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21 de set. de 2013

Arquidiocese do Rio de Janeiro lança campanha de doações para pagar dívidas de R$ 90 milhões geradas pela JMJ

 

 

Há cerca de 40 dias, o papa Francisco finalizou sua passagem pelo Brasil. Sua passagem pelo país teve como principal motivo a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento que reuniu milhares de fiéis e, segundo a Igreja Católica, levou os fiéis de volta às igrejas. Porém, além da renovação da fé de muitos fiéis, a JMJ deixou uma grande dívida para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, que agora organizou uma campanha de doações com objetivo de arrecadar dinheiro para quitar gastos do evento.

Intitulada “Agora é Sua Vez de Contribuir”, a campanha recém-lançada pela instituição católica, tem como objetivo levantar fundos para sanar a dívida, que beira a casa dos R$ 90 milhões, segundo o portal iG. A campanha está sendo divulgada na página oficial da Arquidiocese nas redes sociais. Com cartazes lançados em sua página oficial no Facebook, a instituição divulgou o número da conta corrente do Instituto da JMJ, pedindo qualquer contribuição.

Muitos seguidores da página na rede social chegaram a afirmar que a campanha não era verdadeira, mas, em comunicado oficial, a organização católica confirmou a veracidade da campanha.

A nota afirma que a mudança de planos durante a Jornada, transferindo eventos de Guaratiba para Copacabana, bem como a diminuição do número de peregrinos estrangeiros esperados para o evento, fez os gastos estourarem.

- Em Guaratiba estava quase tudo pronto quando mudamos pra Copacabana. Um evento preparado em um ano e meio pra mudar em dois dias supõe toda uma despesa muito grande, também, que aconteceu, e não prevista anteriormente – afirmou Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, segundo o G1.

A campanha, bem como a confirmação da dívida, gerou polêmica na internet. Na página da Arquidiocese no Facebook, um espanhol questionou os gastos e a iniciativa para arrecadar fundos, comparando a JMJ do Rio de Janeiro com a edição do evento promovida na Espanha.

- Desde quando é preciso pagar por uma JMJ? Em Madrid (a penúltima edição), geramos benefício em toda cidade de mais de 150 milhões de euros, não houve déficit. Será que no Rio teve corrupção do governo? – criticou Josué Báscones.

Para pagar as dívidas criadas pela realização da JMJ, a Igreja já vendeu um edifício, onde funciona o Hospital Quinta D’or, em São Cristóvão, por R$ 46 milhões. Os cerca de R$ 90 milhões restantes das dívidas estão sendo renegociadas com os fornecedores. Foi também aberta uma auditoria interna para apurar os gastos.

- Essa auditoria está sendo feita pra poder exatamente sabermos o que aconteceu, o que está acontecendo, pra que saber onde foi aplicado cada centavo e quais são as verdadeiras necessidades – declarou Dom Orani.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Renato Pelado, ex-baterista do Charlie Brown Jr., lamenta a morte de Champignon: “Acho que faltava Deus na vida dele”

 

 

A morte do músico Champignon, ex-integrante da banda Charlie Brown Jr foi muito lamentada por artistas e colegas de profissão, que publicaram mensagens de condolência e desejos de consolo da parte de Deus para a família dele.

No entanto, um destes colegas, o baterista Renato Pelado, que fez parte da formação original do Charlie Brown Jr ao lado de Champignon e Chorão (vocalista da banda morto em março deste ano) e tocou com o baixista por treze anos, concedeu uma entrevista ao G1 dizendo que sentia que havia faltado Deus na vida do amigo.

Pelado comentou que a postura de Champignon, mesmo quando se distanciaram, foi de amizade: “A última vez que eu vi ele, por incrível que pareça, foi no enterro do Chorão. O que nos separou foi a banda, eu segui outro caminho, segui o caminho de Deus. Ele me apoiou, nunca ficou me pressionando, respeitou minha escolha. É lamentável, estou muito surpreso”.

Segundo Renato Pelado, ele tentou agendar um encontro com o amigo na última vez que conversaram por telefone: “A gente era amigo, eu liguei para ele e pedi para que quando estivesse em Santos me encontrar”.

