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24 de set. de 2013

Cristãos são obrigados a vender hotel por se recusarem a hospedar casal gay

 

Um casal de cristãos, que se recusou a permitir que um casal gay se hospedasse em um quarto de casal em seu hotel está sendo forçado a vender o estabelecimento devido à polêmica em torno do caso.

Peter e Hazelmary Bull contam que, por suas convicções religiosas, permitem apenas que casais casados partilhem uma cama em seu hotel, e negam qualquer tipo de discriminação. Porém, eles relatam que após recusarem hospedar Martyn Hall e seu parceiro Steven Preddy no mesmo quarto se envolveram em um polêmico caso judicial, que os está forçando a colocar à venda o estabelecimento: o Chymorvah Hotel, localizado em Marazion, na Inglaterra.

Julgados por desobedecerem o “Ato de Igualdade”, em vigor na Inglaterra desde 2007, o casal foi condenado a pagar 3.600 Libras a Hall e seu parceiro, e ainda relatam não estarem mais conseguindo atrair cliente, o que os levou à drástica decisão de vender o estabelecimento.

Eles contam ainda que estão sendo vítimas de ameaças de morte, e que seu hotel virou alvo de vandalismo. Eles alegam que tiveram os parafusos removidos das rodas de seu carro e, recentemente, encontraram um coelho morto pregado à sua cerca, segundo o site local This is Cornwall. Além disso, o site do hotel também tem sido alvo de ataques, sendo modificado com conteúdo pornográfico.

No próximo mês o casal vai levar o caso ao Supremo Tribunal Federal – a mais alta corte do país – depois de seu apelo original foi indeferido pelo Tribunal de Recurso.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Pastor evangélico com 172 tatuagens do Iron Maiden vai ao show da banda no Rock in Rio e testemunha conversão

 

 

O Rock in Rio terminou sua edição 2013 com dois pastores protagonizando cenas opostas. Enquanto o assembleiano José Roberto Barbosa foi ao evento para evangelizar os fãs da música pesada e sugerir que abandonassem o “rock do diabo”, Marcos Motolo foi destaque por, além de ser pastor, deter o recorde do Guinness Book de tatuagens relacionadas à banda Iron Maiden.

Marcos Motolo é fã dos músicos ingleses, acumula 172 tatuagens da banda, e foi personagem do documentário Flight 666, filme oficial da banda feito em 2009. ”Ouvi Iron Maiden pela primeira vez aos sete anos, com a música ‘Remember Tomorrow’. O primeiro disco que vi foi o ‘Made in Japan’, de 1980. A minha primeira tatuagem eu fiz em 1999. Sou fanático pelos desenhos do Eddie, o mascote da banda”, resumiu.

Segundo Motolo, não é necessário esconder seu passado para “levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso”.

“Me transformei em pastor em 2005, quando tive uma visão de uma bola de fogo com o sol de meio-dia. Eu era ateu e, a partir daí, passei a pregar a palavra de Deus”, testemunha o pastor.

Numa entrevista ao G1 em 2009, o pastor disse que é preciso saber separar gosto para música e/ou cultura da fé: “O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada”.

Assista ao testemunho do pastor Marcos Motolo:

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Testemunho: pastores da Assembleia de Deus saem ilesos após grave acidente de automóvel

Três pastores da Assembleia de Deus sofreram um grave acidente enquanto viajavam rumo à cidade de Birigui, interior de São Paulo.

O pastor Felipe da Silva dirigia a picape Hilux e dormiu ao volante, o que resultou na perda do controle do veículo e o capotamento por três vezes.

Estavam no veículo acompanhando Felipe os pastores José Luiz de França e Eloísio Viana. Os três são líderes de diferentes setores que reúnem congregações da Assembleia de Deus Ministério do Belém.

Os pastores viajavam para participarem de um culto de ação de graças pela vida do pastor Emanuel Junior, presidente da denominação no setor de Birigui e região.

