um novo ciclo de alguém que está me substituindo levando a palavra de Deus mundo afora através do automobilismo – comentou Ribeiro.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Apesar de ter suas igrejas destruídas, cristãos do Egito respondem a atos de violência com mensagens de amor e perdão

A recente onda de perseguição contra cristãos no Egito tem a cidade de Minya como um dos locais mais atingidos pela violência dos ataques, apontados por especialistas como os piores sofridos por cristãos na região nos últimos 700 anos. Porém, mesmo diante da violência, os cristãos têm respondido com uma mensagem de amor e perdão.

Em todo o país, dezenas de igrejas coptas e católicas foram incendiadas. Entre elas está a Amir Tadros, uma igreja centenária que foi completamente destruída e, tendo a demolição como único caminho viável para sei templo, se reúne em uma barraca de lona montada perto do local. Na escola dominical alunos da classe estão aprendendo sobre Theodore Shateb, um comandante romano que se converteu ao cristianismo e foi martirizado no ano 313.

- Esses dias eu acho que os alunos estão tendo uma lição de vida – disse o professor William Marka à CBN News.

- Eles veem a sua igreja queimada. Eles sabem como são tratados todos os dias. Eles nos veem perdoar os nossos inimigos. Estamos no Egito para servir. Estamos aqui para demonstrar amor cristão. Tentamos o nosso melhor para não lutar e mostrar o amor que o Senhor nos ensinou – completou Marka.

As mensagens de amor dos cristãos egípcios estão estampadas também nas paredes destruídas dos templos e edifícios destruídos pelos ativistas islâmicos. Um deles é um orfanato chamado Soldados de Cristo. Administrado por cristãos, o orfanato foi destruído em um ataque ordenado pela Irmandade Muçulmana, deixando mais de 200 crianças desabrigadas.

- Vocês queriam nos machucar, mas eu te perdoo. Deus é amor. Tudo funciona para o bem… – diz mensagem escrita em uma das paredes que restou no orfanato, acompanhada ainda pela frase “Amai os vossos inimigos”.

Apesar de continuarem a viver sob ameaças, os cristãos em Minya ressaltam seu comprometimento em continuar seus ministérios, segundo o Noticias Cristiana. Eles dizem que os prédios foram destruídos, mas que a Igreja de Cristo continua de pé.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Comissão da OAB manifesta repúdio ao pastor Marco Feliciano por prisão de ativistas que se beijaram durante culto

 

O pedido do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de que a Polícia detivesse duas ativistas gays que se beijavam durante seu sermão no Glorifica Litoral, em São Sebastião, continua repercutindo na sociedade.

A última reação à postura do deputado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) gerou uma nota de repúdio por parte da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Por meio da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal, a OAB afirmou que “declarações como estas incitam o ódio e a intolerância e promovem a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”.

Segundo a nota, a atitude das jovens não se caracteriza como ofensa ao culto: “E intolerável é o abuso de poder das autoridades policiais que cercaram, arrastaram e algemaram as jovens que se manifestavam contra o parlamentar, e que de modo algum podem ter sua conduta entendida como ofensa ao sentimento religioso, revelando-se totalmente descabida a tentativa de punir as manifestantes com base no art. 208 do Código Penal”.

A Comissão conclui sua crítica ao episódio repudiando as declarações do pastor e se comprometendo a promover a luta da militância gay: “Deste modo a Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil sente-se no dever de repudiar as declarações do deputado federal Marco Feliciano e o abuso de poder da Guarda Civil do Município de São Sebastião-SP, e expressar o compromisso inarredável da OAB com a luta pela promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis, e com a preservação do Estado democrático de direito e das liberdades constitucionais”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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28 de set. de 2013

Ex-agnóstico, jornalista do The New York Times conta seu testemunho de conversão e relata como se tornou um “defensor de Deus”

 

O escritor Eric Metaxas, autor de best-sellers e jornalista do jornal The New York Times, gravou recentemente um testemunho sobre sua conversão ao evangelho, contando como deixou de ser um agnóstico e se tornou um “defensor de Deus”, como ele agora se autodeclara.

