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25 de jan. de 2012

o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos…


CAIM: o "homem diabo", ele quer colocar até um rabo tbm para se parecer mais ainda com o diabo!...

 

O ANTES E O DEPOIS de: MARIA: a "Mulher Vampira"

O que leva uma pessoa a se transformar tanto assim? Já pensou se um dia essas pessoas se arrependerem de terem se deformado?   Sim pq, nesses casos acima, não seria só tranformação e sim, DEFORMAÇÃO!

Será tarde demais; por isso, antes de fazer alguma modificação física definitiva que venha nos transformar ou ainda, nos deformar,precisamos ter consciência que, em certos casos não terá volta, sendo assim, seria conveniente que, se quiser fazer uma tatuagem, ou colocar um alargador de orelhas, por explo, tanto a tatuagem qto o alargar a orelha serão definitivos, não tem como tirar a tatuagem e nem como a orelha voltar ao normal depois, portanto, pense bem, é melhor fazer algo que vc possa tirar qdo vier a se arrepender, não acha? Como no caso da tatuagens, tem as de henna que saem depois, se é que vc sente tanta necessidade disso. 

Já pensou, fazer um implante de titânio ou silicone na testa para criar chifres? Colocar vários piercings no rosto, isso dói a bessa! Além do alto custo que se tem com essas transformações/deformações. Ela fez também implantes dentários para criar “presas” para ter um aspecto de vampira!...

A moça da foto era advogada e teve que parar de exercer a profissão por causa de sua aparência atual de “MULHER VAMPIRA”.

 

Mais imagens…

Paul Lawrence "Enigma" é um performer, ator, músico e dono de circo.

Rick Genest "Zombie boy". É uma celebridade na internet e estrela várias campanhas de moda, e apareceu noclipe "born this way" da Lady Gaga.


Maria José Cristerna a "mulher vampira"

Dennis Avner o "Homem Tigre"

Outros que infelizmente não encontrei fotos antes da transformação

Erik Sprague conhecido como "The Lizardman"

Lucky Diamond Rich é a pessoa mais tatuada do mundo. Ele tem realmente tattoos por toda parte, até mesmo nas pálpebras, ouvidos ou gengivas.

Julia Gnuse, a mulher mais tatuada do mundo. Ela nasceu com uma doença chama "Porfiria" que ataca a sua pele e sua vesícula regularmente deixando cicatrizes. Para cobrir suas cicatrizes, começou a se tatuar.

Elaine Davidson é brasileira, mas vive na Escócia. Ela entrou para o Guinesse Book como a mulher com o maior número de piercings.

 

Fontes: Deisi Sanches/puccabloga

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Bispo da Igreja Universal incentiva fiéis a assistirem minissérie sobre Rei Davi na Record

Bispo da Igreja Universal incentiva fiéis a assistirem minissérie sobre Rei Davi na Record

O bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, escreveu em seu blog que é importante que os cristãos assistam à minissérie que estreia nesta terça-feira, 24, na Rede Record, sobre a vida do Rei Davi.

A trama custou R4 25 milhões aos cofres da emissora e vai contar os principais fatos que aconteceram na vida do pastor de ovelhas que se tornou o Rei de Israel. Serão 29 capítulos transmitidos sempre às terças e quintas-feiras a partir das 23h.

Para Cardoso é importante que os cristãos assistam essa minissérie, pois serão relatadas múltiplas experiências da vida e fé de Davi com riqueza de detalhes mostrados nas Escrituras. A trama foi escrita por Vivian de Oliveira e tem a Bíblia como base.

“Ao seguir a trajetória de Davi, você se encontrará no caminho de um homem que conheceu a Deus intimamente. Acompanhar a sua história é aproximar-se de Deus”, disse o bispo da IURD.

Citando o Salmos 27:4 que diz “Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo”, Renato Cardoso explica que Davi sempre desejou ter contato com o Senhor.

“Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”, escreveu.

Os 29 capítulos vão mostrar as histórias que começam desde o capítulo 16 de 1 Samuel, passando por todo o livro de 2 Samuel e encerrando em 1 Reis capítulo 2. “Ele não pediu um exército invencível, nem mais fama ou riqueza, nem a conquista de nações inimigas, e nem saúde própria ou o bem para sua família; mas viver na Casa do Senhor, todos os dias, para admirá-Lo e buscar Sua orientação”.