O baterista, que atualmente é membro da igreja Bola de Neve, lamentou o ocorrido e a falta de Deus na vida do amigo: “Ele deixou alegria, a técnica, a lembrança ficará sempre no coração. Uma pena que tudo afetou ele. Eu chego a conclusão de que o sucesso não é isso, sucesso é outra coisa. É um engano, você acha que está fazendo sucesso, mas no fundo está vazio, eu acho que faltava Deus na vida dele. Eu fujo do tumulto, achei minha paz”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Em meio à guerra civil na Síria, cristãos são perseguidos por muçulmanos, que classificam a Bíblia como “mais perigosa que armas químicas”

 

A guerra civil na Síria protagonizada por opositores ao presidente Bashar Al Assad e seus defensores tem sido noticiada pela imprensa mundial desde o início, e mais recentemente pelo iminente ataque dos Estados Unidos ao país, após a descoberta do uso de armas químicas por parte do governo contra a população.

Porém, a guerra como um todo esconde a perseguição aos cristãos do país feita pelos muçulmanos que se dividem entre pró e contra o governo.

Um vídeo publicado recentemente por um grupo islâmico mostra uma grande quantidade de Bíblias apreendidas pelos ativistas. O narrador do vídeo classifica o material como “mais perigoso que armas químicas”, e diz que a evangelização feita no país é uma espécie de manipulação, pois a estratégia dos cristãos é baseada em ajudas sociais: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”, diz o homem.

Uma legenda do material pede que a nação islâmica acorde para se prevenir à evangelização que vem sendo feita no país. De acordo com informações publicadas pelo WND, há rumores de que cristãos estão sendo sequestrados e executados no país por se recusarem a abandonar a fé e converter-se ao islamismo.

O jornal Daily Mail publicou o relato de um cristão que presenciou um dos ataques de intolerância religiosa: “Eu vi os militantes agarrando cinco moradores e ameaçando-os dizendo: ‘Ou você se converte ao islamismo, ou você vai ser decapitado’”.

Assista abaixo ao vídeo:

 

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor Marco Feliciano ironiza denúncias de corrupção contra o Psol de Jean Wyllys: “Me perseguiram e agora foram denunciados por desvio de verbas”

 

 

Uma denúncia de corrupção e crime eleitoral supostamente praticados pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), legenda que abriga o deputado federal Jean Wyllys, foi tema de uma publicação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em seu perfil no Twitter.

Feliciano ironizou o fato de que o partido é um de seus principais opositores na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e agora, está envolto em denúncias de corrupção: “Fiquei sabendo hoje que um dos partidos que mais me perseguiram e que encarnam o moral aqui na Câmara foi denunciado por desvio de verbas de uma ONG. Usaram o dinheiro da ONG para fazerem a campanha dos seus deputados. E pasmem a denuncia foi feita por uma parlamentar deste mesmo partido”, publicou o pastor.

A fala de Feliciano foi comentada pelo pastor assembleiano Abner Ferreira, em tom de ironia: “Marco Feliciano, tem notícias do mensalão do PSOL? O PSOL virou PSIU… Ninguém comenta nada… rsrs”.

A denúncia foi tema de reportagem do Jornal Nacional, que ouviu o deputado Jean Wyllys, citado nas investigações como um dos beneficiados pelo esquema de boca de urna supostamente montado pelo partido nas eleições de 2010. O ex-BBB negou que tivesse conhecimento do caso: “Não tinha conhecimento disso. Para mim, esta referência à boca de urna é uma novidade”.

O desvio

A principal acusada do esquema de corrupção é a deputada estadual Janira Rocha, presidente estadual do PSOL no Rio de Janeiro e líder da bancada do partido na Assembleia Legislativa (Alerj). Gravações feitas durante reuniões da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindsprev) mostram a deputada admitindo que se beneficiou de um esquema de caixa dois com o desvio de dinheiro do sindicato.