Metaxas conta que, antes de sua conversão, cultivava seu próprio conjunto de crenças e convicções sobre a vida e a religião. Segundo o The Christian Post, ele revela que após frequentar a Universidade de Yale, onde se graduou, criou uma representação figurada para explicar o sentido da vida, na qual se baseava.

- Há um lago congelado, e enquanto o gelo no lago representa a mente consciente, a água sob o gelo representa a mente inconsciente com um inconsciente coletivo – descreve o escritor, ilustrando sua antiga concepção de todas as religiões tinham o mesmo fim e de que ele estava próximo de perfurar esse gelo (a mente consciente) de maneira a alcançar o consciente coletivo, através da sua ideia literária.

- Eu estava como se estivesse perdido no mar, eu não tinha ideia do que eu acreditava, ou quem eu era – concluiu, sobre aquilo no qual acreditava.

Porém, ele revela que sua conversão se deu depois de um sonho, no qual ele afirma que Deus falou com ele usando a mesma metáfora que ele usava para explicar o sentido da vida.

- No sonho, eu estou no Lago Candlewood em Danbury, Connecticut (leste dos EUA), pescando no gelo no meio do inverno. Havia um peixe furando o gelo, tentando colocar seu focinho para fora. Se vocês pescam no gelo, sabem que isso nunca acontece. Eu estendi a mão para segurar o peixe. A luz do sol era tão brilhante que eu enxerguei apenas um lado do peixe, onde não aparecia o bronze, e sim o ouro, e de repente eu percebo, que eu estou segurando a vida, um peixe dourado – explicou, contando ainda que ao acordar percebeu que Deus estava falando com ele através de um “vocabulário secreto” em seu coração.

- Deus me disse ‘Eric, você queria tocar na água inerte, este inconsciente coletivo, mas eu tenho algo a mais para você, eu tenho meu filho, Jesus Cristo, o filho de Deus, seu Salvador – afirma Metaxas, afirmando que Deus operou em sua vida através de um simples pensamento seu.

Antes um defensor de uma “fé cega”, e que evitava o contato com cristãos ele conta que se tornou um cristão após descobrir que o significado desse sonho é que ele havia aceitado Jesus, algo que ele nunca havia pensado em fazer.

- Não há tal coisa como fé cega, isto é algo que possui uma interpretação errada, pois a fé só pode ser fé dentro daquilo que é real – explica Metaxas.

- Não há dúvida, em retrospecto, que Deus é real e eu gostaria de ter descoberto isto mais cedo – finaliza.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Pastor Marco Feliciano diz que há mais de 900 projetos de lei no Congresso “que ameaçam a família e a igreja” no Brasil

 

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) concedeu uma extensa entrevista falando sobre as questões que o colocaram sob os holofotes nacionais durante o primeiro semestre deste ano.

Eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Feliciano tornou-se alvo primário dos ativistas gays e militantes de partidos de esquerda que compõem o grupo de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), a quem ajudou eleger.

A entrevista foi concedida ao blogueiro e ativista Julio Severo, e Feliciano falou sobre os mais diversos temas.

Segundo o pastor e deputado federal, a oposição ferrenha a ele por parte dos partidos de esquerda se dá por sua atuação como parlamentar desde que assumiu o mandato, e não apenas por sua postura como presidente da CDHM.

“As esquerdas brasileiras odeiam a tudo e a todos que servirem de bloqueio aos seus nefastos projetos progressistas. Desde que fui eleito em 2010, honrando os votos do meu segmento cristão, me dobrei diante dos temas que me eram interessantes e para minha surpresa encontrei quase 200 projetos que transformavam gays em uma super-raça. Hoje num pente fino bem apurado, descobri tramitando pela Câmara dos Deputados mais de 900 projetos que ferem a família tradicional, as igrejas e a liberdade de expressão. Tornei-me uma espécie de ‘guarda-costas’ da família. Bem antes da CDHM eu já havia, por exemplo, pedido o impeachment de um ministro do STF por ter antecipado o voto sobre o aborto dos bebês anencéfalos. Fiz isso junto com o já falecido Dom Bergonzini, bispo de São Paulo. Fui também autor de um PDC de plebiscito sobre o casamento homossexual. Tive várias batalhas em comissões e no plenário quando o assunto era orientação sexual, e desde então me transformaram em inimigo público. Quando meu nome foi indicado para CDHM, a oposição surtou. Afinal, não era um deputado numa mísera comissão sem expressão. Era o deputado conservador, alguém basicamente de direita assumindo uma comissão criada exclusivamente pela e para a esquerda”, disse Feliciano.