Fonte: Arca Universal

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Divididos pela “questão gay”, presbiterianos iniciam nova denominação

Divididos pela “questão gay”, presbiterianos iniciam nova denominação

Os presbiterianos conservadores dos Estados Unidos lançaram uma nova denominação na quinta-feira (19/1), alegando que a Igreja Presbiteriana está muito consumida por seus conflitos internos para conseguir gerar congregações saudáveis.

A nova denominação reformada “destina-se a fomentar um novo modo de ser da igreja, do mesmo modo que as principais denominações tradicionais fizeram quando começaram”, esclareceram os líderes da Aliança Evangélica Ordem dos Presbiterianos (ECO, na sigla em inglês).

Líderes da ECO explicaram durante a conferência de lançamento, que têm várias queixas contra a Igreja Presbiteriana. Além do excesso de burocracia, existe a questão do constante declínio no número membros e a tendência para se tornar um “grande tenda religiosa”, que deseja acomodar todos, comprometendo sua interpretação das Escrituras.

“Sua tenda tornou-se tão ampla que está caindo, pois não tem um mastro no centro”, disse John Crosby, presidente da ordem de pastores da ECO. “O mastro central (necessário) é a autoridade bíblica, conforme é entendida pela comunidade ortodoxa e que tem implicações sobre a sexualidade”. O pastor Crosby, esclarece que o novo movimento foi uma reação à decisão dos 2.300.000 membros da Igreja Presbiteriana (PCUSA) de permitir pastores gays.

Mark Hawke, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana em Olathe, Kansas, disse que “a questão fundamental é a maneira como você interpreta as Escrituras”.

“O problema é que as pessoas estão indo para o inferno”, disse John Ortberg, líder do grupo dissidente e pastor da Menlo Park Presbyterian Church, na Califórnia, durante seu sermão no lançamento da ECO.

Mais de 2.000 pessoas, oriundas de 500 igrejas, participaram do culto de lançamento da ECO, em Orlando, Flórida. Segundo a Presbyterian Outlook, uma revista independente, uma enquete indicou que a maioria ainda não decidiu se vai deixar de vez a sua antiga denominação (PCUSA).

A criação da ECO surge após a votação em nível mundial feita pelos presbiterianos no ano passado sobre acabar com a antiga proibição de ordenar pastores  gays. Embora a homossexualidade não seja mencionada nos documentos de fundação da ECO, seu compromisso declarado com a teologia conservadora e a inerrância da Bíblia indica que o clero gay não será aceito.

Centenas de igrejas presbiterianas já optaram nos últimos anos em deixar as denominações presbiterianas liberais, optando por se aliar outra denominação conservadora, a Igreja Presbiteriana Evangélica. Ao contrário dessa denominação, a ECO diz que está “totalmente empenhada” em permitir a ordenação de pastoras.

Em uma declaração conjunta, várias igrejas conservadores afirmaram que não deixarão sua denominação, mesmo reconhecendo que existem tensões sobre a ordenação de pastores gays.

Essa é uma tendência que tem atingido outras denominações no mundo todo. A “questão gay” já dividiu igrejas anglicanas na Inglaterra e em diferentes países da África e Ásia. Outras denominações, como a Igreja Unida de Cristo e a Igreja Evangélica Luterana na América também está dividida sobre o assunto. A questão fez parte dos comentários recentes do Papa Bento XVI, chefe de mais de 1 bilhão de católicos romanos, que descreveu a questão gay como uma das várias ameaças ao casamento tradicional, que comprometem “o futuro da humanidade.”

Traduzido e adaptado de Urban Christian News e Huffington Post

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Igreja cria “rebatismo” para membro que troca de sexo

Igreja cria “rebatismo” para membro que troca de sexo

Nadia Bolz Weber é uma pastora diferente da maioria. Cheia de tatuagens no corpo, ela se define como uma “luterana sarcástica” e “encrenqueira pós-moderna” em seu blog.

Esta semana ela postou o relato de uma inovação na igreja que lidera, a House for all Sinners and Saints [Casa para todos os pecadores e santos]. A postura teológica da pastora é luterana, mas é norteada por uma mentalidade “inclusiva”, ou seja, aceita e incentiva o estilo de vida dos homossexuais.

Um dos membros da igreja, Asher O’Callaghan que é transgênero,  recentemente  passou por um processo de mudança de sexo.  Usando a liturgia luterana, a pastora fez uma espécie de “rebatismo”, ou seja, abençoou-o para que ele possa usar com liberdade seu novo nome, que condiz mais com seu novo corpo.