No áudio obtido pela Polícia, Janira demonstra preocupação com a possibilidade de vazar um documento que a comprometesse: “Qual é o problema? Todo mundo sabe que foi dinheiro para minha campanha, o problema é que tem um documento, em papel timbrado, de uma regional do sindicato, de uma dirigente do sindicato, dizendo, entendeu? Que o dinheiro do sindicato foi para a minha campanha. A gente pode botar no relatório que o dinheiro foi para atividades políticas, mobilizadoras. Não pode dizer que foi para a construção de PSOL, foi para a disputa, para eleger deputado. Isso não pode, isso é crime”, diz a deputada.

Numa entrevista à TV Globo, Janira se negou a comentar as acusações: “Eu não tenho nada a temer. Eu não tive ainda acesso ao dossiê. Eu não vi. Eu não sei do que está dito dentro, a não ser as questões que estão colocadas na imprensa. Eu acho que as gravações refletem uma determinada conjuntura, reflete um debate em que eu estava fazendo, uma discussão que eu estava fazendo – inclusive publicamente”.

“Psol é um PT mixuruca”

Um dos principais críticos aos partidos de esquerda no Brasil, o jornalista Reinaldo Azevedo, de Veja, publicou em sua coluna no site revista um artigo sobre o caso.

“Entre os papéis que compõem um dossiê elaborado por ex-assessores seus [de Janira Rocha], que tentaram extorqui-la, evidências de financiamento irregular de boca de urna das campanhas dos deputados federais Chico Alencar e Jean Wyllys. O primeiro chamou a coisa de ‘papelucho’, indignado, claro! O outro, num tom baixo e profundo, diz não saber de nada. O PSOL é o partido que comandou a invasão da Câmara de Vereadores do Rio porque, sabem como é, não suporta corrupção. Reitero: no partido, Janira é peixe graúdo”, pontuou o jornalista.

O ataque ao Psol foi reiterado pelo jornalista, que classificou o partido como “um PT mixuruca, com complexo de moralidade”, e afirmou que a aplicação da lei deve ser feita em sua íntegra: “Ela [Janira Rocha] recebeu doação ilegal, de maneira confessa e inequívoca, o que resulta, segundo a lei, em cassação de mandato. Mas não só ela. Também o registro do PSOL, se a lei for cumprida, tem de ser cassado”, escreveu Azevedo, citando o Inciso IV do o Artigo 31 da lei 9.096, que regulamenta a atuação dos partidos.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Ladrão desiste de estupro após vítima recitar versículo de João 3:16 e orar por ele; Agressor foi morto pela polícia horas depois

Uma tentativa de estupro foi interrompida quando a mulher recitou a passagem de João 3:16 e orou pelo agressor, livrando-se assim do abuso sexual.

O caso aconteceu na Florida, Estados Unidos, e segundo a polícia, Charlie Christopher Bates foi morto horas depois numa perseguição policial.

A tentativa de estupro se deu quando Charlie invadiu o apartamento de sua vítima, e com uma arma, forçou-a a se despir e acariciá-lo. Quando ele estava prestes a consumar o ato, a vítima recitou um dos versículos mais conhecidos da Bíblia e passou a orar pelo agressor.

Segundo depoimento prestado pela vítima à Polícia, nesse momento o comportamento de Charlie mudou, e ele deu uma camisa para que ela se cobrisse. Logo depois, vítima e estuprador oraram juntos, e a mulher rasgou uma página da Bíblia e entregou a ele, antes de sua fuga.

A porta-voz da Polícia da cidade de Tampa, Laura McElroy, afirmou que “as orações provavelmente salvaram a vida da mulher”.

Quando a Polícia foi acionada, iniciou uma perseguição policial numa rodovia federal, que resultou na morte de Charlie, que foi atingido por tiros disparados pelos policiais.

Charlie vinha sendo procurado pelo estupro de outras quatro mulheres na Universidade do Sul da Flórida, localizada a poucos quilômetros do local onde ele morreu, além de outros crimes.

A curiosidade está no fato de que, segundo o Urban Christia News, Charlie já havia desistido de estuprar uma mulher num condomínio um mês atrás. Ele agiu de forma semelhante, invadindo o apartamento no condomínio fechado, tomando joias e o celular da vítima, e ameaçando estuprá-la. Quando a vítima começou a orar, Charlie fugiu.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Ateu Richard Dawkins afirma que escândalos de pedofilia são tratados com exagero

 

A pedofilia é um crime repudiado pela maioria das pessoas, sejam elas religiosas ou não, e combatida em todo o mundo através de campanhas educacionais e criação de leis severas a respeito do assunto.

