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7 de out de 2013

Apesar de ter suas igrejas destruídas, cristãos do Egito respondem a atos de violência com mensagens de amor e perdão

A recente onda de perseguição contra cristãos no Egito tem a cidade de Minya como um dos locais mais atingidos pela violência dos ataques, apontados por especialistas como os piores sofridos por cristãos na região nos últimos 700 anos. Porém, mesmo diante da violência, os cristãos têm respondido com uma mensagem de amor e perdão.

Em todo o país, dezenas de igrejas coptas e católicas foram incendiadas. Entre elas está a Amir Tadros, uma igreja centenária que foi completamente destruída e, tendo a demolição como único caminho viável para sei templo, se reúne em uma barraca de lona montada perto do local. Na escola dominical alunos da classe estão aprendendo sobre Theodore Shateb, um comandante romano que se converteu ao cristianismo e foi martirizado no ano 313.

- Esses dias eu acho que os alunos estão tendo uma lição de vida – disse o professor William Marka à CBN News.

- Eles veem a sua igreja queimada. Eles sabem como são tratados todos os dias. Eles nos veem perdoar os nossos inimigos. Estamos no Egito para servir. Estamos aqui para demonstrar amor cristão. Tentamos o nosso melhor para não lutar e mostrar o amor que o Senhor nos ensinou – completou Marka.

As mensagens de amor dos cristãos egípcios estão estampadas também nas paredes destruídas dos templos e edifícios destruídos pelos ativistas islâmicos. Um deles é um orfanato chamado Soldados de Cristo. Administrado por cristãos, o orfanato foi destruído em um ataque ordenado pela Irmandade Muçulmana, deixando mais de 200 crianças desabrigadas.

- Vocês queriam nos machucar, mas eu te perdoo. Deus é amor. Tudo funciona para o bem… – diz mensagem escrita em uma das paredes que restou no orfanato, acompanhada ainda pela frase “Amai os vossos inimigos”.

Apesar de continuarem a viver sob ameaças, os cristãos em Minya ressaltam seu comprometimento em continuar seus ministérios, segundo o Noticias Cristiana. Eles dizem que os prédios foram destruídos, mas que a Igreja de Cristo continua de pé.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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