Asher, que anteriormente era uma mulher chamada Mary Christine Callahan, ouviu da pastora, diante da congregação, a leitura da carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 3, versos 27 e 28: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”.

Depois, com imposição de mãos, a pastora fez uma oração onde mencionava as situações em que Deus mudou o nome das pessoas na Bíblia: Abraão, Sara, Jacó, Pedro e Paulo. Em uma breve explanação, disse que a partir daquele momento, depois de ter “despertado” o homem que habitava em seu corpo, Asher deveria “usar este nome em nome de Cristo. Compartilhá-lo em nome da misericórdia. Oferecê-lo em nome da Justiça”.

Com a anuência de sua congregação, Mary passará a ser reconhecida por todos na igreja como Asher. Embora não explique como ou porque resolveu fazer esse “rebatismo”, a pastora Nadia escreveu apenas que um procedimento parecido já era realizado em uma igreja episcopal anglicana igualmente inclusiva.

Fonte: Patheos

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24 de jan. de 2012

Aumenta o massacre de cristãos na Nigéria… (POR DEUS AMADOS, VAMOS ORAR POR NOSSOS IRMÃOS)

 

Aumenta o massacre de cristãos na Nigéria

Abubakar Shekau, líder da seita islâmica Boko Haram disse recentemente que seu objetivo era exterminar todos os cristãos da Nigéria. Chegou, inclusive, a desafiar o presidente Jonathan Goodluck, afirmando que ele não tinha poder para evitar a insurgência do grupo.

O presidente  tem sido severamente criticado por não conseguir parar a onda de terror do grupo e há crescentes boatos que o grupo está infiltrado na polícia, militares e em todas as áreas do governo.

A “Boko Haram” que na língua Hausa significa “a educação ocidental é pecado” foi formada em 2002, e tem sua inspiração nos Talibãs do Afeganistão. Eles têm cometido constantes assassinatos de cristãos na região norte do país, de maioria muçulmana. Seu objetivo é implantar a sharia (lei islâmica) como regra acima da própria Constituição.

Na última semana, os ataques já deixaram mais de 200 mortos e deve aumentar, uma vez que há dezenas de pessoas gravemente feridas nos hospitais. Nem a Polícia nem a Cruz Vermelha puderam divulgar números de maneira oficial, pois continuam recolhendo e organizando dados. Nesta segunda-feira, policiais encontraram carros e vans cheios de explosivos na cidade de Kano, três dias depois que a seita islâmica realizou um ataque mortal no local.

Embora tenha se divulgado que os ataques na sua maioria foram contra a polícia militar e o governo, a verdade é que seus alvos principais são os cristãos. Além de matar homens, mulheres e crianças, eles têm queimado igrejas. A seita culpa os que não são muçulmanos de amaldiçoarem o país.

Em um vídeo postado no Youtube recentemente, o líder da Boko Haram justificou os atos do seu grupo “Essa catástrofe é causada pela incredulidade, a agitação é a incredulidade, a injustiça é a incredulidade, a democracia é a incredulidade e a constituição é a incredulidade.”

Vários membros do grupo extremista morreram ou foram presos nos confrontos com a polícia, mas isso não diminuiu seu furor.  Com mais de 150 milhões de habitantes, a Nigéria é o país mais populoso da África. Formado por mais de 200 grupos tribais, sua população sofre tensões constantes por suas diferenças políticas e territoriais. Mas não há registro de um conflito religioso que deixou tantos mortos em tão pouco tempo.

A expectativa é que o número de cristãos mortos e igrejas incendiadas só aumentem. Há registros de agências internacionais que uma grande quantidade de cristãos está abandonando suas casas no norte e rumando para o sul tentando preservar suas vidas.

Fonte: REUTERS

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Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”

Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”

Um tribunal decidiu que Dorota Rabczewska, uma das mais famosas estrelas da música pop da Polônia é culpada de ofender os sentimentos religiosos e condenada a pagar uma indenização  de 1.450 dólares.

A cantora, que usa o nome artístico de Doda, foi considerada culpada por afirmar publicamente que os escritores da Bíblia estavam bêbados e chapados ao escreverem as Sagradas Escrituras.