No entanto, um dos ateus mais conhecidos mundialmente, o biólogo Richard Dawkins, 72 anos, concedeu uma polêmica entrevista afirmando que existe exagero na forma como os casos de pedofilia tem sido tratados.

A revista Times publicou as declarações de Dawkins no último sábado, 07 de setembro. O ateu afirmou que se sentia incapaz de condenar o que ele classificou como “pedofilia leve”, e que ele teria experimentado na escola quando ele era uma criança, na década de 1950.

Dawkins disse que um de seus professores havia praticado a tal “pedofilia leve” nele, mas isso não teria deixado “danos permanentes”.

“Ele segurou no meu joelho e colocou a mão dentro da minha cueca”, relatou Dawkins. “Estou muito consciente de que você não pode condenar as pessoas de uma época em que os padrões eram diferentes da nossa. Assim como nós não olhamos para trás nos séculos 18 e 19 para condenar as pessoas por racismo, da mesma forma como condenaríamos uma pessoa moderna, eu olho para algumas décadas atrás, para minha infância, e vejo essas coisas como uma leve pedofilia, que não pode ser condenada pelos mesmos padrões que eu ou qualquer um faria hoje”, disse.

O biólogo pontuou que os casos mais famosos de pedofilia envolvem estupro e até assassinato e não deve ser comparado com os casos exemplificados por ele.

As declarações foram recebidas com assombro, e geraram reações. Peter Watt, diretor da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra Crianças, afirmou que a fala de Dawkins eram “terríveis”. “O senhor Dawkins parece pensar que, porque um crime foi cometido há muito tempo, devemos julgá-lo de uma maneira diferente. Mas sabemos que as vítimas de abuso sexual sofrem os mesmos efeitos, não importa se o crime foi cometido há 50 anos ou ontem”.

Segundo o Huffington Post, Peter Saunders, fundador da Associação Nacional de Pessoas Abusadas na Infância, comentou as declarações de Richard Dawkins, classificando o pensamento do biólogo como preocupante e inútil: “Abuso em todas as suas formas é sempre errado. Mal é mal e nós temos que desafiá-lo sempre e onde quer que ele ocorra”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Evangélica, a ex-Tiazinha, Suzana Alves, prega em congresso de adolescentes

Evangélica, a ex-Tiazinha, Suzana Alves, prega em congresso de adolescentes

A ex-modelo Suzana Alves, que ficou conhecida nacionalmente como a mascarada Tiazinha, no extinto programa “H”, se converteu e está pregando em igrejas evangélicas, dando seu testemunho de vida e fé. No último fim de semana sua participação em um congresso de adolescentes, onde teria foi listada como uma das preletoras, chamou a atenção da imprensa.

Atualmente casada com o ex-tenista Flávio Saretta, Suzana Alves teria pregado em um evento que aconteceu na Igreja Batista de Tambuá, em João Pessoa. Após o evento, a ex-modelo recebeu várias mensagens no Twitter, sobre seu testemunho.

- Seu testemunho mudou minha vida!!!! Agradeço muito a Deus e a você!!!! Deus te abençoe grandemente – escreveu uma seguidora de Suzana Alves, segundo o site Extra.

- Muito bom a sua presença conosco, amiga!! Seu testemunho rendeu frutos eternos! – afirmou outra internauta.

Suzana também publicou no Twitter uma foto da igreja onde esteve, com a legenda “Amor ao extremo: Jesus”, referindo-se ao nome do evento. Em seu perfil na rede social, a ex-modelo se apresenta como uma “serva de Cristo, aprendiz do seu amor”.

A conversão ao evangelho seria o motivo da mudança no estilo de vida de Suzana, que tem preferido se manter no anonimato nos últimos anos. Conhecida na década de 1990 por suas performances sensuais como Tiazinha, e por ter estampada a capa da revista Playboy, Suzana Alves é hoje proprietária de um centro de pilates, e se mantém longe da fama.

 

Por Dan Martins, para o Gospel+

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