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21 de set. de 2013

Eu Escolhi Esperar: Profissão Repórter fala sobre sexo na juventude e mostra casais que optaram pelo sexo depois do casamento;

 

O movimento Eu Escolhi Esperar foi um dos protagonistas do programa Profissão Repórter, da TV Globo, na última terça-feira, 17 de setembro.

A temática do jornalístico dirigido por Caco Barcellos era a maneira como os adolescentes lidam com o sexo, e sua iniciação no assunto.

Como a religião em muitos momentos está diretamente atrelada aos ensinamentos sobre sexo, casos de adolescentes e jovens que aderiram ao Eu Escolhi Esperar foram mostrados para ilustrar uma opção diferente da comum.

Nelson Junior, palestrante do movimento, afirmou que “a cada dez jovens cristãos hoje, sete não são mais virgens”, antes de acrescentar que “sexo é um tabu, virgindade é um tabu”.

“A gente tenta ajudar o jovem a entender as implicações de cada escolha”, pontuou Junior, que cobra R$ 15,00 por pessoa que participa de suas palestras.

Um dos casais entrevistados, Shirlei e Maicon, que optaram por casar virgens mesmo após quatro anos de namoro, afirmou estar feliz pela escolha. “Eu estava sozinho e comecei a pensar como vale a pena esperar. [...] Deus prepara o melhor sempre”

Maicon relatou que no trabalho recebeu o apelido de “donzela” por sua escolha, mas que mesmo assim se manteve firme em sua escolha. A cunhada dele, Heloine Fernandes, afirmou à repórter Jackeline Salomão que fez escolha diferente e optou por praticar o sexo em seus relacionamentos, antes do casamento.

Em outro exemplo de privação do sexo por questões religiosas, o jornalista Felipe Bentivegna entrevistou o seminarista Anderson Souza, que mesmo tendo perdido a virgindade aos 14 anos, optou por ser padre.

A influência para o envolvimento com a religião veio da mãe, que o levava para as programações da igreja. “Tomei amor e não quero mais largar”, disse Souza. “Eu já estou aprendendo a abdicar dessas coisas [sexo] assim. Me libertando disso”, acrescentou.

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Ativistas lançam campanha nas redes sociais para incentivar beijos gay durante cultos com pastor Marco Feliciano

 

As provocações por parte dos ativistas gays ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) após a polêmica do beijo gay durante sua pregação no Glorifica Litoral no último fim de semana deverão aumentar nos próximos dias.

Uma campanha iniciada por Gustavo Don pede aos ativistas que “curtiram” sua página, Beijos para Feliciano, enviem fotos suas se beijando durante pregações do pastor para serem publicadas na rede social. A Beijos para Feliciano possui mais de 38 mil adeptos.

“Nada melhor do que expressar o nosso amor contra o ódio e o preconceito. Envie sugestões de fotos, sua ou de famosos, artes digitais, pinturas, etc”, pede o autor da campanha.

Um blog chamado AcidBlackNerd comentou a campanha e criticou a iniciativa: “Já que os militantes radicais já estão recorreiramente invadindo cultos religiosos não vai demorar muito até que esses ambientes sejam aos poucos invadidos por militantante beijoqueiros que não respeitam nada nem ninguém”, publicou.

O texto ainda afirma que quando uma página ativista “conclama as lésbicas para irem se beijar em cultos, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como ‘menos que humanos’ não merecem os mesmos direitos que os demais humanos”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Pastor da igreja Assembleia de Deus vai ao Rock in Rio evangelizar metaleiros contra o “rock do diabo”

 

“Toma a palavra de Deus para dar uma meditada”. É com essa frase que o pastor José Roberto Barbosa, da igreja Assembleia de Deus, aborda o público do Rock in Rio enquanto entrega panfletos com o logo do Rock in Rio 2013 e os dizeres: “Jesus Cristo, a melodia do meu coração”.

Barbosa saiu de Maceió, acompanhado de mais dois missionários, para realizar o trabalho de evangelizar durante o festival de música no Rio de Janeiro. Os missionários, segundo explicou Barbosa, chegaram ao rio na noite dessa quarta-feira para trabalhar nos próximos quatro dias de encerramento do Rock in Rio. A ação dos missionários alagoanos acontecerá exatamente no período do evento dedicado aos fãs do heavy metal. Nesta quinta-feira (19), por exemplo, as principais atrações são Metallica, Alice in Chains e Sepultura.