Doda, 27, fez essa declaração em uma entrevista para o jornal Gazeta Dziennik Prawna. Na mesma ocasião afirmou: “mais pessoas acreditam em dinossauros do que na Bíblia,” e acrescentou: “É difícil acreditar em algo escrito por alguém que estava embriagado com vinho e fumado maconha. ”

De acordo com o site Nerve.com estas palavras enfureceram os grupos católicos na Polônia, que abriram um processo contra ela. Ryszard Nowak, presidente da Comissão de Defesa, entidade que afirma lutar contra as seitas no país, levou o caso a julgamento.

Não é a primeira vez que Nowak processa um artista.  Adam Darski, ex-noivo de Doda e líder da banda de death metal  Behemoth já sofreu processo similar. Ele rasgou um exemplar da Bíblia durante um show em setembro de 2007 e disse que a Igreja Católica era “o culto aos maiores assassinos do planeta”.

O argumento de Nowak é que a declaração da cantora violou o Código Penal da Polônia, que diz: ”Aquele que ofende os sentimentos religiosos de outras pessoas, por ultrajar em público um objeto de adoração ou no espaço de execução pública dos ritos religiosos, estará sujeita a multa, restrição de liberdade ou prisão por dois anos”.

O julgamento começou em maio de 2011, e os advogados da cantora alegram que o processo não era válido, pois sua cliente tem o direito de liberdade de expressão .

O promotor discordou, dizendo ao tribunal que ela ofendeu os sentimentos religiosos de ”milhões de pessoas”, incluindo judeus, evangélicos, católicos e todos os que creem na Bíblia.

Doda argumentou que falou sobre maconha por ser algo “usado para curar”, porque durante os tempos bíblicos não existia aspirina e que o álcool a que se referiu era o “vinho sacramental”. Também pediu desculpas, dizendo que não tinha intenção de ofender ninguém.

No entanto, as explicações da cantora não convenceram  o Tribunal de Varsóvia que considerou Doda culpada por ofender os sentimentos religiosos. Ela pagou e multa e foi liberada.

No final do ano passado, o programa de Jô Soares veiculado na rede Globo mostrou uma entrevista com os músicos Moraes Moreira, Tom Zé e Henrique Dantas. Durante o programa, eles relataram que fumavam maconha em baseados feitos com as folhas de uma Bíblia.

O apóstolo René Terra Nova criticou o episódio em sua conta no Twitter, afirmando que Jô e seus convidados “zombaram da situação e menosprezaram o valor inenarrável da Bíblia Sagrada”.

Logo em seguida iniciou um movimento pela internet, exigindo que eles se desculpassem publicamente. Até agora nem Jô Soares nem os músicos se pronunciaram sobre o caso.

Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

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Católicos acrescentam elementos “exóticos” nas missas para conquistar mais fiéis…

Já existe missa árabe, missa afro, missa

sertaneja e missa gauchesca

As decisões do Concílio Vaticano II (1962-1965) geraram uma divisão dentro da Igreja Católica Romana. Embora alguns alegassem o abandono da tradição, com missas em latim e o sacerdote de costas para o povo, outras acreditavam que era hora de uma “abertura”. Mais tarde, com o avanço dos evangélicos e a considerável diminuição na frequência das missas por parte dos católicos, muitas foram às inovações.

Nem só das músicas e coreografias de padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo vive a Igreja Católica brasileira. Já existem celebrações com elementos culturais típicos de uma região ou grupo de pessoas. Surgiram assim missas tão diferentes como latina, gauchesca, afro, árabe e até sertaneja. “Na verdade, a eucaristia e os sacramentos são os mesmos. Todas essas celebrações fazem parte do que se convencionou chamar ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica. Apenas foram feitas adaptações, de acordo com as peculiaridades de cada região ou grupo” explica Antônio Aparecido Pereira, da Arquidiocese de São Paulo.

Há missas bem tradicionais, que fazem o fiel se sentir em alguma catedral da Idade Média. Na Paróquia São Paulo Apóstolo, na capital paulista, é possível ver no altar o padre Aldo de costas para os fiéis, em direção ao Oriente, anunciando o evangelho em latim. Essa missa segue o chamado “antigo Rito Romano”. O padre usa inclusive as vestimentas medievais típicas. Além da batina preta, o padre usa uma túnica branca por cima e uma estola sobre o pescoço.