Apesar da proporção do acidente, que resultou em perda total do veículo, nenhum dos três pastores sofreu ferimentos. O site da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) publicou nota informando que a família e a Igreja estão gratos a Deus pelo livramento dado aos três líderes.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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23 de set. de 2013

“Bom Samaritano”: Sem-teto devolve mochila com 42 mil dólares e motiva campanha de solidariedade

 

No início da última semana um sem-teto de Boston, nos Estados Unidos, virou manchete local depois de devolver uma mochila que encontrou na rua contendo quase 42 mil dólares. O Bom Samaritano de Boston, como ficou conhecido Glen James depois de sua boa ação, chamou atenção e motivou uma campanha de doação em seu favor, que já reuniu mais de 130 mil dólares.

Ethan Whittington, 27, da cidade Midlothian, foi o responsável pelo início da boa ação em favor de James.

- Ele me trouxe muita esperança… Isto não é apenas sobre recompensar um grande cara. Eu acho que é uma declaração para todos na América. Se nos unirmos e trabalharmos em prol de algo, e trabalharmos juntos, então nós podemos fazer isso acontecer – explicou Whittington, falando sobre sua vontade de ajudar a mudar a vida de Glen James.

Segundo Whittington, ao iniciar a campanha no site gofundme.com ele acreditava que conseguiria reunir apenas “algumas centenas de dólares”, mas que havia colocado como meta o valor simbólico de 50 mil dólares, valor que foi alcançado em apenas um dia de campanha. Diante disso, ele decidiu aumentar a meta para 250 mil, na esperança de que o valor arrecadado seja o bastante para comprar uma nova casa para James.

O bom samaritano contou sua história de vida ao Mail Online, revelando que trabalhava como arquivista no sistema judicial Boston municipal há 13 anos, mas perdeu o emprego e ficou desabrigado após problemas com seu chefe. Ele conta também que é difícil manter um emprego porque sofre de uma doença que causa vertigens constantes, e que decidiu morar na rua para não ser um fardo para sua família.

Agora, pessoas de todos os cantos dos Estados Unidos estão se unindo na tentativa de dar a ele uma nova perspectiva de vida. Além dos valores já arrecadados, muitas pessoas se dispuseram a ajudá-lo, até mesmo com um plano de saúde.

A mochila encontrada por James, continha 2.400 dólares em dinheiro e 39.000 dólares em cheques de viagem Autoridades disseram que o dono da mochila não queria que sua identidade divulgada, mas que ele era um estudante chinês que estava visitando outro estudante em Boston.

A honestidade de James foi também reconhecida pela polícia de Boston, que prestou uma homenagem a ele por sua atitude.

- Eu só quero agradecer ao Sr. James pelo que ele fez – disse o comissário de polícia de Boston, Edward Davis, em uma cerimônia em homenagem ao bom samaritano.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Jornalista Tatyana Jorge da TV Globo testemunha sobre missão evangélica Caminho Nações na Africa

 

A jornalista Tatyana Jorge, da TV Globo de Santos/SP, esteve recentemente na Nigéria acompanhando o trabalho missionário do ministério Associação Humanitária Caminho Nações. A jornalista, que apresenta o “Bom Dia SP”, foi a primeira mulher do Brasil a fazer parte da expedição “Oásis no Deserto”, organizado pela associação evangélica.

Tatyana falou sobre sua experiência no país africano em entrevista à Rádio Globo, falando sobre a importância do trabalho dos missionários em um país que, devido à sua condição de miséria, depende de ajuda externa para oferecer condições básicas à sua população.

Em seu relato, ela começa explicando a necessidade de se ajudar um país tão distante, ao invés de concentrar todos os esforços humanitários no Brasil, que também tem regiões e pessoas passando por situação de pobreza. A jornalista explica que há algumas décadas, o brasileiro não tinha condições nem mesmo de ajudar seus compatriotas dependendo de ajuda vinda de outros países; situação que é a vivida atualmente pelos nigerianos, e que os brasileiros agora têm condições de ajudar.

- Se aquelas crianças não estivessem sendo assistidas pela Associação Humanitária de voluntários brasileiros, que é a Caminho Nações, elas estariam mortas. E eu vi isso in loco – relatou.