No meio evangélico, o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento recebeu críticas de diversos líderes, que discordavam do teor de suas opiniões teológicas e posturas políticas. Julio Severo questionou Feliciano especificamente sobre as críticas emitidas contra ele pelo pastor Ariovaldo Ramos, atualmente pastor auxiliar da Igreja Batista de Água Branca (IBAB).

“Um belo dia recebi uma ligação de alguém ligado ao Ariovaldo, dizendo que ele queria me ouvir antes de se pronunciar. Confesso, nunca antes havia ouvido falar dele. Segui a ordem bíblica: ‘segui a paz com todos’. Fui ao encontro desse senhor que me recebeu com vários outros senhores que compunham a diretoria da Aliança Evangélica. Por mais de uma hora dei minhas explicações, denunciei como as coisas funcionavam em Brasília, falei das centenas de projetos que ameaçavam a liberdade de culto e a destruição da família tradicional, etc. Contudo, fui questionado como eu me comportaria diante das reivindicações dos índios, dos pobres, questões sociais, e então percebi que estes senhores, amigos do peito do governo esquerdista, nada se preocupavam com as minhas preocupações. Eram apenas ativistas, preocupados em não provocar uma ‘guerra’ santa, me aconselhando a não ser intolerante, me doutrinando sobre o perfeito governo de Lula e os bons relacionamentos com o Ministro da Casa Civil Gilberto de Carvalho. Um dos meus assessores que me acompanhava, me confidenciou: esse cidadão (Ariovaldo) não é dos nossos… Dias depois vi que essa palavra se cumprindo: Ariovaldo e os outros já haviam assinado um documento público contra mim, antes da reunião, e depois dela não deram uma nota sequer”, queixou-se o pastor Marco Feliciano.

Perseguição pessoal

Feliciano ressaltou que, durante o ápice de sua exposição na mídia devido à repercussão de suas falas contra a homossexualidade e os ativistas gays, ele e sua família sofreram perseguições e agressões verbais, e as filiais de sua igreja tornaram-se alvos fixos da militância homossexual.

“[Sofri] perseguição, ameaças de morte, ataques físicos e humilhações públicas. Minha esposa contraiu uma doença psicossomática da qual ainda não se recuperou. Minhas filhas menores (10 e 11 anos) precisaram de apoio psicológico, pois em um culto os ativistas gays subiram sobre o meu carro, expondo seus órgãos sexuais, aos gritos, xingamentos, cusparadas, enquanto minhas crianças estavam no carro, aos gritos e prantos. Eu emagreci 10 quilos, pois não conseguia me alimentar nem dormir. A mídia foi cruel, editando mensagens que preguei há mais de 15 anos atrás e todos dias estampavam em seus jornais e TV. A mídia social foi terrível. Criaram perfis fakes no Facebook. Por causa disso, a Xuxa me chamou de monstro. Eu ia processá-la, mas aí li a citação dela, e vi que ela citava algo que eu nunca havia dito. Procurei e encontrei um perfil fake com mais de 100 frases racistas supostamente ditas por mim. As igrejas se amedrontaram e não tiro a razão em alguns casos. Fiquei 4 meses sem poder pregar. Tenho um ministério de igrejas com pouco mais de 5 anos de trabalho. Os ativistas gays depredaram nossos templos e fizeram campanha na porta de algumas igrejas proibindo as pessoas de entrarem. Em algumas cidades pequenas a tormenta foi tão grande que os membros não tinham mais coragem de ir à igreja, porque ao chegarem lá encontravam os ativistas gays fumando, se drogando, bebendo e dançando seminus. Fechamos algumas congregações. E até hoje fazem terrorismo. Descobrem onde vou estar pregando e pela mídia social ameaçam ir com milhares de pessoas para frente das igrejas com trios-elétricos”, relatou o pastor.

