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7 de dez de 2012

Universidade cristã proíbe mulheres de falar em público em reuniões e cultos, exceto se acompanhada de seus maridos, e causa polêmica

 

Universidade cristã proíbe mulheres de falar em público em reuniões e cultos, exceto se acompanhada de seus maridos, e causa polêmica

Uma decisão polêmica de uma universidade cristã no Reino Unido, a respeito da liberdade de expressão de mulheres, ganhou as manchetes da mídia em todo o mundo.

A Universidade União Cristã de Bristol enviou comunicado aos membros da instituição banindo o direito de mulheres discursarem nas reuniões e cultos, exceto quando acompanhadas de seus maridos.

A decisão, segundo o Telegraph, se deu por questionamentos de evangélicos tradicionais, que argumentaram usando exemplos bíblicos para solicitar a proibição.

O presidente da universidade, Matt Oliver, afirmou que entende não haver problemas para que mulheres possam discursar ou palestrar, desde que estejam acompanhadas de seus maridos, para evitar que haja questionamentos por parte dos setores mais tradicionais da entidade.

Segundo Oliver, “a Universidade não tem uma posição formal a respeito da condição de mulheres pregarem ou palestrarem nas igrejas”, e que por isso, apenas inseriu um novo procedimento: “Nós respeitamos nossos membros que possuem fortes convicções bíblicas nesta área e procuramos encontrar a maneira mais prática de expressar essa inclusão”, afirmou.

A decisão foi criticada pela Sociedade Feminista da universidade, e interpretada como “extremamente discriminatória e machista”.

-Eles estão sugerindo que as mulheres têm mais valor como oradoras se estiverem acompanhadas de seus maridos, assumindo que todas as mulheres estão interessadas em ter um marido. Nós esperamos que as mulheres tenham igualdade de oportunidades para falar em todas as ocasiões, seja sozinha ou não. Grupos religiosos não devem ser imunes a pergunta sou críticas com relação à igualdade de gênero”, enfatizou o comunicado da Sociedade Feminista.

O presidente da universidade afirmou que “em particular, estamos certos que nossa Política de Igualdade está devidamente respeitada em todos os casos”, de acordo com informações do Huffington Post.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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