Tatyana Jorge conta que já havia lido o livro sobre o trabalho, mas que, mesmo assim, viajou à Nigéria com desconfiança sobre a seriedade e importância do trabalho. Ela relatou também a dificuldade de integrar a expedição pelo fato de ser uma mulher branca, o que significa um grande risco na região visto que mulheres brancas geralmente são vítimas de sequestros e até mesmo estupros na região.

A jornalista relatou detalhes sobre o trabalho da missão evangélica na comunidade, cuidando de crianças e orientando os pais em vários aspectos, inclusive religioso. Como exemplo ela relatou sobre crianças que eram consideraras bruxas pela comunidade, acabando isoladas, abandonadas e sem cuidado. Segundo Tatyana, os pastores do Caminho Nações mudaram esse paradigma orientando e ajudando os pais e as crianças.

Ouça o relato da jornalista e veja imagens do trabalho:

 

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Cristãos são usados ​​como escudos humanos pelos rebeldes islâmicos nas Filipinas

 

A luta prolongada entre separatistas islâmicos e as forças armadas das Filipinas obrigou 80 mil pessoas a evacuar a cidade predominantemente cristã de Zamboanga. A Frente Moro de Libertação Nacional (MNLF, na sigla em inglês) está sendo acusa de reunir dezenas de reféns cristãos e os usaram como escudos humanos.

 

O Human Rights Watch (HRW), a entidade responsável pela denuncia contra o MNLF, que está lutando contra um tratado de paz proposto entre o governo filipino e outra facção islamita, a Frente de Libertação Islâmica Moro (MILF, na sigla em inglês), segundo relatou o Philippine Daily Inquirer.

As Forças Armadas das Filipinas também estão sob observação do HRW, devido a acusações por, supostamente, torturar e maltratar os supostos rebeldes.

A luta em já dura duas semanas, e já vitimou mais de 100 pessoas, a maioria rebeldes. As estimativas são de que o MNLF ainda tenha cerca de 25 reféns em seu poder. Os militares já recuperam o controle de 70 por cento da cidade, a sexta maior nas ilhas Filipinas.

Apesar da denúncia do uso de cristãos como escudos humanos, o conflito na região tem mais conotações políticas que religiosas, disse a prefeita de Zamboanga, Maria Isabelle Climaco Salazar. Segundo ela, luta não é uma agressão direta aos cristãos na região, mas uma rebelião contra o tratado proposto entre a MILF e o governo filipino.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Empresa é condenada a pagar indenização a funcionária por dizer que ela precisava se converter

 

 

Uma empresa de turismo de Curitiba (PR) foi condenada pela Justiça do trabalho a pagar uma indenização de R$ 5 mil a uma trabalhadora por discriminação religiosa. Segundo o JusBrasil, a trabalhadora alega que era constrangida por sua chefe na Vale Transporte Metropolitano S/C Ltda., que dizia que ela precisava “se libertar, se converter” e frequentar sua igreja.

- Ela dizia que enquanto eu não tirasse o mal eu não trabalharia bem – contou a trabalhadora, que contou ainda que a superior teria levado um pastor para fazer pregações e realizar sessões de exorcismo entre os empregados em uma determinada ocasião.

A indenização foi determinada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), segundo o qual ficou evidente que a trabalhadora era submetida a situação constrangedora e atacada em suas convicções religiosas, ao ser importunada por sua superior com alegações religiosas.

A defesa da empresa negou qualquer discriminação e afirmou que os empregados jamais foram obrigados a participar de pregações e cultos com o pastor.

Após a fixação da indenização, a funcionária entrou com recurso no Tribunal Superior do Trabalho pedindo que o valor fosse aumentado para R$ 50 mil. Porém, o pedido foi negado pelo relator, o ministro Vieira de Mello Filho, que justificou que o TRT-PR levou em consideração premissas como a conduta praticada, a gravidade, o caráter pedagógico punitivo, a capacidade econômica da empresa e a remuneração da trabalhadora, que, na época da reclamação, em 2008, recebia R$ 527.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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