Marco Feliciano diz ainda que a interferência em sua vida pessoal ainda não foi interrompida, a exemplo do protesto feito por militantes dentro de um avião em pleno voo, e que sua filha mais velha teve que mudar de país para continuar estudando.

“Hoje, raramente ando em locais públicos. Quando o faço, se alguém me chama pelo nome, ou se aproxima abruptamente, meu coração dispara, pois não sei o que vai acontecer e qual será a intenção da pessoa. Por isso não vou mais a restaurantes, shoppings, e quando vou me descaracterizo para tentar passar despercebido [...] A minha filha primogênita, 18 anos, teve que trancar sua matricula escolar aqui no Brasil, pois o sobrenome Feliciano pesou. Tive que mandá-la para fora do Brasil. Hoje ela está nos EUA estudando”, lamentou.

Homossexualidade

Apesar da oposição ferrenha a ele, Feliciano não mudou seu discurso sobre a homossexualidade, e reforçou sua visão enquanto deputado e pastor: “[A homossexualidade] é um fenômeno comportamental que está longe de ser compreendido. É um assunto que precisa ser estudado, mas a militância gay mundial fez com que psicólogos abandonassem o assunto e dessem por encerrado. O que é lamentável e por que não dizer criminoso. Transformaram em ‘moda’, e quem irá pagar por isso serão as próximas gerações. O comportamento gay traz transtornos, angústias, tristezas e desespero. Sinto muito por eles”.

A atuação dos militantes homossexuais ameaça, segundo Feliciano, diretamente o direito à crença e culto. Segundo o deputado, o projeto “PLC 122 é o cadeado que lacrará para sempre a liberdade de expressão e castigará fortemente a igreja cristã verdadeira”.

A proposta do kit gay nas escolas públicas também foi comentada por Feliciano: “Sou contra e pago um alto preço por isso. A assim chamada ‘nova estrutura familiar’ é desonesta, macabra, pútrida, desgraçada e implacável! Pais cuidem de seus filhos”, alertou.

Para Feliciano, “é claro” que a revolta da militância gay contra sua permanência à Frente da CDHM tem a ver com a perda de recursos destinados ao movimento gay: “E também com a perda da visibilidade na própria Câmara dos Deputados. Embora este ano eles apareceram mais na mídia, o que deveria ser bom pra eles, foi um verdadeiro tiro no pé. As pessoas estão acordando e percebendo o que eles fazem de fato”.

Política

“Em 2010 estávamos entre a cruz e o punhal. De um lado, no segundo turno, estava o PSDB e José Serra, que assumiu publicamente que era a favor do aborto. Do outro, Dilma, que assinou um documento público dizendo que era contra o aborto e que em seu governo não o aprovaria. O que você faria? Eu escolhi o menos pior, o candidato que tinha um documento físico que poderia ser usado para cobrar a promessa feita. Apoiei Dilma. Arrependi-me. Para esta esquerda que aí governa, valores só existem quando é dinheiro”, disparou o pastor Marco Feliciano, sem revelar qual caminho tomará nas próximas eleições em termos de apoio aos candidatos a presidente.

Candidatura à presidência

O deputado e virtual candidato a senador em 2014 comentou a postura da ex-senadora Marina Silva, evangélica que luta para registrar a Rede Sustentabilidade como partido, e também falou sobre o porquê não se candidatará à presidência da República nas próximas eleições.