Com o consentimento do Vaticano e a orientação do bispo ela é celebrada uma vez por semana. Essas missas foram autorizadas em 2007 pelo Papa Bento XVI numa tentativa de reaproximar os católicos insatisfeitos com as reformulações propostas pelo Concílio Vaticano II.

No sul do Brasil, há muito que já é comum a chamada “missas crioulas”, que foram idealizadas pelo padre Paulo Murab Aripe e tiveram início nos Centros de Tradição Gaúcha (os CTGs). As celebrações utilizam símbolos da cultura gauchesca e inclusive expressões típicas foram incorporadas às homilias. Cuia de chimarrão, espeto de churrasco e lampiões ornamentam o altar.

Os cânticos são entoados no ritmo dos violeiros, e quase todos os fiéis trajam bombachas e botinas, enquanto as mulheres usam os vestidos característicos.

Adriano Rizzi, responsável pelo CGT Capitão Ribeiro, na cidade de Capitão, Rio Grande do Sul, explica como acontece a missa no galpão: “Há sete anos introduzimos a ‘missa crioula’ às celebrações do CTG e, a cada vez, um novo elemento é apresentado. Certo dia, por exemplo, o padre dispensou o sermão e pediu para algum voluntário declamar o texto de um poeta da região”,

Em São João de Meriti, perto da capital do Rio de Janeiro, as missas conduzidas pelo Frei Athaylton Jorge Monteiro Belo, o frei Tatá, usam o atabaque para ditar o ritmo da celebração. Na Paróquia de São João Batista, o instrumento de percussão que muitas vezes foi associado à umbanda e ao candomblé é ponto central da missa. Além da música animada, as cores vibrantes das roupas e colares dos fiéis são características marcantes da missa afro. Durante o ofertório, as mulheres dançam ao som dos tamborins com cestas de frutas, legumes e pães, que são divididas por todos no final do ritual.

Frei Tatá explica “A missa afro ganhou força no Brasil na preparação da campanha da fraternidade sobre o sobre o negro, em 1988 [Centenário da Abolição da Escravatura]. Quando vim pra cá em 1997, ela já havia sido consolidada por frei David Raimundo dos Santos, da Educafro, que envolveu padres, religiosos e leigos da América Latina e Caribe, com alguns teólogos ligados à teologia da libertação”, explica.

Já os imigrantes descendentes de sírios e libaneses, que ainda preservam a língua árabe inclusive nas missas, procuram a paróquia Nossa Senhora do Paraíso, em São Paulo. Essa é apenas uma das igrejas greco-católicas melquitas do país. O rito melquita, assim como o maronita, possui uma estrutura muito parecida com o rito da Igreja Católica Latina Romana (primeiro a liturgia e depois a oferenda), que tem suas raízes nos rituais da época de Constantinopla e que foram elaborados por São João Crisóstomo.

“Na Nossa Senhora do Paraíso, como temos uma comunidade árabe, fazemos a missa em grego, árabe e português duas vezes por semana.”, explica o padre sírio. “A missa é mantida assim por tradição, porque os imigrantes, especialmente os mais velhos, gostam de assistir a missa na língua que aprenderam quando crianças, sentem-se mais próximos. Também aparecem curiosos e fiéis de outras paróquias, que acham esse tipo de ritual interessante”.

Em um telão na igreja é projetada a transcrição das partes da cerimônia feitas em árabe e grego. A leitura do Evangelho é feita em árabe e português e as partes responsoriais, em que os fiéis respondem ao sacerdote, são feitas por um coral, em grego.

Em Guarinos, interior de Goiás, as missas e cerimônias como casamentos, são feitas ao som de música caipira, numa verdadeira “missa sertaneja”. Valdivino Borges Junior, conhecido como padre Junior Periquito é o responsável pela adaptação das cerimônias da Santa Sé.

“É uma celebração da missa como as outras. A diferença é que ela está carregada de elementos sertanejos e agropecuários”, explica o sacerdote que alia à batina, o chapéu de vaqueiro e um berrante. Devido ao sucesso das celebrações, reuniu uma banda de quatro músicos e gravou, no ano passado, o primeiro CD e DVD “Missa Sertaneja – Pe. Junior Periquito”. Ele diz que hoje recebe dois ou mais convites por mês e como muitos de seus encontros são itinerantes, o Padre Periquito mantém um blog e um perfil no Twitter para avisar os fiéis dos locais de reunião.

Com informações do Canal Delas – IG
Fonte: Immense Favour

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