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8 de dez de 2011

Então é Natal...

Decoração vermelha, árvore enfeitada. Velhinho de barba branca, preferencialmente gordinho, de roupa vermelha distribuindo sorrisos, abraços e promessas que provavelmente não serão cumpridas. Canções alegres falando sobre paz, amor, fraternidade, etc. É, o Natal chegou. Começa em novembro e vai até o começo de janeiro. Sabe o que isso significa: o comércio vai faturar milhões. Ou para você significa mais alguma coisa? Já sei, deve significar: lá se vai meu décimo terceiro do ano que vem. Vou ter que comprar presentes, fazer uma bela festa com muita comida e bebida, comprar roupa nova, convidar meus parentes chatos. Vou pagar essa conta até fazer outra no ano que vem. Mas o que importa, afinal é isso que significa e é pra isso que serve o natal mesmo.

Se você pesquisar um pouco vai descobrir que o Natal tem suas origens aparentemente a partir das comemorações destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno no império romano. E que após uma sensacional jogada de marketing da Igreja por volta do século III da era Cristã é que se passou a comemorar no dia 25 de dezembro o nascimento de Jesus Cristo, visando principalmente à conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano. Ou seja, podemos concluir que não é de hoje que os Cristãos têm se conformado com este mundo.

Se pesquisar mais um pouco, principalmente em sua bíblia, vai descobrir que não há muitas referências indicando uma data precisa para o nascimento de Jesus. Se pesquisar mais, verá que os símbolos usados no Natal, assim como a data e o motivo inicial desta celebração não tem relação com o Cristianismo, somente com o paganismo. Sendo assim seria possível para os Cristãos comemorar o Natal?

A Bíblia diz que há festa nos céus quando um pecador se arrepende (Lucas 15:7), festa é bom, Natal tem festa. No Natal se comemora o nascimento de Jesus, Ele nos diz que precisamos nascer de novo (João 3:3). E nós nascemos de novo quando o aceitamos como Senhor de nossas vidas, quando permitimos que Ele venha a nascer em nossos corações. Logo o Natal não precisa ser no dia 25 de dezembro. Ele precisa ser quando nos encontramos com o Senhor e permitimos que Ele faça morada em nossas vidas, Quando deixamos Ele moldar nossas vidas, nossos costumes, nosso caráter. O verdadeiro Natal não é Jesus nascendo na terra, Natal é Ele nascendo no meu, no seu coração, nos dando uma nova vida.

É claro que o Natal como está caracterizado não vai deixar de existir. Assim como o Ano Novo, o Dia das Mães, Dia dos Pais, etc. Todas essas datas, da mesma forma como qualquer outra que já existe ou venha a existir. O objetivo principal sempre será o lucro. E numa sociedade cada vez mais capitalista e consumista o lucro sempre será o objetivo maior de todos os festejos.

Isso nenhum cristão, nenhuma mãe ou pai, ou outra pessoa poderá mudar. Mas enquanto Cristãos podemos ter uma postura diferenciada, não permitindo que nossas comemorações sejam regadas somente pelo apelo comercial, pelas mentiras contadas nesta época. Como a Palavra nos orienta “... quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1 Coríntios 10:31).

O Natal não deixará de ser comemorado por causa da postura dos Cristãos, mas a verdade que liberta, que salva, que muda vidas, esta precisa ser anunciada de maneira coerente e pautada na verdade seja no Natal, na Páscoa e em todos os demais dias do ano.

Então é Natal... Que Jesus nasça no seu coração!

Então é Natal... Que você seja instrumento para que Jesus nasça no coração de muitos outros.

Afinal, então é Natal...
Fonte: Eterna Graça

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