“Eu também me decepcionei com a nossa ‘irmã’ Marina. Marina é tão de esquerda que o próprio PT não foi radical o suficiente pra ela. Vejam os que estão ao lado dela na construção da Rede e entenderão o que falo. Se hoje um partido com tempo de TV me desse a legenda, eu me candidataria sem medo. Se não for dessa vez, quem sabe na próxima. Estou em oração. Tenho muito que aprender. Tenho 40 anos de idade e iniciando minha vida política, lembrando que nunca fui nem vereador. Tenho convicção de que não estou 100% preparado, mas para isso existem assessorias, ministérios, etc. É um sonho. Vamos sonhar. Sonhemos com o dia em que ao ouvir a Voz do Brasil, o jornalista dirá: Com a palavra sua excelência o presidente da Republica Federativa do Brasil, e o presidente iniciará seu discurso assim: Eu cumprimento os compatriotas brasileiros com a paz do Senhor!”, comentou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Dr Kermit Gosnel: um dos maiores realizadores de aborto no mundo afirma ser “espiritualmente inocente” e leitor da Bíblia

 

O ex-médico Kermit Gosnell, recém-condenado nos Estados Unidos a três penas de prisão perpétua por ter assassinado três bebês cortando suas medulas espinhais, concedeu recentemente uma entrevista na qual afirma ser “espiritualmente inocente” dos crimes pelos quais foi condenado e acusando a igreja católica por sua condenação.

Na prisão, Gosnell afirma usar se tempo livre para ler a Bíblia, se exercitar e aperfeiçoar seu espanhol.

Falando pela primeira vez desde seu julgamento, em maio, que o considerou culpado de assassinato em primeiro grau de três recém-nascidos e pelo homicídio involuntário de um de seus pacientes, Gosnell concedeu entrevista ao repórter Steve Volt, da Filadélfia Magazine. Durante a entrevista ele afirmou que, embora acreditar que o aborto não é ideal, é um “pecado maior” entregar uma criança para um mundo empobrecido, onde não existem condições ideais para recebê-la.

- Eu considerava estar em uma guerra contra a pobreza, e me sinto confortável com as coisas que eu fiz e as decisões que tomei – afirmou o ex-médico, que se classifica como “um soldado em uma guerra contra a pobreza”, e diz que apenas “em um mundo ideal” o aborto não seria necessário.

De acordo com relato do WDN, Gosnell, de 72 anos de idade, administrava uma clínica de aborto na Filadélfia intitulada “Centro Médico da Mulher”, local que foi apelidado de “Casa dos Horrores” depois que agentes do FBI invadiram suas instalações, em 2010, à procura de evidências de tráfico de medicamentos controlados. Porém, o que encontraram foi sangue no chão, cheiro de urina e freezers cheios de sacos com restos mortais dos bebês.

O apelido “Casa dos Horrores” foi dado à clinica pelo promotor do Estado que cuidou do caso. Segundo ele foram encontrados restos de 45 fetos dentro da clínica, classificada como imunda, além de equipamentos cirúrgicos insalubres e até mesmo pés de alguns dos fetos armazenados em frascos.

Ao longo do julgamento, ex-funcionários e ex-pacientes da clínica de abortos de Gosnell relataram os horrores vistos e vividos no local. Ashley Baldwin foi uma das pessoas a contar sobre o que acontecia na clínica. Ex-funcionária de Gosnell ela afirma que o ex-médico cortou o pescoço de muitos bebês que poderiam ter vivido. Outro funcionário afirmou que era um procedimento padrão cortar a coluna vertebral em todos os casos.

Marie Smith, uma das pacientes de Gosnell, conta que quase morreu em decorrência de um aborto mal feito.

- Ele [Gosnell] deixou um braço e uma perna dentro de mim. Eu quase morri. Eu achava que sabia o que estava fazendo, mas eu acho que eu estava errada – afirmou Smith.

Após a entrevista, o repórter Steve Volk disse o ex-abortista é “inteligente” e “carismático” e afirma que ele não é um “monstro”.

- Ele acredita ser inocente… neste sentido espiritual maior. Ele acredita que estava realizando um serviço para as pessoas e que era um soldado em guerra com a pobreza – afirmou o jornalista, relatando ainda que Gosnell “se vê como tendo realizado uma função nobre na sociedade”.

Sobre sua condenação, Gosnell afirma que sua pena foi agravada por convicções religiosas.

- Você sabia que Seth [Williams, promotor da Filadélfia] era coroinha? Você sabia da forte presença católica na divisão de homicídios? – argumentou.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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