- Viemos exclusivamente para isso, sou eu e mais dois missionários, alugamos um apartamento aqui perto, e estamos nessa missão – detalha o pastor, que afirma ter confeccionado 30 mil panfletos para distribuir durante o evento.

Em entrevista ao Terra, o pastor explicou que seu objetivo é mostrar às pessoas que “Jesus Cristo preenche o vazio dos homens”. Ele comentou também sobre sua oposição às músicas tocadas no evento, ressaltando que o problema não é o ritmo, mas sim as letras e mensagens transmitidas pelas canções.

- Na minha igreja tem todos os instrumentos: bateria, guitarra, tem tudo. O problema está nas letras, que não podem ser direcionadas para algo negativo. A letra da música não pode falar do diabo, da escuridão, incitar as drogas ou a violência – explicou o pastor, que afirma não estar sofrendo rejeição ao entregar os panfletos aos “metaleiros” que chegavam à Cidade do Rock.

- A receptividade é boa, o índice de rejeição é de apenas 20% – garantiu.

- É um direito dele, né, não estou aqui para ser catequizado, de qualquer forma, vim para ver o Metallica. Ponto – comentou o estudante mineiro Joacir Santos ao pegar o panfleto.

- Vou pensar se vou dar uma lida nisso aqui – completou o jovem.

Já ao UOL o missionário revelou que  já passou “por uma fase roqueira e tentei preencher de várias maneiras. Mas o rock não me preencheu. Hoje é dia de rock pesado, mas sinto que o pessoal com quem falei é otimista”, comentou ele.

Barbosa afirmou que sua proposta é para ajudar a “preencher o vazio nos corações dos roqueiros”, mas ressaltou que quem “sou um agente, quem converte é Jesus”.

Por Dan Martins e Renato Cavallera, para o Gospel+

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Assembleia de Deus dos Últimos Dias exibe programa em defesa do pastor Marcos Pereira e mostra trabalhos sociais: “A prisão não abala a igreja”;

 

Assembleia de Deus dos Últimos Dias exibe programa em defesa do pastor Marcos Pereira e mostra trabalhos sociais: “A prisão não abala a igreja”; Assista

A Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) segue publicando materiais em defesa de seu fundador, pastor Marcos Pereira, condenado por estupro em primeira instância.

No programa Os Mistérios dos Últimos Dias, os filhos do pastor, evangelista Filipe Madureira e a cantora Nívea Silva, ressaltam os trabalhos sociais de Marcos Pereira, afirmando que as ações nas comunidades são realizadas há “24 anos” no Rio de Janeiro.

Cenas da sessão em que o pastor recebeu o título de cidadão benemérito do Rio de Janeiro na Assembleia Legislativa (Alerj) foram mostradas como exemplo de reconhecimento estatal ao trabalho desenvolvido por ele nas comunidades.

“Pastor Marcos Pereira é o nosso grande irmão… Ele tem ajudado a governos, porque quando ele faz esse trabalho magnífico, ele nos ajuda para fazermos leis justas, ele nos ajuda porque vive em oração constante, buscando a Deus, ele ama o povo, ele ama o seu país, e eu tenho um amor muito grande”, disse a deputada Benedita da Silva, em declaração ao programa.

As visitas do pastor aos morros e aos presídios também foram usadas no programa como ilustração do trabalho sócio-espiritual que Marcos Pereira desenvolvia.

O programa foi gravado na quinta-feira, 12 de setembro, dia em que a sentença do pastor Marcos Pereira, de condenação a 15 anos de prisão, havia sido anunciada. “Por volta das 17h00, tivemos a triste notícia de que o nosso pastor, Marcos Pereira da Silva, foi condenado. Triste porque a separação da carne dói, mas nós sabemos que a prisão não abala a igreja, mas é a igreja que abala a prisão. Por isso, nós estamos firmes, confiantes que a última palavra é do Senhor [...] de que essa sentença será anulada”, disse Nívea Silva.

Assista:

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Apresentadora Eliana se disfarça de cantora gospel para promover encontro de irmãos em seu programa

 

A apresentadora Eliana gravou um quadro de seu programa no SBT com disfarce de cantora gospel.

A ideia do quadro era promover o encontro de dois irmãos que não se viam há quase 30 anos.

 

O disfarce fez parte da estratégia para convidar ambos a comparecerem à gravação de um suposto documentário sobre uma banda gospel, da qual a apresentadora seria a vocalista.

Usando lentes e peruca para ficar morena, a apresentadora também usou óculos e figurino diferente do que costuma usar em seu programa.

A atração irá ao ar no próximo domingo, dia 22 de setembro, dentro do programa Eliana, no SBT, às 15h00.

Apresentadora retirando o disfarce

Apresentadora retirando o disfarce

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Telespectadores da novela Amor à Vida aprovam piadas sobre religião feitas pelo vilão gay Félix.

 

A novela Amor à Vida, exibida pela TV Globo na faixa das 21h00, começou com a promessa de que a personagem Valdirene se tornaria evangélica, mas chega ao capítulo 100 sem a conversão da periguete e com outras referências à religião.

O vilão da trama, Félix, é um homossexual vivido por Mateus Solano e tem consagrado bordões construídos a partir de referências bíblicas, como “Eu cobrei pedágio na travessia do mar Vermelho”, “Só posso ter colado chicletes no cabelo de Jesus Cristo” e “Fiz furinhos na Arca de Noé”, por exemplo.

As piadas de Félix tem sido bem vistas pelo público, segundo informações da jornalista Keila Jimenez, responsável pela coluna Outro Canal, no site do jornal Folha de S. Paulo.

Jimenez informa que na Central de Atendimento ao Telespectador da Globo (CAT), as mensagens recebidas são de elogios e aprovação às piadas do vilão.

Amor à Vida tem cumprido seu papel no que se refere à audiência: tem conseguido média de 35 pontos no Ibope, superando a média de 30 pontos da antecessora Salve Jorge, escrita por Glória Perez.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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“Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo?”, questiona jornalista, após cantora lançar clipe “Wrecking Ball” em que aparece nua.

 

A cantora Miley Cyrus chocou admiradores e a opinião pública como um todo ao protagonizar, durante o Video Music Awards (VMA), cenas extremamente ousadas e sugestivas.

A perplexidade se formou pelo contraste do episódio com a imagem que a cantora mantinha junto aos fãs quando surgiu interpretando a personagem Hannah Montana, da Disney.

Poucos dias depois, Cyrus lançou uma nova música com um clipe ainda mais polêmico. Em “Wrecking Ball”, a cantora aparece nua num cenário de demolição e com gestos tão sugestivos quanto os que ela apresentou no VMA.

A onda de choque causada pela cantora levou diversas pessoas a se questionarem sobre o que estaria acontecendo com a cantora teen que encantava crianças e adolescentes mundo afora.

Jennifer LeClaire, editora do Charisma News, um dos maiores portais cristão de notícias dos Estados Unidos, publicou um artigo questionando se Miley Cyrus teria vendido sua alma ao diabo.

“Miley está apelando para um choque de valores para criar um frenesi na mídia, e acabou indo muito além do que qualquer coisa que Madonna ou Lady Gaga tenha feito em suas performances mais perversas”, opinou LeClaire.

“Pense nisso por um minuto: Miley Ray Cyrus nasceu em uma família cristã. Na verdade, seu nome verdadeiro é Destiny Hope Cyrus. A ex-estrela de Hannah Montana foi apresentada como cristã e batizada em uma Igreja Batista do sul. Ela usava um anel de pureza, quando era mais jovem, sinalizando seu compromisso para praticar a abstinência até o casamento. Agora ela está estampando manchetes por mostrar os mamilos e muito mais. Então o que deu errado? O que aconteceu, não aconteceu da noite pro dia. Você pode ver o lento declínio da personalidade doce de Miley nos últimos cinco anos”, disse a editora, referindo-se às polêmicas que a cantora se envolveu e a constante mudança de aparência.

Respondendo à pergunta do título de seu artigo, Jennifer LeClaire diz que “não acho que Miley Cyrus vendeu sua alma ao diabo, como alguns podem reclamar”, e completa: “Mas, claramente, Miley já vendeu para o espírito do mundo”.

Concluindo seu artigo, a editora diz que não tem “todas as respostas” para o que poderia ser chamado de crise de identidade da cantora, e afirma: “Uma coisa é certa: ninguém forçou Miley para esfregar-se em um homem casado com o dobro de sua idade na frente de jovens na MTV, e ninguém a obrigou a se despir e dançar em um bola de demolição também. Miley foi levantada com valores cristãos. Ela está fazendo suas próprias escolhas. Ela está enganada. Minha oração é que Miley seja como o filho pródigo e volte ao abraço do pai. Deus está apenas esperando para vê-la vir correndo sobre a colina. Vamos orar para que Miley encontre seu caminho para casa em breve. Nós, pelo menos podemos concordar com isso?”, questiona.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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